30 de setembro de 2005
28 de setembro de 2005
27 de setembro de 2005
Habitual sensacionalismo
da DECO.
É o que se pode concluir das declarações prestadas pelos diversos responsáveis acerca dos resultados do estudo da radioactividade das águas. Ora leiam lá o que diz o Director do IPO do Porto:
Interpelado sobre o alerta, o médico Artur Osório, director do Instituto Português de Oncologia (IPO), no Porto, observou que não tinha qualquer registo de incidência de problemas cancerígenos em consumidores habituais das referidas águas engarrafadas e que só dentro de dois dias pode revelar se os casos nas zonas das redes públicas de água denunciadas pela Deco estão acima da média nacional. [...] Artur Osório considera também importante uma análise mais detalhada sobre os elementos químicos que provocam a radioactividade, até porque há casos como o iodo que têm uma função muito positiva na saúde, pois é o grande estimulador da tiróide, uma glândula muito importante para o crescimento e reguladora de vários sistemas do organismo humano. [...] O director do IPO do Porto recorda que ainda há poucos anos a radioctividade da água era apresentada nas termas do Gerês, no Alto Minho, como motivo para atrair visitantes, sendo destacadas as suas qualidades terapêuticas.
Ai esta sede de vender...
É o que se pode concluir das declarações prestadas pelos diversos responsáveis acerca dos resultados do estudo da radioactividade das águas. Ora leiam lá o que diz o Director do IPO do Porto:
Interpelado sobre o alerta, o médico Artur Osório, director do Instituto Português de Oncologia (IPO), no Porto, observou que não tinha qualquer registo de incidência de problemas cancerígenos em consumidores habituais das referidas águas engarrafadas e que só dentro de dois dias pode revelar se os casos nas zonas das redes públicas de água denunciadas pela Deco estão acima da média nacional. [...] Artur Osório considera também importante uma análise mais detalhada sobre os elementos químicos que provocam a radioactividade, até porque há casos como o iodo que têm uma função muito positiva na saúde, pois é o grande estimulador da tiróide, uma glândula muito importante para o crescimento e reguladora de vários sistemas do organismo humano. [...] O director do IPO do Porto recorda que ainda há poucos anos a radioctividade da água era apresentada nas termas do Gerês, no Alto Minho, como motivo para atrair visitantes, sendo destacadas as suas qualidades terapêuticas.
Ai esta sede de vender...
25 de setembro de 2005
Escola, autonomia e descentralização
Titula o Expresso de hoje (em papel, página 21) que as “Escolas não cumprem horários”.
Trata-se da problemática surgida na sequência da determ
inação, pela Ministra da Educação, que as escolas do 1º Ciclo se mantenham abertas pelo menos até às 17H30.
Ora, acontece que em muitas escolas de muitos municípios, esta medida não traz nada de novo. Aqui em Mangualde, por exemplo, a generalidade das escolas já acolhia os alunos entre as 7H45 e as 18H30. Pode, mesmo, dizer-se que este horário só não era praticado nas escolas isoladas e com escasso número de alunos. E também não será, já que o despacho da Ministra as excepciona.
Caso semelhante, e de resto complementar, se passa com o almoço das crianças nas escolas.
Importa perceber que a oferta e a organização destas componentes, de cariz eminentemente social, não derivou de qualquer preocupação governamental. Antes foram as Associações de Pais e, sobretudo, as Autarquias, a compreenderem que o actual ritmo de vida dos cidadãos exige que possam deixar os filhos na escola durante o seu dia de trabalho. Como tal, a organização destas componentes não seguiu nenhum modelo definido centralmente. No caso das autarquias, cada uma procedeu da forma que terá achado mais adequada aos objectivos. E, naturalmente, cada uma foi avaliando os seus resultados e processos, ao mesmo tempo que os foi comparando com os do município vizinho, aperfeiçoando-se e aumentando a qualidade dos seus serviços, ao seu próprio ritmo, de acordo com as suas especificidades, e sem a preocupação de seguir um modelo padronizado.
Tratou-se de um fenómeno muito interessante por duas razões:
Em primeiro lugar, porque este fenómeno representa a materialização de dois conceitos repetidamente reclamados pelos professores: descentralização e autonomia.
Em segundo lugar, porque, com honrosas excepções, as escolas se alhearam dele. Quando tudo levaria a crer que seriam elas a sentir a “necessidade” de alargar o seu leque de serviços, aconteceu exactamente o contrário. Alhearam-se. Em muitos casos, até resistiram e obstacularizaram, alegando que “a escola não é um armazém”. E as autarquias tiveram de arcar com tudo, até mesmo com a totalidade do pessoal necessário, enquanto o do quadro do M.E. continuou a fazer o mesmo que antes, normalmente subaproveitado. Quanto a professores… nem vê-los.
