
Caricaturar o "profeta" é blasfémia.
Tudo o resto ... é legítimo.
A Teresa e a Helena não conseguiram concretizar hoje o seu sonho comum: o de casarem. Mas prometem não desistir e continuar a lutar.
Estou em pulgas para ver o que este homem, que, e não por mero acaso, é Ministro dos Assuntos Parlamentares, irá fazer e dizer, quando o putativo mentor do golpe constitucional se deslocar à Assembleia da República.
Os bloquistas fizeram saber que esta senhora não poderá esperar a simpatia deles.
Mas aqui, nas Terras de Azurara, será sempre bem acolhida.
( Cavaco Silva, Viseu, 20/01/2006)
Coisas boas:


O diploma, reprovado com os votos contra do PS, PSD e CDS-PP, previa o estabelecimento de um número máximo de 18 alunos no primeiro ciclo do ensino básico, em vez dos 25 actualmente previstos. No caso do 2º e 3º ciclos do básico e no ensino secundário, o projecto defendia que as turmas tivessem no máximo 20 alunos e não 28 como acontece agora.
Há tipos, como este, para quem a amizade é um valor menor. Importantes são os cargos e as funções e, ali o Zé, é só meu amigo.
No final de um passeio a pé pelas ruas do centro das Caldas da Rainha, Mário Soares teve um breve diálogo com um homem que acusou o candidato presidencial apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP de "ter andado a encher os bolsos".


Em entrevista ao "Jornal de Notícias", questionado sobre o problema da deslocalização das empresas estrangeiras a actuar em Portugal, o ex-primeiro-ministro afirmou: "Há uma coisa que pode ser feita em Portugal, que eu sei que já foi feita noutros países. Podia existir um responsável do Governo que fizesse a lista de todas as empresas estrangeiras em Portugal e, de vez em quando, fosse falar com cada uma delas para tentar indagar sobre problemas com que se deparam e para antecipar algum desejo dessas empresas se irem embora, para assim o Governo tentar ajudá-las a inverter essas motivações". "Tem de ser um acompanhamento com algum pormenor que deveria ser feito por um secretário de Estado especialmente dedicado a essa tarefa", acrescentou Cavaco Silva, referindo que a sua declaração pública deveria ser já encarada como uma proposta ao Governo.O ex-primeiro-ministro afirmou ainda que este tipo de acções já teve lugar noutros países europeus, nomeadamente na Áustria, acrescentando que a missão de um Presidente é "ajudar a aumentar o clima de confiança" nacional.
O senhor Primeiro-ministro foi visitar os nossos militares em missão no Afeganistão. Um gesto carregado de simbolismo.Caramba! O que preocupa Mesquita é exactamente aquilo que eu entendo que deva ser a postura de um Presidente, nos tempos que correm. Apoiar o governo (unindo os portugueses) nas medidas de contenção do défice e relançamento da economia, travando derivas populistas e eleitoralistas.
Arre porra! Até me apetece perguntar:
O que é que Mesquita pretende que Soares faça se for eleito? O contrário, não?






Percebo a ideia, mas tenho sugestões para outras perguntas a incluir no questionário: