Britânicos multam pais de alunos violentos
Os pais dos alunos com comportamentos violentos nas escolas britânicas podem ser multados até mil libras (1450 euros), segundo regras da nova reforma escolar, anunciou a secretária de Estado para as Escolas, Jacqui Smith.
"As intimidações verbais e físicas não podem continuar a ser toleradas nas nossas escolas, sejam quais forem as motivações", sublinhou a secretária de Estado, quando apresentava a semana de acção antiviolência na escola, que se inicia hoje na Grã-Bretanha, depois de vários casos problemáticos. "As crianças têm de distinguir o bem do mal e saber que haverá consequências se ultrapassarem a fronteira", disse.
Jacqui Smith garantiu "As novas regras transmitem aos pais uma mensagem bem clara para que percebam que a escola não vai tolerar que eles não assumam as suas responsabilidades em caso de comportamento violento dos seus filhos." As novas regras dão ainda aos professores um direito "claro" de submeter os alunos à disciplina e de usar a força de modo razoável para a obter, se necessário.
Esta terceira via é surpreendente, hem?
22 de novembro de 2005
21 de novembro de 2005
Mais absentismo
Isto é baixa política. Mas o que é certo é que o Secretário de Estado não exigiu a retratação do Anacleto Louçã...
(no Público)

(no Público)
20 de novembro de 2005
Bagdade-sous-Bois

Este desgraçado mais não faz que dar corpo à imensa revolta que o roi pela forma infra-humana como é tratado em França, onde vive num bairro degradado como o da foto seguinte.

Por isso, quando cai a noite, vai-se aos carros dos vizinhos e deita-lhes o fogo. E, quando pode, incendeia também os ginásios, as escolas e as bibliotecas que os franceses tiveram o desplante de lhe construir à porta de casa.
Perceba algumas das razões para a revolta dos jovens nesta foto reportagem da Visão.
19 de novembro de 2005
Há que apoiar a greve
As palermices dos sindicatos de professores levam a que a rapaziada desate a escrever coisas como esta, publicada no Independente de hoje, 18, e assinada por Miguel Beleza.
Os professores têm razão
A ministra da Educação não gosta dos professores. Há pouco violentou-os, obrigando-os a fazer exames. Não é justo. O facto de os alunos e os pais poderem perder um ano não tem qualquer importância face às legítimas e nada corporativas razões dos professores. Segundo li, vi e ouvi, a ministra prepara-se agora para aumentar o horário de trabalho dos professores para 29 (!) horas por semana, e substituir professores que faltam. É injusto. Vinte e nove horas é pouco menos do que eu próprio trabalho durante dois ou três dias e é claramente preferível que os alunos aproveitem para descansar durante as inúmeras horas de aula em que o professor titular é obrigado a faltar por razões totalmente legítimas.
Mas há pior. A ministra quer que os professores se fixem nas escolas por três ou quatro anos. Além da monotonia que para eles significa vários anos na mesma escola, retira aos professores o prazer de ter de mudar de alojamento com tanta frequência. Por outro lado, é sabido que há toda a vantagem em que os alunos sejam sujeitos a diferentes professores todos os anos. Evita-se assim, por exemplo, a permanência de professores mais aborrecidos ou piores pedagogos durante mais de um ano. Além disso, mudar todos os anos de professor aumenta a capacidade dos alunos de se adaptarem a situações novas.
Finalmente, e ao que parece, a ministra prepara-se para copiar o que acontece à generalidade dos trabalhadores portugueses. Quando un dos cônjuges ou equivalente é colocado noutro local, têm que resolver o problema. É uma medida de combate à família, ao arrepio das anunciadas intenções governamentais.
Há que apoiar a greve.
Realmente! Se tivesse lido isto mais cedo, também eu teria apoiado a greve.
Os professores têm razão
A ministra da Educação não gosta dos professores. Há pouco violentou-os, obrigando-os a fazer exames. Não é justo. O facto de os alunos e os pais poderem perder um ano não tem qualquer importância face às legítimas e nada corporativas razões dos professores. Segundo li, vi e ouvi, a ministra prepara-se agora para aumentar o horário de trabalho dos professores para 29 (!) horas por semana, e substituir professores que faltam. É injusto. Vinte e nove horas é pouco menos do que eu próprio trabalho durante dois ou três dias e é claramente preferível que os alunos aproveitem para descansar durante as inúmeras horas de aula em que o professor titular é obrigado a faltar por razões totalmente legítimas.
Mas há pior. A ministra quer que os professores se fixem nas escolas por três ou quatro anos. Além da monotonia que para eles significa vários anos na mesma escola, retira aos professores o prazer de ter de mudar de alojamento com tanta frequência. Por outro lado, é sabido que há toda a vantagem em que os alunos sejam sujeitos a diferentes professores todos os anos. Evita-se assim, por exemplo, a permanência de professores mais aborrecidos ou piores pedagogos durante mais de um ano. Além disso, mudar todos os anos de professor aumenta a capacidade dos alunos de se adaptarem a situações novas.
