13 de outubro de 2005

Consenso mole



Caro Dr. Anacleto:
Para combater o "consenso mole" há por aí uns químicos muito bem reputados: Sildenafil e Tadalafil. Ao que parece, também funcionam com aquelas que têm a mania que dominam.
Caso nesta matéria seja tão fundamentalista como nas outras, pode sempre recorrer a produtos naturais, como o velho Chá de Pau de Cabinda.

12 de outubro de 2005

Túneis





Como não sou de lá nem lá resido, não sei.
Alguém é capaz de me explicar qual é o problema do Túnel de Ceuta no Porto?
Sim, eu sei que tem qualquer coisa a ver com a área de protecção ao Museu Soares dos Reis. Mas o que é que isso representa, efectivamente, para os portuenses?

11 de outubro de 2005

Um gesto bonito






Depois das eleições...

Falcon e Futebol

Nada de comparações mesquinhas, seus maldosos.
O Senhor Primeiro-Ministro mais não fez que aproveitar uma boleia, numa viagem que já estava prevista, que até era de manutenção, e que até já tinha cabimentada a inerente despesa. Além de que, "o jogo de futebol não era um jogo qualquer", e o PM esteve presente em representação do Governo.
Por isso, qualquer comparação com uma célebre viagem oficial a Cabo Verde para assinatura de um acordo de cooperação é claramente abusiva, e mais não visa que a desacreditação do Governo.

8 de outubro de 2005

Eleições em Mangualde (II)

Estas pessoas não se foram esconder dentro de um pavilhão.
Estiveram num comício, ao ar livre, à vista de todos, no maior largo da cidade!
E tanto as podemos fotografar a partir deste ângulo...

... como deste ...

... porque são sempre muitas!

28 de setembro de 2005

27 de setembro de 2005

Habitual sensacionalismo

da DECO.
É o que se pode concluir das declarações prestadas pelos diversos responsáveis acerca dos resultados do estudo da radioactividade das águas. Ora leiam lá o que diz o Director do IPO do Porto:
Interpelado sobre o alerta, o médico Artur Osório, director do Instituto Português de Oncologia (IPO), no Porto, observou que não tinha qualquer registo de incidência de problemas cancerígenos em consumidores habituais das referidas águas engarrafadas e que só dentro de dois dias pode revelar se os casos nas zonas das redes públicas de água denunciadas pela Deco estão acima da média nacional. [...] Artur Osório considera também importante uma análise mais detalhada sobre os elementos químicos que provocam a radioactividade, até porque há casos como o iodo que têm uma função muito positiva na saúde, pois é o grande estimulador da tiróide, uma glândula muito importante para o crescimento e reguladora de vários sistemas do organismo humano. [...] O director do IPO do Porto recorda que ainda há poucos anos a radioctividade da água era apresentada nas termas do Gerês, no Alto Minho, como motivo para atrair visitantes, sendo destacadas as suas qualidades terapêuticas.

Ai esta sede de vender...

25 de setembro de 2005

Escola, autonomia e descentralização

Titula o Expresso de hoje (em papel, página 21) que as “Escolas não cumprem horários”.
Trata-se da problemática surgida na sequência da determinação, pela Ministra da Educação, que as escolas do 1º Ciclo se mantenham abertas pelo menos até às 17H30.
Ora, acontece que em muitas escolas de muitos municípios, esta medida não traz nada de novo. Aqui em Mangualde, por exemplo, a generalidade das escolas já acolhia os alunos entre as 7H45 e as 18H30. Pode, mesmo, dizer-se que este horário só não era praticado nas escolas isoladas e com escasso número de alunos. E também não será, já que o despacho da Ministra as excepciona.
Caso semelhante, e de resto complementar, se passa com o almoço das crianças nas escolas.
Importa perceber que a oferta e a organização destas componentes, de cariz eminentemente social, não derivou de qualquer preocupação governamental. Antes foram as Associações de Pais e, sobretudo, as Autarquias, a compreenderem que o actual ritmo de vida dos cidadãos exige que possam deixar os filhos na escola durante o seu dia de trabalho. Como tal, a organização destas componentes não seguiu nenhum modelo definido centralmente. No caso das autarquias, cada uma procedeu da forma que terá achado mais adequada aos objectivos. E, naturalmente, cada uma foi avaliando os seus resultados e processos, ao mesmo tempo que os foi comparando com os do município vizinho, aperfeiçoando-se e aumentando a qualidade dos seus serviços, ao seu próprio ritmo, de acordo com as suas especificidades, e sem a preocupação de seguir um modelo padronizado.
Tratou-se de um fenómeno muito interessante por duas razões:
Em primeiro lugar, porque este fenómeno representa a materialização de dois conceitos repetidamente reclamados pelos professores: descentralização e autonomia.
Em segundo lugar, porque, com honrosas excepções, as escolas se alhearam dele. Quando tudo levaria a crer que seriam elas a sentir a “necessidade” de alargar o seu leque de serviços, aconteceu exactamente o contrário. Alhearam-se. Em muitos casos, até resistiram e obstacularizaram, alegando que “a escola não é um armazém”. E as autarquias tiveram de arcar com tudo, até mesmo com a totalidade do pessoal necessário, enquanto o do quadro do M.E. continuou a fazer o mesmo que antes, normalmente subaproveitado. Quanto a professores… nem vê-los.

