O DR. Rui Rio é, afinal, um "dragão" dos quatro costados.
Foi ele que aprovou o Plano de Pormenor da Antas. O tal plano que não autorizava que os proprietários dos terrenos os urbanizassem, mas que, depois de expropriados pela Câmara e trocados por outros do Futebol Clube do Porto, já puderam ser urbanizados.
É verdade. Está no Público e quem o diz é o Eng. Nuno Cardoso. Quem o aprovou já não fui eu e a declaração de utilidade pública só tem um responsável, que é Rui Rio", afirmou Nuno Cardoso."Não sou responsável pelo PPA na sua versão final nem tive conhecimento das reclamações que terá havido durante a discussão pública do plano", afirmou, salientando que esta decorreu já fora do seu mandato e a versão final do documento "é só da responsabilidade de Rui Rio", o actual presidente da câmara.
Assim, quem favoreceu (?) o FCP foi Rui Rio. E esta hem?
31 de janeiro de 2005
Uma razão para votar PSD
Foi o que pediu o Eng. Sócrates. Uma só.
Pois bem, há imensas razões, mas uma delas tem um particular relevo:
Evitar voltar a passar pelo drama em que nos meteram os governos socialistas liderados pelo Eng. Guterres (nos quais o Eng. Sócrates assumiu consideráveis responsabilidades), caracterizados pelo "diálogo", pelo "consenso", pelo "as pessoas estão primeiro", pelo facilitismo, pelo despesismo e pela inacção.
Chega?
Pois bem, há imensas razões, mas uma delas tem um particular relevo:
Evitar voltar a passar pelo drama em que nos meteram os governos socialistas liderados pelo Eng. Guterres (nos quais o Eng. Sócrates assumiu consideráveis responsabilidades), caracterizados pelo "diálogo", pelo "consenso", pelo "as pessoas estão primeiro", pelo facilitismo, pelo despesismo e pela inacção.
Chega?
30 de janeiro de 2005
Eleições no Iraque
Apesar das ameaças de morte que foram lançadas sobre todos os que fossem votar, Farid Ayar (da comissão eleitoral) revelou que as informações transmitidas pelas diversas províncias fazem antever que oito dos 13 milhões de eleitores registados tenham votado, o que colocaria a taxa de participação nos 60 por cento.
60% é mais do que se verificou em algmas eleições em Portugal.
A conclusão é óbvia: pesem embora as ameaças de toda a ordem lançadas pelos terroristas sobre o povo Iraquiano, este respondeu em números muito generosos.
Afinal, a democracia "à Ocidente" também é desejada no médio Oriente (e em todo o mundo).
Uma valente lição para a esquerda internacional.
Aprendam!
60% é mais do que se verificou em algmas eleições em Portugal.
A conclusão é óbvia: pesem embora as ameaças de toda a ordem lançadas pelos terroristas sobre o povo Iraquiano, este respondeu em números muito generosos.
Afinal, a democracia "à Ocidente" também é desejada no médio Oriente (e em todo o mundo).
Uma valente lição para a esquerda internacional.
Aprendam!
Professor Louçã, o Moralista
Com a devida vénia ao Abrupto, vou aqui reproduzir um comentário, particularmente lúcido e oportuno, ao reaccionarismo e à intolerância do professor.
Louçã considerou (porque considerou mesmo - o argumento do "contexto", invocado pelos seus colegas de partido é uma falácia - honre-se Luís Januário, de Coimbra) que PP não poderia ter falado de "aborto" por não ter "gerado vida" e "não saber o que é o sorriso de uma criança". Ainda que dissesse (entre muitas aspas) que "não podia falar de aborto porque nunca tinha feito um", entender-se-ia, na lógica de um debate televisivo e com o argumento, tão estafado como errado, de que só as mulheres devem falar de um assunto que hipoteticamente só lhes diz respeito.Mas ao dizer o que disse (e já é crescidinho para saber o que diz...) fez profissão de fé de que não falará de mulheres (creio que é do sexo e do género masculino), de homossexuais (não consta que seja), de minorias étnicas (é caucasiano), de estrangeiros (é português), de futebol (em que equipa é que ele alinhou?), da Igreja (diz-se ateu ou agnóstico), do Papa (não o é... ainda). Nem sequer de PP (ele não é ele...). Enfim. Louçã só poderá falar de uma coisa: da vida de Louçã e das experiências de Louçã. Nesse aspecto, diga-se, é coerente: na prática, só fala dele próprio e faz outro tanto de auto-propaganda. O único busílis é que nós não estamos minimamente interessados na vida do Professor Louçã. E como a democracia se constrói à custa da argumentação, do debate e da troca de ideias, Louçã é muito desinteressante para a democracia... até porque acabou por promover PP, o que já de si é um péssimo serviço à causa...Há arrogâncias que não se devem ter... seja qual for o "contexto"!