Como é bom de perceber, apesar de em muitas escolas de muitos municípios já haver prolongamento de horário, continuam a existir muitas outras que não o praticam. Compreende-se, por isso, a iniciativa da Ministra. “É preciso generalizar a oferta deste serviço!” Mas há outra coisa interessante: é que a Ministra não disse “como”; não “normativizou”. A Ministra deu autonomia às escolas para encontrarem a solução mais ajustada ao seu contexto; descentralizou. E isso, no meu entender, é de aplaudir!
Preocupante é mesmo o que diz o dirigente sindical da FENPROF citado pelo Expresso: “A confusão é muita porque o Ministério limitou-se a dizer «faça-se»”!
Pois é: os velhos paradigmas da planificação centralizada, do igualitarismo e do uniformismo, continuam a pautar o pensamento desta malta da esquerda!
Quanto à reclamada autonomia … eu sempre disse que eles, bem lá no fundo, nunca a desejaram!
Trata-se da problemática surgida na sequência da determ
inação, pela Ministra da Educação, que as escolas do 1º Ciclo se mantenham abertas pelo menos até às 17H30.Ora, acontece que em muitas escolas de muitos municípios, esta medida não traz nada de novo. Aqui em Mangualde, por exemplo, a generalidade das escolas já acolhia os alunos entre as 7H45 e as 18H30. Pode, mesmo, dizer-se que este horário só não era praticado nas escolas isoladas e com escasso número de alunos. E também não será, já que o despacho da Ministra as excepciona.
Caso semelhante, e de resto complementar, se passa com o almoço das crianças nas escolas.
Importa perceber que a oferta e a organização destas componentes, de cariz eminentemente social, não derivou de qualquer preocupação governamental. Antes foram as Associações de Pais e, sobretudo, as Autarquias, a compreenderem que o actual ritmo de vida dos cidadãos exige que possam deixar os filhos na escola durante o seu dia de trabalho. Como tal, a organização destas componentes não seguiu nenhum modelo definido centralmente. No caso das autarquias, cada uma procedeu da forma que terá achado mais adequada aos objectivos. E, naturalmente, cada uma foi avaliando os seus resultados e processos, ao mesmo tempo que os foi comparando com os do município vizinho, aperfeiçoando-se e aumentando a qualidade dos seus serviços, ao seu próprio ritmo, de acordo com as suas especificidades, e sem a preocupação de seguir um modelo padronizado.
Tratou-se de um fenómeno muito interessante por duas razões:
Em primeiro lugar, porque este fenómeno representa a materialização de dois conceitos repetidamente reclamados pelos professores: descentralização e autonomia.
Em segundo lugar, porque, com honrosas excepções, as escolas se alhearam dele. Quando tudo levaria a crer que seriam elas a sentir a “necessidade” de alargar o seu leque de serviços, aconteceu exactamente o contrário. Alhearam-se. Em muitos casos, até resistiram e obstacularizaram, alegando que “a escola não é um armazém”. E as autarquias tiveram de arcar com tudo, até mesmo com a totalidade do pessoal necessário, enquanto o do quadro do M.E. continuou a fazer o mesmo que antes, normalmente subaproveitado. Quanto a professores… nem vê-los.
Como é bom de perceber, apesar de em muitas escolas de muitos municípios já haver prolongamento de horário, continuam a existir muitas outras que não o praticam. Compreende-se, por isso, a iniciativa da Ministra. “É preciso generalizar a oferta deste serviço!” Mas há outra coisa interessante: é que a Ministra não disse “como”; não “normativizou”. A Ministra deu autonomia às escolas para encontrarem a solução mais ajustada ao seu contexto; descentralizou. E isso, no meu entender, é de aplaudir!
Preocupante é mesmo o que diz o dirigente sindical da FENPROF citado pelo Expresso: “A confusão é muita porque o Ministério limitou-se a dizer «faça-se»”!
Pois é: os velhos paradigmas da planificação centralizada, do igualitarismo e do uniformismo, continuam a pautar o pensamento desta malta da esquerda!
Quanto à reclamada autonomia … eu sempre disse que eles, bem lá no fundo, nunca a desejaram!
24 de setembro de 2005
Santiago "on-line"
O Azurara recomenda a visita ao site do amigo CMatos, um escuteiro dos quatro costados e um informático militante.