Como é bom de perceber, apesar de em muitas escolas de muitos municípios já haver prolongamento de horário, continuam a existir muitas outras que não o praticam. Compreende-se, por isso, a iniciativa da Ministra. “É preciso generalizar a oferta deste serviço!” Mas há outra coisa interessante: é que a Ministra não disse “como”; não “normativizou”. A Ministra deu autonomia às escolas para encontrarem a solução mais ajustada ao seu contexto; descentralizou. E isso, no meu entender, é de aplaudir!

Preocupante é mesmo o que diz o dirigente sindical da FENPROF citado pelo Expresso: “A confusão é muita porque o Ministério limitou-se a dizer «faça-se»”!

Pois é: os velhos paradigmas da planificação centralizada, do igualitarismo e do uniformismo, continuam a pautar o pensamento desta malta da esquerda!
Quanto à reclamada autonomia … eu sempre disse que eles, bem lá no fundo, nunca a desejaram!

24 de setembro de 2005

Santiago "on-line"

O Azurara recomenda a visita ao site do amigo CMatos, um escuteiro dos quatro costados e um informático militante.
A não perder as imagens panorâmicas, nomeadamente a vista a partir do Marco das Pousadas.

Vou imediatamente...

... assinar o manifesto de apoio.


Apoie também!

23 de setembro de 2005

20 de setembro de 2005

Triste sina

Sempre que o meu CLUBE tem a hipótese de passar para a FRENTE...

Obrigado...

... a todos os amigos que nos manifestaram apoio.
Eu e o Max agradecemos, reconhecidos.
(O Max é aquele tal que, caso tivesse aprendido a falar, seria hoje melhor primeiro-ministro que certos primeiros-ministros esportuladores que por aqui passaram)

19 de setembro de 2005

Jabba The Hut

Em fase de franca recuperação, depois de hoje ter corrido, saltado e brincado com a minha filha, parou, deitou-se e morreu.

18 de setembro de 2005

Sócrates cumpre!

É o que afirma o amigo Mocho, que, em comentário ao meu post anterior, escreveu:

só aumentou um imposto e pediu desculpas pelo facto.
A culpa foi dos governos PSD
E não tem nomeado...
E vai levantar o sigilo nas situações apropriadas
Nunca disse que baixaria a idade.
por isso mais uma vez sócrates cumpre...

Palavras para quê? É um artista socialista e usa...

Populismos

Se ele não tivesse dito que não haveria aumento de impostos...
Se ele não tivesse dito que não nomearia "boys"...
Se ele não tivesse dito que levantaria o sigilo bancário...
Se ele não tivesse dito que baixaria a idade da aposentação...
Se ele não...

Bom, nesse caso, isto seria para levar a sério!

17 de setembro de 2005

Sai uma balde de água com sabão

para o candidato Carrilho lavar a vergonha
com que se cobriu.

Destino: Picheleira.








Última Hora

Via Sulista, tomei conhecimento deste comunicado do Gabinete do Primeiro-Ministro:

Faz o Governo saber que, até nova ordem, tendo em consideração a actual situação das contas públicas e como medida de contenção de despesas, a luz ao fundo do túnel será desligada.

