1 de setembro de 2005

Para unir os portugueses...

eles estiveram ""...
O primeiro ainda vai unir mais quando for à apresentação do outro "seu" candidadto.
O último já tinha estado na apresentação despedida do outro "seu" candidato.
Mas estão todos unidos...

A não perder

O Arioplano.
Está cada vez mais apurado!

O regresso

Muito perto de si (infelizmente)
























(recebidas por e-mail)

31 de agosto de 2005

O Azurara errou

Afinal "A Bola" mantém a "classificação dos 3 grandes".
E, surprise, o Sporting e Porto mudaram de posição, mas o Benfica mantém-se no mesmo lugar.
6º+

Fantástico!

30 de agosto de 2005

A quase equipa

Esta foi-me enviada por e-mail. Não resisti!


E por falar em futebol, aviso que "A Bola" desistiu da sua "classificação dos 3 grandes". Não está lá! Desapareceu! Às tantas por causa do número de riscos necessários. O gráfico ia ficar muito alto. Inestético. Além de que não poderia mostrar o tal risco vermelho antes da posição de 11º+

29 de agosto de 2005

Las ilusiones devastadas de Portugal

Los incendios que por tercer año consecutivo han devastado Portugal han encendido un debate que va más allá de la falta de medios y previsión para prevenir el fuego en los bosques. Los comentaristas y la clase política se interrogan sobre el rumbo del país, al que no ayuda una coyuntura económica adversa.

Pois é mesmo assim que começa um artigo do espanhol "El PAIS" sobre este nosso "jardim à beira-mar plantado". Vale a pena ir lá lê-lo. É sempre bom saber o que os outros pensam de nós. Às tantas, a articulista escreve:
...
El rumbo del Gobierno, liderado por el socialista José Sócrates, que llegó al poder en marzo pasado, es el mismo de uno de sus antecesores, José Manuel Durão Barroso, y de Pedro Santana Lopes. O sea, el rigor y la austeridad en los gastos públicos y más sacrificios para los consumidores. Tal y como había hecho Durão Barroso, Sócrates prometió durante la campaña electoral no subir impuestos, pero una de sus primeras medidas fue pasar el IVA del 19% al 21%. Según indicaron los sondeos, el electorado le perdonó esta primera frustración. Otras medidas posteriores le hicieron llegar al verano con el prestigio y la confianza que había conquistado bajo mínimos, lo que arrojó más madera a la hoguera del pesimismo.
El ministro de Hacienda, Luís Campos e Cunha, renunció al Gobierno poco más de 100 días después de asumir el cargo. Un duro golpe, dada la gran tendencia a huir manifestada en los últimos años por los gobernantes de Lisboa. Primero fue Guterres, en 2001, que se dijo incapaz de conducir los destinos del país, dado el "pantano" hacia donde caminaba. Después fue Barroso, que a la primera oportunidad prefirió cambiar Lisboa por Bruselas. Y sólo cuatro meses después, su sustituto fue destituido por el presidente de la República, harto de polémicas relacionadas con la figura de Santana Lopes. Un desgaste para el electorado y una sensación de que el país no es gobernable.
Pero antes de irse de vacaciones, Sócrates encendió la hoguera final que acabó por castigar su popularidad: eligió a diversos miembros del aparato del Partido Socialista, incluidos amigos personales suyos, para importantes cargos en la administración de empresas públicas o controladas por el Estado. Tras defender un discurso de austeridad, en el que insistió "en la moralización de la vida política y pública", impulsando leyes que recortaban los privilegios de los políticos y altos cargos de la Administración, era imposible cometer un error más grave. "Sócrates está fracasando en una de las vertientes esenciales de su proyecto político: recuperar la confianza de los portugueses en la clase dirigente y hacerles creer en su capacidad para superar la crisis", afirma Manuel Carvalho. Por primera vez, a finales de julio, Sócrates registró niveles negativos de popularidad en las encuestas publicadas mensualmente en la prensa.

...

28 de agosto de 2005

Que desperdício...


(foto da Visão)
Uma mulher destas, com aquele QI monumental... ai... ai...