Por esta e por outras, acho especialmente adequado o aviso abaixo, que está no Acanto.
Louçã considerou (porque considerou mesmo - o argumento do "contexto", invocado pelos seus colegas de partido é uma falácia - honre-se Luís Januário, de Coimbra) que PP não poderia ter falado de "aborto" por não ter "gerado vida" e "não saber o que é o sorriso de uma criança". Ainda que dissesse (entre muitas aspas) que "não podia falar de aborto porque nunca tinha feito um", entender-se-ia, na lógica de um debate televisivo e com o argumento, tão estafado como errado, de que só as mulheres devem falar de um assunto que hipoteticamente só lhes diz respeito.Mas ao dizer o que disse (e já é crescidinho para saber o que diz...) fez profissão de fé de que não falará de mulheres (creio que é do sexo e do género masculino), de homossexuais (não consta que seja), de minorias étnicas (é caucasiano), de estrangeiros (é português), de futebol (em que equipa é que ele alinhou?), da Igreja (diz-se ateu ou agnóstico), do Papa (não o é... ainda). Nem sequer de PP (ele não é ele...). Enfim. Louçã só poderá falar de uma coisa: da vida de Louçã e das experiências de Louçã. Nesse aspecto, diga-se, é coerente: na prática, só fala dele próprio e faz outro tanto de auto-propaganda. O único busílis é que nós não estamos minimamente interessados na vida do Professor Louçã. E como a democracia se constrói à custa da argumentação, do debate e da troca de ideias, Louçã é muito desinteressante para a democracia... até porque acabou por promover PP, o que já de si é um péssimo serviço à causa...Há arrogâncias que não se devem ter... seja qual for o "contexto"!
Por esta e por outras, acho especialmente adequado o aviso abaixo, que está no Acanto.
29 de janeiro de 2005
Sondagens
Ora aí está mais uma. Foi publicada no Expresso de hoje.
Curiosas variações! Há três dias:
E querem os sociólogos convencer-me que isto tem uma base científica.
Curiosas variações! Há três dias:
- o PP não ia além dos 3%:
- o BE tinha 8,1%, ascendendo à condição de terceira força partidária.
E querem os sociólogos convencer-me que isto tem uma base científica.
Pré-escolar obrigatório
O secretário-geral da FNE - Federação Nacional dos Sindicatos da Educação, João Dias da Silva, revelou hoje que vai propor aos partidos políticos a gratuitidade do ensino pré-escolar a partir dos três anos de idade e a obrigatoriedade aos cinco.
Valente ideia!
Sabeis quais são os países europeus onde o ensino pré-escolar é obrigatório?
Sabeis quais são os países europeus onde o ensino pré-escolar é considerado parte integrante do Sistema Educativo?
Valente ideia!
Sabeis quais são os países europeus onde o ensino pré-escolar é obrigatório?
Sabeis quais são os países europeus onde o ensino pré-escolar é considerado parte integrante do Sistema Educativo?
28 de janeiro de 2005
Escola e Qualificação
Portugal mantém a mais baixa taxa de produtividade do trabalho de toda a União Europeia (UE) e a mais alta de abandono escolar, um dos piores níveis de qualificação profissional e um dos mais elevados riscos de pobreza e de exclusão social.
Muito bem. É verdade.
E o que é que pretendem fazer para inverter este estado de coisas?
Aumentar a escolaridade obrigatória para 18 anos. Bem sei.
Só que há nisto um problema que importa solucionar. É que aumentar a escolaridade não conduz, só por si, ao aumento da qualificação profissional. Conduzirá, quando muito, ao aumento da literacia, se bem que isto não seja líquido.