16 de setembro de 2005

Referendo (II)

O amigo Mocho invocou a inscontitucionalidade da pergunta, uma vez que continha, implicitamente, duas "perguntas".

Pergunta alternativa:

Concorda que, sendo este Governo um aborto, deva ser demitido nos estritos moldes do anterior?

Referendo

Deu-lhes a febre! Melhor, a febre é tanta que lhes dá para delirar!
Um referendo sobre o aborto?
Entre as Autárquicas e as Presidenciais?
Assim de afogadilho?
E é mesmo para resolver os milhares que abortam repetida e clandestinamente e não são punidas por uma lei decrépita?
Não é para desviar as atenções de problemas muito mais candentes, pois não?

Pois eu apoio a realização de um outro referendo. E já tenho a pergunta:

Concorda que este governo seja considerado um aborto e demitido nos estritos termos do anterior?

Jabba The Hut

Hoje é dia de falar de cães, os quais, nas mais das vezes, são gente mais confiável que muitas pessoas.
Este é o meu Jójó - Jabba The Hut - anestesiado, na mesa de operações, enquanto lhe era extraído um feio e incomodativo quisto. Tadito!

14 de setembro de 2005

Ossos do ofício

É muito complicado explicar isto a quem estava habituado a estar na escola 14 horas por semana!

Obs: Os "S" são substituições

13 de setembro de 2005

Fernando Ruas

Eu sei que muita gente gostaria que os autarcas, em vez de eleitos, fossem indigitados.

Eu também!

12 de setembro de 2005

Escolas e Educação pela Europa

(No Público de 11/09/2005, edição em papel, página 7)

Em INGLATERRA
Estabelecimentos de ensino têm um ano para melhorar


As escolas inglesas que não passarem na avaliação do organismo independente responsável pela avaliação (Ofsted) vão passar a ter apenas 12 meses para apre­sentar resultados, em vez dos 18 meses a seis anos em vigor. Se depois de aplicadas as "medidas especiais" determinadas e supervisionadas pelos inspectores a situação não tiver evoluído, ao fim de um ano as escolas encerram ou mudam de direcção, anun­ciou esta semana a ministra da Educação, Ruth Kelly. "Não podemos permitir que as crianças que frequentam as escolas mais fracas sejam prejudicadas", justificou. O programa poderá entrar em vigor no próximo ano e pre­vê que uma escola que não tenha sucesso feche pura e simplesmente, passe a ser gerida por um estabelecimento vizinho ou reabra sob uma nova direcção, seja ela uma iniciativa de um grupo de pais, que recebem dinheiro do Estado para gerir a escola, de uma confissão religiosa ou patrocinadas por empresas e organizações privadas. Os professores já contestaram a medida.

Ai se o Eng. Pinto de Sousa lê o Público... Mário Soares "vai-lhe às trombas" pela certa. É que isto não é nada keynesiano...
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Em FRANÇA
Alunos do 1.° ciclo vão aprender a recitar hino

Os alunos franceses vão aprender não só a cantar co­mo a recitar a Marselhesa, o hino nacional. O ensino de alguns dos símbolos nacionais da França e da república, como o hino. a bandeira. as festas nacionais, foi incluído nos programas oficiais do 1.0 ciclo, há três anos. Mas as pa­lavras do hino nunca foram ensinadas ao pormenor. Esta inovação deixou os sindicatos dos professores indignados já que consideram uma decisão mais "ideológica do que peda­gógica". No entanto, há quem defenda que o ensino do hino é "legítima, para dar aos alu­nos um sentido de pertença a uma comunidade".

Isto devem ser coisas da Extrema Direita. Será que por lá andou o ex-ministro Paulo Portas?

11 de setembro de 2005

Sporting!



Só uma coisa ficou a ensombrar o derby:


O Benfica meteu o seu primeiro golo em três jogos da temporada. E que golão!

Força de bloqueio

De resto foi exactamente isto que Mário Soares fez com o governo de Cavaco Silva quando não era uma "força de bloqueio".

Jorge Sampaio também nunca deixou de colaborar com governos legitimados por maiorias parlamentares.