Finalmente, e ao que parece, a ministra prepara-se para copiar o que acontece à generalidade dos trabalhadores portugueses. Quando un dos cônjuges ou equivalente é colocado noutro local, têm que resolver o problema. É uma medida de combate à família, ao arrepio das anunciadas intenções governamentais.
Há que apoiar a greve.
Realmente! Se tivesse lido isto mais cedo, também eu teria apoiado a greve.
18 de novembro de 2005
Faltas de Professores
Há alguns dias, numa reunião, o senhor Secretário de Estado da Educação mostrou-nos os números relativos ao absentismo docente e deu a entender que os poderia vir a tornar públicos. Nenhum dos presentes se mostrou surpreendido com os números, já que convivemos quotidianamente com esta realidade.
Mas não há dúvida que este quadro envergonha toda a nossa classe.
Mas não há dúvida que este quadro envergonha toda a nossa classe.
Soraia Chaves
17 de novembro de 2005
O "protocolo" ME - FNE
É, na generalidade, utópico. Veja-se:
Mas no ponto 6 os professores marcam uns pontinhos. Lá isso marcam.
E vai dar muito trabalho refazer a distribuição de serviço...
(Leia o protocolo aqui)
- Planos de recuperação e de acompanhamento dos alunos (?)
- Valorização da escola pública do 1.º ciclo do ensino básico (?) - porquê só a pública?
- Instalação de espaços de trabalho para professores (?)
- Fornecimento de meios tecnológicos actualizados, designadamente computadores portáteis e kits multimédia, para apoio do trabalho dos professores (?)
Mas no ponto 6 os professores marcam uns pontinhos. Lá isso marcam.
E vai dar muito trabalho refazer a distribuição de serviço...
(Leia o protocolo aqui)
16 de novembro de 2005
Inglês no Básico
Pode criticar-se esta medida de muitas formas:
Porque não é proritária;
Porque é inconsequente;
Porque é despesista;
Mas é uma perfeita idiotice, concordando embora com a medida, clamar por professores com formação pedagógica específica para os 3º e 4º anos de escolaridade. Quem os forma?
Sindicatos...
Porque não é proritária;
Porque é inconsequente;
Porque é despesista;
Mas é uma perfeita idiotice, concordando embora com a medida, clamar por professores com formação pedagógica específica para os 3º e 4º anos de escolaridade. Quem os forma?
Sindicatos...
Desenvolvimento psicossexual
Pois é!
Também eu fui dos que tiveram que fazer pela vida.
Estes putos de agora...
(isto é capaz de ser o velho pecado da inveja...)
Também eu fui dos que tiveram que fazer pela vida.
Estes putos de agora...
(isto é capaz de ser o velho pecado da inveja...)
15 de novembro de 2005
Subsidiar a delinquência étnica
... os dirigentes europeus, sobretudo os franceses, esqueceram-se dos seus países, das suas economias, das suas sociedades.
Alimentaram um "Estado social" falido, injusto, improdutivo e de colossal desperdício.
Deixaram crescer e consolidar-se sociedades racistas e xenófobas, em que brancos e pretos, cristãos e muçulmanos, são igualmente portadores de preconceitos e ódio.
E subsidiaram a delinquência étnica.
Culparam os brancos e os europeus pelos crimes dos imigrantes.
"Compreenderam" e justificaram a violência, desde que esta seja de autoria minoritária, estrangeira ou até francesa de origem étnica.
Não perceberam que as instituições de socialização, as igrejas, as empresas e a escola deixaram de cumprir essas funções.
E, como alguém me fez notar, desmantelaram o serviço militar obrigatório que poderia ter desempenhado, em países de imigração, uma notável função integradora.
Organizaram um "modelo social europeu" que serve para pagar a exclusão e que é também uma escola de fraude e uma recompensa à inutilidade.
Quando não ao crime e à violência.
...
Calma aí. Isto não é meu (excepto os negritos). Eu não tenho "pinta" para descrever desta forma tão sintética e tão acutilante o percurso que temos feito - o do primado do "politicamente correcto". Isto é um excerto do artigo de António Barreto no Público de 13/11/05.
Como diria um grande amigo, eu subscrevo por baixo.
Alimentaram um "Estado social" falido, injusto, improdutivo e de colossal desperdício.
Deixaram crescer e consolidar-se sociedades racistas e xenófobas, em que brancos e pretos, cristãos e muçulmanos, são igualmente portadores de preconceitos e ódio.
E subsidiaram a delinquência étnica.
Culparam os brancos e os europeus pelos crimes dos imigrantes.
