Ontem à tarde, caso raro, estive a ver TV. Era um filme do D'Artagnan. O papel principal era o da "má" da fita. E dei comigo a pensar: Má? Para mim, a senhora é muito boa!
Se é pessoa jovem ou impressionável, passe esta em falso!
Depois não me venha pedir responsabilidades.
Avance por sua conta e risco
Mas, se gosta de "coisas" ousadas, então...
Comece por oferecer uma prenda (sugiro um sofá). Verifique todas as possibilidades oferecidas. E não se esqueça da melhor parte: crie o seu estilo pessoal! Arraste os bonecos ... mexa nos botões todos ... observe ... vai perceber num instantinho...
Tony Blair centra reforma da política energética no nuclear O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, anunciou hoje a reforma da política energética do Reino Unido, centrando-a numa nova geração de centrais nucleares. Até há pouco tempo, a energia nuclear fornecia cerca de um quarto das necessidades do Reino Unido mas este número deverá baixar para os quatro por cento em 2010, a menos que sejam construídos novos reactores.
Em Portugal:
A partir de 2008, Portugal "poderá ter de pagar entre 1500 a dois mil milhões de euros para comprar licenças de emissão excessiva a outros países" que não ultrapassem os níveis máximos definidos pelo do Protocolo de Quioto, afirmou ontem o candidato presidencial do Bloco de Esquerda. [...] afirmou-se ainda contrário à construção de centrais nucleares, "por não termos condições para a aplicar com garantias razoáveis de segurança", dando o primado à investigação científica nessa área.
É por esta e por outras tão obscurantistas como esta, que continuamos a afastar-nos da Europa.
São cerca de 33%, de acordo com o "barómetro" do Expresso. De facto, tudo quanto tive oportunidade de ler sobre a matéria, apresentava inconvenientes, mais ou menos gravosos, decorrentes da deslocalização do aeroporto para a Ota. Há por aí algum estudo que aponte vantagens?
Os pais dos alunos com comportamentos violentos nas escolas britânicas podem ser multados até mil libras (1450 euros), segundo regras da nova reforma escolar, anunciou a secretária de Estado para as Escolas, Jacqui Smith. "As intimidações verbais e físicas não podem continuar a ser toleradas nas nossas escolas, sejam quais forem as motivações", sublinhou a secretária de Estado, quando apresentava a semana de acção antiviolência na escola, que se inicia hoje na Grã-Bretanha, depois de vários casos problemáticos. "As crianças têm de distinguir o bem do mal e saber que haverá consequências se ultrapassarem a fronteira", disse. Jacqui Smith garantiu "As novas regras transmitem aos pais uma mensagem bem clara para que percebam que a escola não vai tolerar que eles não assumam as suas responsabilidades em caso de comportamento violento dos seus filhos." As novas regras dão ainda aos professores um direito "claro" de submeter os alunos à disciplina e de usar a força de modo razoável para a obter, se necessário.
Este desgraçado mais não faz que dar corpo à imensa revolta que o roi pela forma infra-humana como é tratado em França, onde vive num bairro degradado como o da foto seguinte. Por isso, quando cai a noite, vai-se aos carros dos vizinhos e deita-lhes o fogo. E, quando pode, incendeia também os ginásios, as escolas e as bibliotecas que os franceses tiveram o desplante de lhe construir à porta de casa. Perceba algumas das razões para a revolta dos jovens nesta foto reportagem da Visão.
As palermices dos sindicatos de professores levam a que a rapaziada desate a escrever coisas como esta, publicada no Independente de hoje, 18, e assinada por Miguel Beleza.
Os professores têm razão
A ministra da Educação não gosta dos professores. Há pouco violentou-os, obrigando-os a fazer exames. Não é justo. O facto de os alunos e os pais poderem perder um ano não tem qualquer importância face às legítimas e nada corporativas razões dos professores. Segundo li, vi e ouvi, a ministra prepara-se agora para aumentar o horário de trabalho dos professores para 29 (!) horas por semana, e substituir professores que faltam. É injusto. Vinte e nove horas é pouco menos do que eu próprio trabalho durante dois ou três dias e é claramente preferível que os alunos aproveitem para descansar durante as inúmeras horas de aula em que o professor titular é obrigado a faltar por razões totalmente legítimas. Mas há pior. A ministra quer que os professores se fixem nas escolas por três ou quatro anos. Além da monotonia que para eles significa vários anos na mesma escola, retira aos professores o prazer de ter de mudar de alojamento com tanta frequência. Por outro lado, é sabido que há toda a vantagem em que os alunos sejam sujeitos a diferentes professores todos os anos. Evita-se assim, por exemplo, a permanência de professores mais aborrecidos ou piores pedagogos durante mais de um ano. Além disso, mudar todos os anos de professor aumenta a capacidade dos alunos de se adaptarem a situações novas. Finalmente, e ao que parece, a ministra prepara-se para copiar o que acontece à generalidade dos trabalhadores portugueses. Quando un dos cônjuges ou equivalente é colocado noutro local, têm que resolver o problema. É uma medida de combate à família, ao arrepio das anunciadas intenções governamentais. Há que apoiar a greve.
Realmente! Se tivesse lido isto mais cedo, também eu teria apoiado a greve.
Há alguns dias, numa reunião, o senhor Secretário de Estado da Educação mostrou-nos os números relativos ao absentismo docente e deu a entender que os poderia vir a tornar públicos. Nenhum dos presentes se mostrou surpreendido com os números, já que convivemos quotidianamente com esta realidade. Mas não há dúvida que este quadro envergonha toda a nossa classe.
disse que quando filmou estas cenas do "Crime do Padre Amaro" (fotos da Sábado) Não sei como é que este "Padre Amaro" se "arranjou", mas uma coisa é certa: vamos ter que definir um novo significado para "tocar".