(ler no Público)
Mentir melhor só mesmo quatro tipos fardados a olhar nos meus olhos...

Ainda a propósito de Soares é de realçar este texto que escreveu no La Vanguardia, (no rescaldo do Katrina), e que respinguei no Bloguítica;
Ahora EE.UU. está necesitado de un nuevo Roosevelt como el pan que llevarse a la boca; de alguien capaz de reforzar el poder del Estado y de lanzar nuevas políticas neokeynesianas. Aunque tengo la impresión de que, para ello, habrán de pasar tres años más. Y hasta entonces, ¿cuántas catástrofes y cuánto sufrimiento tendremos que soportar?

Um novo Roosevel... reforçar o poder do Estado... políticas keynesianas...
Livra! Isto não é do passado. Isto é do tempo das gravuras da barragem!

10 de setembro de 2005

Brinca comigo, Maria

Hoje, largo repleto, fui ver o Emanuel!
Vi-o mal porque a Lúcia e a Vera (talvez os nomes não fossem bem estes) não deram descanso aos meus olhos, de tal modo se mexiam...
O que é certo é que o homem, pimba, pimba, em três penadas pôs o povo às palminhas e aos "Eias!". Um “artista” da comunicação…
E as letras…
Fica aqui uma das mais aplaudidas. Um primor!

SOU BOMBEIRO DE PROFISSÃO EU JOGO NO TOTOLOTO
E NO VERÃO UM CERTO DIA E SONHO COM O DINHEIRO
AO APAGAR UM FOGO PARA LHE DAR VIDA NOVA
EU CONHECI A MARIA E ENCHER-LHE O MEALHEIRO

EU GOSTO MUITO DELA EU ATÉ ANDO A ESTUDAR
E JÁ LHE DEI MEU CORAÇÃO PARA SER PROMOVIDO
MAS SE EU QUERO BRINCAR TALVEZ ELA ASSIM BRINQUE
ELA DIZ LOGO QUE NÃO E FIQUE TUDO RESOLVIDO

ELA QUER QUE EU MONTE CASA
QUE DEPOIS TUDO DARÁ
EU MONTAVA, AI SE MONTAVA
MAS A VIDA ESTÁ TÃO MÁ

FALEI COM O COMANDANTE
PARA TER MAIS ORDENADO
ELE DISSE QUE NÃO
E LÁ FIQUEI EU TRAMADO

BRINCA COMIGO, MARIA BRINCA COMIGO
BRINCA COMIGO QUE EU SOU UM RAPAZ SOLTEIRO
BRINCA COMIGO, MARIA BRINCA COMIGO
DEIXA-ME SER, DEIXA-ME SER O TEU BOMBEIRO

BRINCA COMIGO, MARIA BRINCA COMIGO
QUERO EM TEU CORPO O MEU FOGO APAGAR
BRINCA COMIGO, MARIA BRINCA COMIGO
QUE EU PROMETO A VIDA INTEIRA TE AMAR

9 de setembro de 2005

Presidenciais (III)

Quando ia para o trabalho, ouvindo a rádio, surpreeendo um jornalista perguntando a Fernando Henrique Cardoso - Presidente do Brasil - se, em face do que se passa, (a bronca do mensalão), não encarava a possibilidade de vir a recandidatar-se à presidência da república brasileira.
Resposta pronta:
- Oh! Não! No meu país há muitos políticos com experiência suficiente para facilmente se candidatarem e virem a exercer o cargo. Não é como em Portugal.

Pois! Por cá não há.
Ou melhor: haver até havia, mas... a vaidade...
É como diz o Ruvasa...

8 de setembro de 2005

Estudos? Para quê?











13 milhões de euros para estudos? Sobre o TGV?
Então o ministro Lino não disse que os estudos estavam feitos? Que a decisão estava tomada?
Será já para projectos?
E o ministro Lino, que não precisa de estudos, precisará de projectos?

6 de setembro de 2005

Limitação de mandatos


Este senhor é

A FAVOR!

Combate a incêndios


Está resolvido!

Segundo consta, António Costa vai alugar comprar uma frota destes Beriev 200.

200 toneladas de água!

E com uma vantagem suplementar:

Não são americanos. São ... russos!