A não perder as imagens panorâmicas, nomeadamente a vista a partir do Marco das Pousadas.
A não perder as imagens panorâmicas, nomeadamente a vista a partir do Marco das Pousadas.
23 de setembro de 2005
Quem anda à chuva...
20 de setembro de 2005
Obrigado...
... a todos os amigos que nos manifestaram apoio.
Eu e o Max agradecemos, reconhecidos.
(O Max é aquele tal que, caso tivesse aprendido a falar, seria hoje melhor primeiro-ministro que certos primeiros-ministros esportuladores que por aqui passaram)
Eu e o Max agradecemos, reconhecidos.
(O Max é aquele tal que, caso tivesse aprendido a falar, seria hoje melhor primeiro-ministro que certos primeiros-ministros esportuladores que por aqui passaram)
19 de setembro de 2005
Jabba The Hut
18 de setembro de 2005
Sócrates cumpre!
É o que afirma o amigo Mocho, que, em comentário ao meu post anterior, escreveu:
só aumentou um imposto e pediu desculpas pelo facto.
A culpa foi dos governos PSD
E não tem nomeado...
E vai levantar o sigilo nas situações apropriadas
Nunca disse que baixaria a idade.
por isso mais uma vez sócrates cumpre...
Palavras para quê? É um artista socialista e usa...
só aumentou um imposto e pediu desculpas pelo facto.
A culpa foi dos governos PSD
E não tem nomeado...
E vai levantar o sigilo nas situações apropriadas
Nunca disse que baixaria a idade.
por isso mais uma vez sócrates cumpre...
Palavras para quê? É um artista socialista e usa...
Populismos
Se ele não tivesse dito que não haveria aumento de impostos...
Se ele não tivesse dito que não nomearia "boys"...
Se ele não tivesse dito que levantaria o sigilo bancário...
Se ele não tivesse dito que baixaria a idade da aposentação...
Se ele não...
Bom, nesse caso, isto seria para levar a sério!
Se ele não tivesse dito que não nomearia "boys"...
Se ele não tivesse dito que levantaria o sigilo bancário...
Se ele não tivesse dito que baixaria a idade da aposentação...
Se ele não...
Bom, nesse caso, isto seria para levar a sério!

17 de setembro de 2005
Última Hora
Via Sulista, tomei conhecimento deste comunicado do Gabinete do Primeiro-Ministro:
Faz o Governo saber que, até nova ordem, tendo em consideração a actual situação das contas públicas e como medida de contenção de despesas, a luz ao fundo do túnel será desligada.
Faz o Governo saber que, até nova ordem, tendo em consideração a actual situação das contas públicas e como medida de contenção de despesas, a luz ao fundo do túnel será desligada.
16 de setembro de 2005
Referendo (II)
O amigo Mocho invocou a inscontitucionalidade da pergunta, uma vez que continha, implicitamente, duas "perguntas".
Pergunta alternativa:
Concorda que, sendo este Governo um aborto, deva ser demitido nos estritos moldes do anterior?
Pergunta alternativa:
Concorda que, sendo este Governo um aborto, deva ser demitido nos estritos moldes do anterior?
Referendo
Deu-lhes a febre! Melhor, a febre é tanta que lhes dá para delirar!
Um referendo sobre o aborto?
Entre as Autárquicas e as Presidenciais?
Assim de afogadilho?
E é mesmo para resolver os milhares que abortam repetida e clandestinamente enão são punidas por uma lei decrépita?
Não é para desviar as atenções de problemas muito mais candentes, pois não?
Pois eu apoio a realização de um outro referendo. E já tenho a pergunta:
Concorda que este governo seja considerado um aborto e demitido nos estritos termos do anterior?
Um referendo sobre o aborto?
Entre as Autárquicas e as Presidenciais?
Assim de afogadilho?
E é mesmo para resolver os milhares que abortam repetida e clandestinamente e
Não é para desviar as atenções de problemas muito mais candentes, pois não?
Pois eu apoio a realização de um outro referendo. E já tenho a pergunta:
Concorda que este governo seja considerado um aborto e demitido nos estritos termos do anterior?
Jabba The Hut
Hoje é dia de falar de cães, os quais, nas mais das vezes, são gente mais confiável que muitas pessoas.
Este é o meu Jójó - Jabba The Hut - anestesiado, na mesa de operações, enquanto lhe era extraído um feio e incomodativo quisto. Tadito!