Para atingir tal desiderato é preciso coragem para romper com os tabus igualitaristas que têm minado a nossa sociedade desde há 30 anos. É preciso, sim senhor, tornar obrigatória a frequência do Ensino Secundário, mas é fundamental que este ofereça dois (pelo menos)percursos completamente distintos. Um, vocacionado para o ingresso no ensino suoerior, logo não profissionalmente qualificante. Outro, que se esqueça do superior e aposte na formação profissional. Dois percursos distintos, autónomos e não permeáveis. O tronco comum, visando a aquisição de competências estruturantes de uma cidadania responsável, apenas deve existir, e bem, no ensino básico, isto é, até ao 9º ano. É aquilo se chama escolaridade básica. A partir daqui os percursos devem ser independentes. Ora isto não acontece hoje.
Vejamos: a um jovem que termina o 9º ano, que percursos escolares são propostos?
Assim, ao nosso jovem, normalmente, restará a opção por um percurso académico, para o qual, não raras vezes, não estará devidamente preparado (não vou aqui dizer porquê). E então o que lhe acontece? É insucedido e abandona (40%).
Ora, quando não lhe for permitido abandonar, porque tem de frequentar até aos 18 anos, o que lhe irá suceder? Resposta: nada! Vai arrastar-se até à idade limite. Ou melhor, não vai. O que, a médio prazo, irá acontecer é aquilo que já aconteceu no 3º ciclo. Os patamares de exigência irão baixar. O nivelamento far-se-á por baixo. Cairemos no facilitismo. E, finalmente, daremos diplomas do 12º ano a completos ignorantes.
Tudo isto são coisas que já vimos acontecer. Hoje, damos o diploma do 9º ano a jovens que mal sabem ler. Amanhã, fá-lo-emos no 12º ano.
Com isto, criaremos uma legião de ignorantes desqualificados!
Assim, urge romper com os paradigmas igualitaristas. Criem-se vias alternativas, autónomas, independentes e impermeáveis no Ensino Secundário. Dê-se oportunidade aos menos bem preparados, sem comprometer o sucesso dos outros.
Ainda estamos a tempo.
Muito bem. É verdade.
E o que é que pretendem fazer para inverter este estado de coisas?
Aumentar a escolaridade obrigatória para 18 anos. Bem sei.
Só que há nisto um problema que importa solucionar. É que aumentar a escolaridade não conduz, só por si, ao aumento da qualificação profissional. Conduzirá, quando muito, ao aumento da literacia, se bem que isto não seja líquido.
Para atingir tal desiderato é preciso coragem para romper com os tabus igualitaristas que têm minado a nossa sociedade desde há 30 anos. É preciso, sim senhor, tornar obrigatória a frequência do Ensino Secundário, mas é fundamental que este ofereça dois (pelo menos)percursos completamente distintos. Um, vocacionado para o ingresso no ensino suoerior, logo não profissionalmente qualificante. Outro, que se esqueça do superior e aposte na formação profissional. Dois percursos distintos, autónomos e não permeáveis. O tronco comum, visando a aquisição de competências estruturantes de uma cidadania responsável, apenas deve existir, e bem, no ensino básico, isto é, até ao 9º ano. É aquilo se chama escolaridade básica. A partir daqui os percursos devem ser independentes. Ora isto não acontece hoje.
Vejamos: a um jovem que termina o 9º ano, que percursos escolares são propostos?
- Na esmagadora maioria das escolas, cursos académicos (científico-humanísticos) visando o ingresso no superior;
- Em algumas escolas, cursos tecnológicos, marcados por uma confrangedora ambiguidade quanto às suas finalidades;
- Numa minoria de escolas, os poucos cursos profissionais homologados e autorizados pelo Ministério.
Assim, ao nosso jovem, normalmente, restará a opção por um percurso académico, para o qual, não raras vezes, não estará devidamente preparado (não vou aqui dizer porquê). E então o que lhe acontece? É insucedido e abandona (40%).
Ora, quando não lhe for permitido abandonar, porque tem de frequentar até aos 18 anos, o que lhe irá suceder? Resposta: nada! Vai arrastar-se até à idade limite. Ou melhor, não vai. O que, a médio prazo, irá acontecer é aquilo que já aconteceu no 3º ciclo. Os patamares de exigência irão baixar. O nivelamento far-se-á por baixo. Cairemos no facilitismo. E, finalmente, daremos diplomas do 12º ano a completos ignorantes.