4 de setembro de 2005

Autárquicas

Enquanto "a gata" cantava, estes dois confraternizavam.
Há muitos anos que são bons amigos... e irão continuar a sê-lo!
O Azurara, que recolheu a foto, ficou incumbido de pôr a seguinte legenda:

O candidato e o futuro presidente da câmara de Mangualde...

3 de setembro de 2005

Presidenciais (II)

Cá está o candidato da esquerrda moderrna e da rrenovação socialista.

Nós sabemos o nome dele:
Ele chama-se Márrio Soarres
Ele chama-se Álvarro Cunhal
Ele chama-se Hugo Chavez
Ele chama-se Fidel Castrro
Ele chama-se Vladimirr Lenine
Ele chama-se Leão Trrotsky
Ele chama-se José Estaline
Ele chama-se Mao ZeDong
Ele chama-se Kim Il-Sung

Nós sabemos bem os nomes dele!

Presidenciais

Para além dos já conhecidos, Soares tem dois novos concorrentes: Parkinson e Alzheimer.

(Foi-me dada a conhecer por destacado militante socialista com a indicação expressa de não a colocar aqui... mas não resisti... e ele também não leva a mal)

Katrina, the hurricane

Sim, eu sei!
Eu bem sei que eles são americanos.
Eu bem sei que são bastardos, imperialistas, causadores do terrorismo e responsáveis pela maioria dos males que afligem a humanidade.
Sim, não me esqueci.
Mas... isto parece que foi muito pior que as piores expectactivas.
Também o mereceram! Humpf! Agora já sabem o que custa!

Só há uma coisa que me intriga:
Então Bush ainda não se demitiu? Nem o governador do Mississipi? Como assim? Nem com um "pântano" deste jaez?
Estes americanos não sabem o que é ser-se "responsável político"; não aprenderam nada com o nosso Coelho e a Ponte de Entre-os-Rios.

(mais fotos terríveis em http://www.nola.com/hurricane/katrina/)

1 de setembro de 2005

Para unir os portugueses...

eles estiveram ""...
O primeiro ainda vai unir mais quando for à apresentação do outro "seu" candidadto.
O último já tinha estado na apresentação despedida do outro "seu" candidato.
Mas estão todos unidos...

A não perder

O Arioplano.
Está cada vez mais apurado!

O regresso

Muito perto de si (infelizmente)
























(recebidas por e-mail)

31 de agosto de 2005

O Azurara errou

Afinal "A Bola" mantém a "classificação dos 3 grandes".
E, surprise, o Sporting e Porto mudaram de posição, mas o Benfica mantém-se no mesmo lugar.
6º+

Fantástico!

30 de agosto de 2005

A quase equipa

Esta foi-me enviada por e-mail. Não resisti!


E por falar em futebol, aviso que "A Bola" desistiu da sua "classificação dos 3 grandes". Não está lá! Desapareceu! Às tantas por causa do número de riscos necessários. O gráfico ia ficar muito alto. Inestético. Além de que não poderia mostrar o tal risco vermelho antes da posição de 11º+

29 de agosto de 2005

Las ilusiones devastadas de Portugal

Los incendios que por tercer año consecutivo han devastado Portugal han encendido un debate que va más allá de la falta de medios y previsión para prevenir el fuego en los bosques. Los comentaristas y la clase política se interrogan sobre el rumbo del país, al que no ayuda una coyuntura económica adversa.