Este é o meu Jójó - Jabba The Hut - anestesiado, na mesa de operações, enquanto lhe era extraído um feio e incomodativo quisto. Tadito!
14 de setembro de 2005
Ossos do ofício
É muito complicado explicar isto a quem estava habituado a estar na escola 14 horas por semana!
Obs: Os "S" são substituições
13 de setembro de 2005
12 de setembro de 2005
Escolas e Educação pela Europa
(No Público de 11/09/2005, edição em papel, página 7)
Em INGLATERRA
Estabelecimentos de ensino têm um ano para melhorar
As escolas inglesas que não passarem na avaliação do organismo independente responsável pela avaliação (Ofsted) vão passar a ter apenas 12 meses para apresentar resultados, em vez dos 18 meses a seis anos em vigor. Se depois de aplicadas as "medidas especiais" determinadas e supervisionadas pelos inspectores a situação não tiver evoluído, ao fim de um ano as escolas encerram ou mudam de direcção, anunciou esta semana a ministra da Educação, Ruth Kelly. "Não podemos permitir que as crianças que frequentam as escolas mais fracas sejam prejudicadas", justificou. O programa poderá entrar em vigor no próximo ano e prevê que uma escola que não tenha sucesso feche pura e simplesmente, passe a ser gerida por um estabelecimento vizinho ou reabra sob uma nova direcção, seja ela uma iniciativa de um grupo de pais, que recebem dinheiro do Estado para gerir a escola, de uma confissão religiosa ou patrocinadas por empresas e organizações privadas. Os professores já contestaram a medida.
Ai se o Eng. Pinto de Sousa lê o Público... Mário Soares "vai-lhe às trombas" pela certa. É que isto não é nada keynesiano...
___________________________________________________________________
Em FRANÇA
Alunos do 1.° ciclo vão aprender a recitar hino
Os alunos franceses vão aprender não só a cantar como a recitar a Marselhesa, o hino nacional. O ensino de alguns dos símbolos nacionais da França e da república, como o hino. a bandeira. as festas nacionais, foi incluído nos programas oficiais do 1.0 ciclo, há três anos. Mas as palavras do hino nunca foram ensinadas ao pormenor. Esta inovação deixou os sindicatos dos professores indignados já que consideram uma decisão mais "ideológica do que pedagógica". No entanto, há quem defenda que o ensino do hino é "legítima, para dar aos alunos um sentido de pertença a uma comunidade".
Isto devem ser coisas da Extrema Direita. Será que por lá andou o ex-ministro Paulo Portas?
Em INGLATERRA
Estabelecimentos de ensino têm um ano para melhorar
As escolas inglesas que não passarem na avaliação do organismo independente responsável pela avaliação (Ofsted) vão passar a ter apenas 12 meses para apresentar resultados, em vez dos 18 meses a seis anos em vigor. Se depois de aplicadas as "medidas especiais" determinadas e supervisionadas pelos inspectores a situação não tiver evoluído, ao fim de um ano as escolas encerram ou mudam de direcção, anunciou esta semana a ministra da Educação, Ruth Kelly. "Não podemos permitir que as crianças que frequentam as escolas mais fracas sejam prejudicadas", justificou. O programa poderá entrar em vigor no próximo ano e prevê que uma escola que não tenha sucesso feche pura e simplesmente, passe a ser gerida por um estabelecimento vizinho ou reabra sob uma nova direcção, seja ela uma iniciativa de um grupo de pais, que recebem dinheiro do Estado para gerir a escola, de uma confissão religiosa ou patrocinadas por empresas e organizações privadas. Os professores já contestaram a medida.
Ai se o Eng. Pinto de Sousa lê o Público... Mário Soares "vai-lhe às trombas" pela certa. É que isto não é nada keynesiano...
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Em FRANÇA
Alunos do 1.° ciclo vão aprender a recitar hino
Os alunos franceses vão aprender não só a cantar como a recitar a Marselhesa, o hino nacional. O ensino de alguns dos símbolos nacionais da França e da república, como o hino. a bandeira. as festas nacionais, foi incluído nos programas oficiais do 1.0 ciclo, há três anos. Mas as palavras do hino nunca foram ensinadas ao pormenor. Esta inovação deixou os sindicatos dos professores indignados já que consideram uma decisão mais "ideológica do que pedagógica". No entanto, há quem defenda que o ensino do hino é "legítima, para dar aos alunos um sentido de pertença a uma comunidade".
Isto devem ser coisas da Extrema Direita. Será que por lá andou o ex-ministro Paulo Portas?
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