A lusa obsessão pelo rigor dos números

O jornal "A Bola", edição on-line, apresenta um gráfico com a posição classificativa dos "3 grandes" no final de cada jornada. Lá estão os três risquinhos coloridos. Um risquinho verde na 3ª posição, um azul na 6ª, e um vermelho na posição... 6º+.
Ora 6º+ deve ser qualquer coisa abaixo de 6º mas acima de 7º. Deve, portanto, ser uma classificação de 6 vírgula qualquer coisa.
Quer isto dizer que o Benfica, no final na 1ª jornada do campeonato, estava na posição 6 vírgula qualquer coisa!
Isto faz-me lembrar aquela história do outro que telefonou "mais de duas vezes", e do valor do défice que se deverá situar nos 6,830%.
É extraordinário o apego dos portugueses à exactidão dos números...


Dão-se alvíssaras a quem adivinhar o gráfico no final da 2ª jornada.

Vitória (a águia)

Hoje não vi o jogo. Vinha em viagem e só ouvi o relato na Antena 1. Prometi a mim mesmo ser isento. Apreciar o jogo. O "jogo pelo jogo". Sem clubismos.
Pois foi. Mas depois daquele quarto de hora... não consegui resistir por mais tempo e...
passei a torcer pela melhor equipa!

GIL VICENTE

24 de agosto de 2005

Desterrado

O Azurara tem estado desterrado num oásis ... descansando...
Mas nem por isso se tem mantido afastado do que se passa na nossa terrinha.
Em particular, tem registado o êxito da acção governamental no combate às chamas em Coimbra - não ardeu quase nada, pelo menos nada que se compare com 2003 - e até viu o actual (porque regressado) Primeiro-Ministro agradecendo la preciosa ayuda de nuestro hermanos com dos 1/2 (medios) aereos.
E, obviamente, tomou conhecimento da polémica Netito-Mochito lá pelas Terras de Azurara e Tavares.
Muy bien...

19 de agosto de 2005

NÃO SE PERDE NADA EM TENTAR

(recebida por e-mail)

Está previsto que o preço da gasolina irá ultrapassar brevemente os 1,40 Euros/litro e o do gasóleo os 1,20 Euros/litro.
Quer que os preços baixem?
É preciso agir conjunta e solidariamente.


Alguém sugeriu uma ideia genial, muito mais sensata que aquela em que nos pedem para não comprar gasolina no dia tal e no dia tal. As empresas petrolíferas rir-se-iam desta campanha porque sabiam que nós não poderíamos ser continuamente prejudicados recusando sistematicamente comprar gasóleo e gasolina: seria muito mais uma estupidez da nossa parte do que um problema para elas (empresas).
Mas a proposta seguinte poderá ter resultados bastante eficazes, se para tal for levada a rigor. Leia completamente esta mensagem e junte-se a nós.

Os mercados internacionais aumentam constantemente os preços através de medidas especulativas como relatórios pessimistas, por exemplo, em relação à possível eleição dos ultra-conservadores no Irão no final do ano. Ridículo! As empresas petrolíferas e a OPEP querem fazer-nos crer que o preço que elas nos impõem é um bom negócio para ambas as partes. Mas, muito provavelmente, os 0,60 Euros/litro para o gasóleo e os 0,80 Euros/litro para a gasolina já seriam preços mais do que justos.
Parece existir uma cartelização no sector dos combustíveis. No entanto, o facto de ser um sector oligopolístico, e em que há paralelismo na fixação de preços, não significa, só por si, que há um cartel. Estamos perante um produto homogéneo em que o grande peso no preço final é o preço internacional do petróleo, o que implica um paralelismo na evolução dos preços. De facto, a Galp tem o monopólio da refinação e existe pouca importação directa pelas outras petrolíferas. Além disso, a Galp controla, também, uma série de infra-estruturas de armazenagem. Assim, a falta de concorrência estrutural no mercado português é um factor importante.
Temos de actuar decididamente para lhes mostrar que, num mercado livre e concorrencial, são ambos os compradores e os vendedores que controlam os preços de mercado e não apenas um deles. Face aos aumentos, por vezes até mais do que uma vez por semana, do preço dos combustíveis, devemos reagir como consumidores que somos. A única forma de se verificar a queda do preço terá de passar por uma vontade firme em não comprarmos gasolina ou gasóleo a essas empresas petrolíferas, mas sem que sejamos nós os prejudicados.
Como necessitamos das nossas viaturas não podemos prescindir dos combustíveis, mas, poderemos actuar de forma a ter um impacte real no mercado dos combustíveis se agirmos todos juntos contra estes preços.