"Compreenderam" e justificaram a violência, desde que esta seja de autoria minoritária, estrangeira ou até francesa de origem étnica.
Não perceberam que as instituições de socialização, as igrejas, as empresas e a escola deixaram de cumprir essas funções.
E, como alguém me fez notar, desmantelaram o serviço militar obrigatório que poderia ter desempenhado, em países de imigração, uma notável função integradora.
Organizaram um "modelo social europeu" que serve para pagar a exclusão e que é também uma escola de fraude e uma recompensa à inutilidade.
Quando não ao crime e à violência.
...
Calma aí. Isto não é meu (excepto os negritos). Eu não tenho "pinta" para descrever desta forma tão sintética e tão acutilante o percurso que temos feito - o do primado do "politicamente correcto". Isto é um excerto do artigo de António Barreto no Público de 13/11/05.
Como diria um grande amigo, eu subscrevo por baixo.
13 de novembro de 2005
O Pintas
Lembram-se de uns cachorrinhos que alguém abandonou à minha porta?
Pois resolvemos ir buscar o Pintas para fazer companhia ao Max. Talvez o ajude a ultrapassar a depressão.
Pois resolvemos ir buscar o Pintas para fazer companhia ao Max. Talvez o ajude a ultrapassar a depressão.
12 de novembro de 2005
Concurso de Professores
- Ai a senhora é professora efectiva?
- Ai todos os dias tem de fazer 60 quilómetros para ir trabalhar?
- Ai na localidade onde habita há vagas?
- Ai são de professores que estão requisitados ou destacados para outras funções?
- Então são vagas que não vêm a concurso para efectivos, não é?
- Ah! Mas podia ir para a sua terra por destacamento, é isso?
- E ficaria lá durante 4 anos?
- Pois é! Estou a ver. Mas não pode. Sabe, nós queremos acabar com os destacamentos todos.
Nós queremos continuar com a aberração de dar preferência aos professores menos graduados!
- Ai todos os dias tem de fazer 60 quilómetros para ir trabalhar?
- Ai na localidade onde habita há vagas?
- Ai são de professores que estão requisitados ou destacados para outras funções?
- Então são vagas que não vêm a concurso para efectivos, não é?
- Ah! Mas podia ir para a sua terra por destacamento, é isso?
- E ficaria lá durante 4 anos?
- Pois é! Estou a ver. Mas não pode. Sabe, nós queremos acabar com os destacamentos todos.
Nós queremos continuar com a aberração de dar preferência aos professores menos graduados!
11 de novembro de 2005
Insucesso Escolar no Superior

Senhor Ministro,
Queira aceitar estas simples sugestões:
- Quando um aluno revele dificuldades, deve ser-lhe proporcionado um "plano de recuperação";
- A avaliação deve ter em conta o "ponto de partida" do aluno - o importante é o percurso/processo e não o produto final;
- A reprovação deve constituir-se como uma decisão excepcional e deve ser devidamente fundamentada;
- A decisão de uma segunda reprovação deverá ser tomada tendo em conta o parecer vinculativo, escrito, do Encarregado de Educação;
- Quando um aluno se encontre a repetir um determinado ano, ou disciplina, deverá ser sujeito a um "plano de acompanhamento";
- No final de cada ano, cada faculdade deverá enviar ao Ministério um relatório onde conste o número de alunos (1) reprovados tendo beneficiado de "plano de recuperação", (2) reprovados não tendo beneficiado de "plano de recuperação", e (3) reprovados tendo beneficiado de "plano de acompanhamento";
- As faltas às aulas devem, mensalmente, ser enviadas aos Encarregados de Educação;
- Nos horários dos professores deverão ser marcadas "horas de trabalho no estabelecimento", durante as quais estes estarão disponíveis para realizar outras tarefas.
Vai ver que o insucesso baixa drasticamente. É histórico...
10 de novembro de 2005
Paulo Pedroso
Tomei nota, Senhora Dona Ana Gomes.
E acredito!
Paulo Pedroso vai ser um dia Primeiro Ministro de Portugal.
E acredito!
Paulo Pedroso vai ser um dia Primeiro Ministro de Portugal.
Pedofilia na Casa Pia
O Tribunal da Relação decidiu não pronunciar Paulo Pedroso por nenhum dos 23 crimes de que era acusado. Ao que parece, as provas apresentadas não eram credíveis.Mas as testemunhas não são as mesmas que acusam os outros? Então, se não são credíveis para uns, como poderão ser para os outros?
Não seria melhor arquivar o caso e mandar a malta toda para casa?
A continuar o julgamento, corre-se o risco de descredibilizar, ainda mais, a Justiça.
Prevejo que se irá concluir que nunca houve pedifilia na Casa Pia e que ainda iremos pagar chorudas indemenizações...
9 de novembro de 2005
8 de novembro de 2005
França
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