Pois é mesmo assim que começa um artigo do espanhol "El PAIS" sobre este nosso "jardim à beira-mar plantado". Vale a pena ir lá lê-lo. É sempre bom saber o que os outros pensam de nós. Às tantas, a articulista escreve:
...
El rumbo del Gobierno, liderado por el socialista José Sócrates, que llegó al poder en marzo pasado, es el mismo de uno de sus antecesores, José Manuel Durão Barroso, y de Pedro Santana Lopes. O sea, el rigor y la austeridad en los gastos públicos y más sacrificios para los consumidores. Tal y como había hecho Durão Barroso, Sócrates prometió durante la campaña electoral no subir impuestos, pero una de sus primeras medidas fue pasar el IVA del 19% al 21%. Según indicaron los sondeos, el electorado le perdonó esta primera frustración. Otras medidas posteriores le hicieron llegar al verano con el prestigio y la confianza que había conquistado bajo mínimos, lo que arrojó más madera a la hoguera del pesimismo.
El ministro de Hacienda, Luís Campos e Cunha, renunció al Gobierno poco más de 100 días después de asumir el cargo. Un duro golpe, dada la gran tendencia a huir manifestada en los últimos años por los gobernantes de Lisboa. Primero fue Guterres, en 2001, que se dijo incapaz de conducir los destinos del país, dado el "pantano" hacia donde caminaba. Después fue Barroso, que a la primera oportunidad prefirió cambiar Lisboa por Bruselas. Y sólo cuatro meses después, su sustituto fue destituido por el presidente de la República, harto de polémicas relacionadas con la figura de Santana Lopes. Un desgaste para el electorado y una sensación de que el país no es gobernable.
Pero antes de irse de vacaciones, Sócrates encendió la hoguera final que acabó por castigar su popularidad: eligió a diversos miembros del aparato del Partido Socialista, incluidos amigos personales suyos, para importantes cargos en la administración de empresas públicas o controladas por el Estado. Tras defender un discurso de austeridad, en el que insistió "en la moralización de la vida política y pública", impulsando leyes que recortaban los privilegios de los políticos y altos cargos de la Administración, era imposible cometer un error más grave. "Sócrates está fracasando en una de las vertientes esenciales de su proyecto político: recuperar la confianza de los portugueses en la clase dirigente y hacerles creer en su capacidad para superar la crisis", afirma Manuel Carvalho. Por primera vez, a finales de julio, Sócrates registró niveles negativos de popularidad en las encuestas publicadas mensualmente en la prensa.

...

28 de agosto de 2005

Que desperdício...


(foto da Visão)
Uma mulher destas, com aquele QI monumental... ai... ai...

A lusa obsessão pelo rigor dos números

O jornal "A Bola", edição on-line, apresenta um gráfico com a posição classificativa dos "3 grandes" no final de cada jornada. Lá estão os três risquinhos coloridos. Um risquinho verde na 3ª posição, um azul na 6ª, e um vermelho na posição... 6º+.
Ora 6º+ deve ser qualquer coisa abaixo de 6º mas acima de 7º. Deve, portanto, ser uma classificação de 6 vírgula qualquer coisa.
Quer isto dizer que o Benfica, no final na 1ª jornada do campeonato, estava na posição 6 vírgula qualquer coisa!
Isto faz-me lembrar aquela história do outro que telefonou "mais de duas vezes", e do valor do défice que se deverá situar nos 6,830%.
É extraordinário o apego dos portugueses à exactidão dos números...


Dão-se alvíssaras a quem adivinhar o gráfico no final da 2ª jornada.

Vitória (a águia)

Hoje não vi o jogo. Vinha em viagem e só ouvi o relato na Antena 1. Prometi a mim mesmo ser isento. Apreciar o jogo. O "jogo pelo jogo". Sem clubismos.
Pois foi. Mas depois daquele quarto de hora... não consegui resistir por mais tempo e...
passei a torcer pela melhor equipa!

GIL VICENTE

24 de agosto de 2005

Desterrado

O Azurara tem estado desterrado num oásis ... descansando...
Mas nem por isso se tem mantido afastado do que se passa na nossa terrinha.
Em particular, tem registado o êxito da acção governamental no combate às chamas em Coimbra - não ardeu quase nada, pelo menos nada que se compare com 2003 - e até viu o actual (porque regressado) Primeiro-Ministro agradecendo la preciosa ayuda de nuestro hermanos com dos 1/2 (medios) aereos.
E, obviamente, tomou conhecimento da polémica Netito-Mochito lá pelas Terras de Azurara e Tavares.
Muy bien...

19 de agosto de 2005

NÃO SE PERDE NADA EM TENTAR

(recebida por e-mail)

Está previsto que o preço da gasolina irá ultrapassar brevemente os 1,40 Euros/litro e o do gasóleo os 1,20 Euros/litro.
Quer que os preços baixem?
É preciso agir conjunta e solidariamente.