EIS A PROPOSTA:
NÃO COMPRAR UMA GOTA DE COMBUSTÍVEL ÀS TRÊS MAIORES EMPRESAS DE COMBUSTÍVEIS NO PAÍS: GALP, BP E REPSOL.


EXISTEM OUTRAS EMPRESAS COMO A CEPSA, ELF, ESSO, ETC...

Se aquelas empresas virem as suas vendas de combustíveis reduzirem, serão obrigadas a baixar os seus preços. Se uma delas baixar os seus preços, as outras empresas terão também de os baixar.
Mas para criar o tal impacte, temos de conseguir a compreensão e a colaboração de milhões de clientes da Galp, BP e Repsol.
A Internet dá-nos a possibilidade de conseguir isso. Se esta mensagem for entregue a 10 pessoas e se cada uma destas dez a transmitir a dez pessoas amigas e assim por diante, esta mensagem será lida por cerca de UM MILHÃO DE CONSUMIDORES após seis gerações (envios).

Tudo o que temos a fazer é enviar desde hoje esta mensagem a dez pessoas amigas e pedir-lhes para fazerem o mesmo, as outras fazerem o mesmo e assim sucessivamente. E, claro está, em paralelo abster-se de reabastecer a(s) viatura(s) naquelas empresas, ou seja BOICOTÁ-LAS.
E é tudo!
Se agirmos conjuntamente vamos conseguir a diferença! Acredite que pode provocá-la e passe esta mensagem aos seus amigos e conhecidos.
Mesmo que não tenha viatura, pode distribuir a mensagem seguinte aos seus amigos, por uma guerra inteligente contra os preços das empresas petrolíferas...
NÃO SE PERDE NADA EM TENTAR

Dia extenuante...


teve José Sócrates, hoje que veio substituir o Primeiro-Ministro de Portugal.

O caso é tão grave que até a insuspeita (porque esquerdista) "Visão" acusa o toque

17 de agosto de 2005

"A Ota fica muito longe"

Disse-o Fernando Pinto, o administrador que resgatou a TAP da situação de falência.
Disse ainda que, com o tempo, a Portela ficará saturada e que, para evitar isso, deveria ser construído um pequeno aeroporto, próximo de Lisboa, direccionado para voos "charter" e companhias "low cost".
Mas disse mais:
Disse que a renovação do seu contrato ainda não tinha sido assinada pelo Ministro...

Venha daí o próximo boy!

Isto é notícia?


Parece que sim!
Em Portugal, é notícia o Primeiro-Ministro presidir ao Conselho de Ministros. Fantástico.
Bom, também é verdade que não se passou nada...

16 de agosto de 2005

Recomendado

Pousada da Flor da Rosa (Crato)
Numa antiga Igreja-Fortaleza da Ordem de Malta
Excelente!

Salutar e oportuna preocupação

é a revelada pelo superministro António Costa ao mandar indagar da existência de trabalho infantil nas corporações de bombeiros.

(no Público)
O Azurara pensa que, já agora, não daria muito trabalho mandar indagar se há menores a atear fogos.

Meios aéreos

Ontem, um incêndio florestal lá para o norte, zona de Bragança, salvo erro, galgou a fronteira. Mas em Espanha não ardeu quase nada. Rapidamente foi controlado.
Fiquei a pensar se não será por nós alugarmos meios aéreos

e os espanhois usarem mesmo aviões!

Jornalistas...

Duas vezes vírgula quê?

Sim, isto também deve ter um "nível" muito baixo. Quiçá subtârreno, quem sabe. Ou tão baixo que será mesmo "abaixo de zero".
Pois... Mas não fui eu que escrevi isto:

O superministro foi ao Parlamento informar os deputados que mandou o primeiro-ministro e o Presidente da República continuarem em férias. Costa disse a Sócrates e a Sampaio que "o que tinha de ser feito estava a ser feito". Por qualquer razão que a razão desconhece, os chefes do Executivo e do Estado acreditaram.

É melhor ler tudo aqui. É onde se explica que o PM telefonou duas vezes vírgula qualquer coisa (que isto da exatidão é muito importante) para saber se havia de interromper as férias por causa dessa bagatela dos incêndios, tendo ficado tão sossegado com as palavras do superministro que, vindo do safari, se foi logo refugiar num ressort algarvio.

Mas foram palavras avisadas as do superministro. É que, de facto, e contrariamente a anos anteriores, a responsabilidade (pelos fogos florestais e pelo seu combate) não é do governo.