Tudo isto são coisas que já vimos acontecer. Hoje, damos o diploma do 9º ano a jovens que mal sabem ler. Amanhã, fá-lo-emos no 12º ano.
Com isto, criaremos uma legião de ignorantes desqualificados!
Assim, urge romper com os paradigmas igualitaristas. Criem-se vias alternativas, autónomas, independentes e impermeáveis no Ensino Secundário. Dê-se oportunidade aos menos bem preparados, sem comprometer o sucesso dos outros.
Ainda estamos a tempo.
Sondagens em Portugal
Estamos na época das sondagens.
Estão aí para todos os gostos. Numa o PS tem mais 7% que o PSD, noutra, 11 e numa outra 18%!! Andei aqui à procura de sondagens anteriores e encontrei esta "pérola".
Foi publicada no Expresso de 14/12/2001 e as eleições foram a 16, isto é, 2 dias depois. Ainda está online.
A minha pergunta é: porque é que ainda não faliram?
Estão aí para todos os gostos. Numa o PS tem mais 7% que o PSD, noutra, 11 e numa outra 18%!! Andei aqui à procura de sondagens anteriores e encontrei esta "pérola".
Foi publicada no Expresso de 14/12/2001 e as eleições foram a 16, isto é, 2 dias depois. Ainda está online.
A minha pergunta é: porque é que ainda não faliram?
Cambalhota
Foi o que deu este "centrista" e "democrata cristão" como se auto-intitula.
Em tempos, já foi apelidado de "fascista".
Hoje apela ao voto no PS para lhe garantir a maioria absoluta.
Amanhã...


27 de janeiro de 2005
Debates? Para quê?
Mais de metade do "povão" (leitores do Público) não precisa de se esclarecer quanto às diferentes (?) propostas apresentadas pelos partidos. Já decidiu.
26 de janeiro de 2005
25 de janeiro de 2005
Sem vergonha
Vejam lá se sabem quem escreveu isto:
Nenhuma objecção haveria à intervenção de M. R. S. enquanto opinião política, no quadro do equilibrado pluralismo político que a estação pública deve garantir. Mas a sua contratação como supercomentador a solo, num espaço privilegiado, traduz-se obviamente num inaceitável privilégio para as ideias políticas que ele representa...
Pasme-se!
Foi o Professor Vital Moreira a propósito da propalada contratação do Professor Marcelo pela RTP.
Então agora já importa garantir um "equilibrado pluralismo político"? Porquê? Por ser na RTP? Porque o próximo governo será o PS? Quando na TVI, o Prof. Marcelo não era um "supercomentador a solo"? Afinal, o contraditório é fundamental?
Leia o resto aqui.
Nenhuma objecção haveria à intervenção de M. R. S. enquanto opinião política, no quadro do equilibrado pluralismo político que a estação pública deve garantir. Mas a sua contratação como supercomentador a solo, num espaço privilegiado, traduz-se obviamente num inaceitável privilégio para as ideias políticas que ele representa...
Pasme-se!
Foi o Professor Vital Moreira a propósito da propalada contratação do Professor Marcelo pela RTP.
Então agora já importa garantir um "equilibrado pluralismo político"? Porquê? Por ser na RTP? Porque o próximo governo será o PS? Quando na TVI, o Prof. Marcelo não era um "supercomentador a solo"? Afinal, o contraditório é fundamental?
Leia o resto aqui.
Avaliação do desempenho
Sindicato contesta proposta do Governo para avaliação dos funcionários públicos.
Para que é tanto barulho?
A avaliação sistemática, a valorização das boas práticas e o incentivo ao desempenho de qualidade não são matérias que façam parte do léxico (e muito menos das preocupações) do Partido Socialista.
Assim, toda a malta, bons e maus, irão continuar a progredir nas carreiras ao ritmo da antiguidade.
Continuaremos no reino da mediocridade.
Para que é tanto barulho?
A avaliação sistemática, a valorização das boas práticas e o incentivo ao desempenho de qualidade não são matérias que façam parte do léxico (e muito menos das preocupações) do Partido Socialista.
Assim, toda a malta, bons e maus, irão continuar a progredir nas carreiras ao ritmo da antiguidade.