Alguém sugeriu uma ideia genial, muito mais sensata que aquela em que nos pedem para não comprar gasolina no dia tal e no dia tal. As empresas petrolíferas rir-se-iam desta campanha porque sabiam que nós não poderíamos ser continuamente prejudicados recusando sistematicamente comprar gasóleo e gasolina: seria muito mais uma estupidez da nossa parte do que um problema para elas (empresas).
Mas a proposta seguinte poderá ter resultados bastante eficazes, se para tal for levada a rigor. Leia completamente esta mensagem e junte-se a nós.

Os mercados internacionais aumentam constantemente os preços através de medidas especulativas como relatórios pessimistas, por exemplo, em relação à possível eleição dos ultra-conservadores no Irão no final do ano. Ridículo! As empresas petrolíferas e a OPEP querem fazer-nos crer que o preço que elas nos impõem é um bom negócio para ambas as partes. Mas, muito provavelmente, os 0,60 Euros/litro para o gasóleo e os 0,80 Euros/litro para a gasolina já seriam preços mais do que justos.
Parece existir uma cartelização no sector dos combustíveis. No entanto, o facto de ser um sector oligopolístico, e em que há paralelismo na fixação de preços, não significa, só por si, que há um cartel. Estamos perante um produto homogéneo em que o grande peso no preço final é o preço internacional do petróleo, o que implica um paralelismo na evolução dos preços. De facto, a Galp tem o monopólio da refinação e existe pouca importação directa pelas outras petrolíferas. Além disso, a Galp controla, também, uma série de infra-estruturas de armazenagem. Assim, a falta de concorrência estrutural no mercado português é um factor importante.
Temos de actuar decididamente para lhes mostrar que, num mercado livre e concorrencial, são ambos os compradores e os vendedores que controlam os preços de mercado e não apenas um deles. Face aos aumentos, por vezes até mais do que uma vez por semana, do preço dos combustíveis, devemos reagir como consumidores que somos. A única forma de se verificar a queda do preço terá de passar por uma vontade firme em não comprarmos gasolina ou gasóleo a essas empresas petrolíferas, mas sem que sejamos nós os prejudicados.
Como necessitamos das nossas viaturas não podemos prescindir dos combustíveis, mas, poderemos actuar de forma a ter um impacte real no mercado dos combustíveis se agirmos todos juntos contra estes preços.

EIS A PROPOSTA:
NÃO COMPRAR UMA GOTA DE COMBUSTÍVEL ÀS TRÊS MAIORES EMPRESAS DE COMBUSTÍVEIS NO PAÍS: GALP, BP E REPSOL.


EXISTEM OUTRAS EMPRESAS COMO A CEPSA, ELF, ESSO, ETC...

Se aquelas empresas virem as suas vendas de combustíveis reduzirem, serão obrigadas a baixar os seus preços. Se uma delas baixar os seus preços, as outras empresas terão também de os baixar.
Mas para criar o tal impacte, temos de conseguir a compreensão e a colaboração de milhões de clientes da Galp, BP e Repsol.
A Internet dá-nos a possibilidade de conseguir isso. Se esta mensagem for entregue a 10 pessoas e se cada uma destas dez a transmitir a dez pessoas amigas e assim por diante, esta mensagem será lida por cerca de UM MILHÃO DE CONSUMIDORES após seis gerações (envios).

Tudo o que temos a fazer é enviar desde hoje esta mensagem a dez pessoas amigas e pedir-lhes para fazerem o mesmo, as outras fazerem o mesmo e assim sucessivamente. E, claro está, em paralelo abster-se de reabastecer a(s) viatura(s) naquelas empresas, ou seja BOICOTÁ-LAS.
E é tudo!
Se agirmos conjuntamente vamos conseguir a diferença! Acredite que pode provocá-la e passe esta mensagem aos seus amigos e conhecidos.
Mesmo que não tenha viatura, pode distribuir a mensagem seguinte aos seus amigos, por uma guerra inteligente contra os preços das empresas petrolíferas...
NÃO SE PERDE NADA EM TENTAR

Dia extenuante...


teve José Sócrates, hoje que veio substituir o Primeiro-Ministro de Portugal.

O caso é tão grave que até a insuspeita (porque esquerdista) "Visão" acusa o toque