Continuaremos no reino da mediocridade.
Colombo socialista
Recebi esta há pouco. Tem piada.
Um grupo de académicos concluiu, de forma irrefutável, que Cristovão Colombo era socialista. Efectivamente, partiu sem saber para onde ia, chegou sem saber onde estava, regressou sem saber de onde vinha, e tudo isto à custa do dinheiro dos outros.
Um grupo de académicos concluiu, de forma irrefutável, que Cristovão Colombo era socialista. Efectivamente, partiu sem saber para onde ia, chegou sem saber onde estava, regressou sem saber de onde vinha, e tudo isto à custa do dinheiro dos outros.
24 de janeiro de 2005
Jobs for the boys
Está tudo aqui:
Nomeações do PSD durante o período de "Governo de Gestão":
Numero de nomeações: 89
Número de dias: 51
Racio: 1,75
Nomeações do PS durante o período de "Governo de Gestão":
Numero de nomeações: 195+135
Número de dias: 124
Racio: 2,66
Conclusão:
O PS é muito mais amigo dos seus "boys" que o PSD.
Nomeações do PSD durante o período de "Governo de Gestão":
Numero de nomeações: 89
Número de dias: 51
Racio: 1,75
Nomeações do PS durante o período de "Governo de Gestão":
Numero de nomeações: 195+135
Número de dias: 124
Racio: 2,66
Conclusão:
O PS é muito mais amigo dos seus "boys" que o PSD.
Debates e Tele-ponto
O líder do PSD acusou hoje o Presidente da República de falta de coerência, por se ter preocupado com a interrupção da intervenção de um comentador político num canal de televisão e não ter feito o mesmo perante a recusa ao debate do PS."É presidente de quê? Se quer ser coerente, e se se preocupou por não haver debates ao domingo numa estação de televisão, tem de estar preocupado que o líder de um partido se recuse a debates tão importantes", questionou, num comício esta noite em Coimbra.
Ó Dr. Santana, por favor, o senhor já deveria ter compreendido. Ora veja lá:
Num debate não deve dar muito jeito o sistema de tele-ponto do PS. O problema é o tele-ponto! Já viu que sempre que o Eng. quer dizer alguma coisinha sem se enganar tem de recorrer à muleta.
Não peça o impossível.
Ó Dr. Santana, por favor, o senhor já deveria ter compreendido. Ora veja lá:
Num debate não deve dar muito jeito o sistema de tele-ponto do PS. O problema é o tele-ponto! Já viu que sempre que o Eng. quer dizer alguma coisinha sem se enganar tem de recorrer à muleta.
Não peça o impossível.
23 de janeiro de 2005
22 de janeiro de 2005
Música de campanha
Em jeito de congratulação pela excelente campanha que estão a fazer, alterei a banda sonora deste modesto blog. Não é o tema que o PS usa. Mas é igualmente do Hans Zimmer e tem a voz da Lisa Gerrard. Repousante.
Privatizar
Volto às palavras do dirigente da FESAP para repescar a informação de, que em Portugal, o número de funcionários da administração pública central e regional, ultrapassa ligeiramente os 580.000.
Desde já, fica uma questão: os funcionários da administração local (câmaras) que não estão incluídos naquele número, quantos são?
Fica, também, uma nota para reflectir. Em França, país que é um caso paradigmático do centralismo e do peso da administração pública, os funcionários públicos são 250.000, ou seja, menos de metade dos nossos, num país incomparavelmente maior.
De acordo com o sindicalista, daqueles 580.000, cerca de 515 mil pertencem à educação, à saúde, à segurança interna e às forças armadas, restando cerca de 70.000 em outras áreas. Assim, conclui que o PS deve querer privatizar estes últimos sectores.
Deste raciocínio, deduz-se que Paulo Trindade não concebe a privatização das Forças Armadas e da Segurança Pública, com o que concordamos totalmente. Mas, e aí é que está o problema, também não concebe a privatização das escolas, universidades, hospitais e centros de saúde. Mas porquê? Desde que o cidadão não pague mais num sistema privado que aquilo que paga num público, qual é o problema?
Meus amigos, o desperdício nas organizações públicas é obsceno e tem de ser reduzido a todo o custo. A culpa não é dos funcionários. É mesmo do sistema. Reparem que o mesmo professor que, na escola pública que lhe paga o vencimento, faz o menos possível, “dá o litro” quando está na escola profissional, onde lecciona umas "horitas". E se for um médico? É diferente?
E qual é a diferença entre a gestão privada e a pública? É … ? Muito bem! Acertou!
Apesar de tudo, eu preferiria uma via alternativa. Manter os serviços na administração pública alterando as regras de gestão. Criando carreiras profissionais para os gestores públicos, conferindo-lhes autoridade. Acabando com concursos nacionais. Dando à direcção de cada uma das organizações a capacidade contratar, de promover e de despedir os funcionários que entendesse, fundamentando em critérios transparentes. Provavelmente, seria esta a solução mais eficiente e igualmente eficaz.
Mas isto, os sindicatos também não querem…
Desde já, fica uma questão: os funcionários da administração local (câmaras) que não estão incluídos naquele número, quantos são?
Fica, também, uma nota para reflectir. Em França, país que é um caso paradigmático do centralismo e do peso da administração pública, os funcionários públicos são 250.000, ou seja, menos de metade dos nossos, num país incomparavelmente maior.
De acordo com o sindicalista, daqueles 580.000, cerca de 515 mil pertencem à educação, à saúde, à segurança interna e às forças armadas, restando cerca de 70.000 em outras áreas. Assim, conclui que o PS deve querer privatizar estes últimos sectores.
Deste raciocínio, deduz-se que Paulo Trindade não concebe a privatização das Forças Armadas e da Segurança Pública, com o que concordamos totalmente. Mas, e aí é que está o problema, também não concebe a privatização das escolas, universidades, hospitais e centros de saúde. Mas porquê? Desde que o cidadão não pague mais num sistema privado que aquilo que paga num público, qual é o problema?
Meus amigos, o desperdício nas organizações públicas é obsceno e tem de ser reduzido a todo o custo. A culpa não é dos funcionários. É mesmo do sistema. Reparem que o mesmo professor que, na escola pública que lhe paga o vencimento, faz o menos possível, “dá o litro” quando está na escola profissional, onde lecciona umas "horitas". E se for um médico? É diferente?
E qual é a diferença entre a gestão privada e a pública? É … ? Muito bem! Acertou!
Apesar de tudo, eu preferiria uma via alternativa. Manter os serviços na administração pública alterando as regras de gestão. Criando carreiras profissionais para os gestores públicos, conferindo-lhes autoridade. Acabando com concursos nacionais. Dando à direcção de cada uma das organizações a capacidade contratar, de promover e de despedir os funcionários que entendesse, fundamentando em critérios transparentes. Provavelmente, seria esta a solução mais eficiente e igualmente eficaz.
Mas isto, os sindicatos também não querem…
"Chatices" de ser poder - II
Socialistas querem diminuir a função pública em 75 mil trabalhadores.
Na minha opinião, está certo, embora ache curto.
O pior é que vieram logo bradar os sindicatos .
Paulo Trindade, coordenador da Federação Sindical da Função Pública, considerou que, ou "se dizem asneiras" porque "se fala daquilo que não se sabe", ou se está "a ocultar outras coisas", como a "privatização de serviços públicos".
Paulo Trindade afirmou que também não se pode considerar que está tudo bem, dando como exemplo o instituto para o cartão do idoso, criado pelo PS, que tem três dirigentes para quatro funcionários e é um serviço inútil, que poderia ser assegurado pelo Instituto da Segurança Social.
Que belo exemplo,
Quanto mais falam, mais se enterram. Que chatice!
Na minha opinião, está certo, embora ache curto.
O pior é que vieram logo bradar os sindicatos .
Paulo Trindade, coordenador da Federação Sindical da Função Pública, considerou que, ou "se dizem asneiras" porque "se fala daquilo que não se sabe", ou se está "a ocultar outras coisas", como a "privatização de serviços públicos".
Paulo Trindade afirmou que também não se pode considerar que está tudo bem, dando como exemplo o instituto para o cartão do idoso, criado pelo PS, que tem três dirigentes para quatro funcionários e é um serviço inútil, que poderia ser assegurado pelo Instituto da Segurança Social.
Que belo exemplo,
Quanto mais falam, mais se enterram. Que chatice!
Subscrever:
Mensagens (Atom)

