O Senhor Secretário de Estado da Educação, que é aquele senhor que o SPRC acusa (1) de ter perdido o mandato de Vereador da Câmara Municipal de Penamacor por excesso de faltas, homologou um parecer da Auditoria Jurídica do Ministério da Educação que considera ilegais as reuniões sindicais realizadas fora dos estabelecimentos de ensino.
Eu nem queria crer. Tive de reler. Mas era mesmo assim!
Vão mesmo deixar de existir as costumeiras romarias às capitais de distrito na demanda da competente declaração de presença. A acção sindical passará a fazer-se, como em todo lado, nos locais de trabalho. E eu acho muito bem!
O problema é que os sindicatos estão todos acreditados como entidades formadoras, o que significa que poderão sempre converter "reuniões sindicais" em "acções de formação". Nem será inédito. Ainda recentemente tomei conhecimento de uma destas acções, com a duração de 2 (dois) dias, para ensinar os professores a elaborar a respectiva candidatura ao concurso!!!
De qualquer forma, é uma boa notícia.
Estou quase, quase a concordar com o amigo Carneiro na sua "teoria das mulheres com peito de rola".
(1) http://www.sprc.pt/index_01.html (Última Hora, e depois no fundo à esquerda)
8 de março de 2006
7 de março de 2006
6 de março de 2006
Obrigado Ruben
O meu @migo Ruvasa teve a gentileza de me presentear
Não posso retribuir por manifesta falta de jeito. Mas posso enviar-lhe um forte abraço.
Obrigado.

Não posso retribuir por manifesta falta de jeito. Mas posso enviar-lhe um forte abraço.
Obrigado.
5 de março de 2006
Arrancada a ferros
Foi a vitória dete tipo na Reboleira.Suou a camisola e fez por merecer o resultado.
Pungente o lance em que não hesitou em sancionar um defesa adversário que não teve pejo em atirar a cabeça contra o pé de um seu adversário a cerca de 1 metro e oitenta de altura.
Mereceu os três pontos!
Educação

Apresento as minhas felicitações à Senhora Ministra. Faz bem ao não seguir o parecer do corporativo Conselho Nacional de Educação - uma espécie de sobrevivente do Conselho da Revolução.
Precisamos de bons manuais e não dos que nos têm andado a meter debaixo do nariz.
Só espero que a "comissão" avaliadora e credenciadora não venha a ser inquinada pelos mesmos "cientistas da educação".
Por outro lado, e de forma absolutamente invulgar , não posso deixar de concordar com o presidente da Confap: apenas se devem fechar escolas primárias se houver outras escolas com condições adequadas para receber aqueles alunos.
CERTO!
3 de março de 2006
Secção de aviões
Há já muito tempo que aqui não dava à estampa um aparelho.
Neste, deve focar-se a atenção no pormenor do "o-ring", o qual representa o expoente máximo - o estado da arte - da utilização de materiais compósitos, embora, na minha modesta opinão, não seja o indicado na perspectiva do conforto da pilotagem.
Acresce que o facto de se apresentar com o trem de aterragem recolhido, prejudica - e de que maneira - a apreciação da aeorodinâmica da aeronave.
Neste, deve focar-se a atenção no pormenor do "o-ring", o qual representa o expoente máximo - o estado da arte - da utilização de materiais compósitos, embora, na minha modesta opinão, não seja o indicado na perspectiva do conforto da pilotagem.
Acresce que o facto de se apresentar com o trem de aterragem recolhido, prejudica - e de que maneira - a apreciação da aeorodinâmica da aeronave.
2 de março de 2006
Impostos
Imagine-se um casal que recebe, como retribuição mensal ilíquida do seu trabalho, 6.000€.
Durante o mês, paga a prestação do empréstimo da casa, a electricidade, água, telefone, etc., géneros alimentícios, umas peças de vestuário, combustível para os automóveis e para o aquecimento, jornais, revistas e outros vícios, propinas dos filhos, etc.
No final do mês, a massa desapareceu toda, ou quase toda.
Exercício:
Quanto gastou o casal em impostos?
Trace o seu (um) cenário, faça as respectivas contas, e arrisque...
Durante o mês, paga a prestação do empréstimo da casa, a electricidade, água, telefone, etc., géneros alimentícios, umas peças de vestuário, combustível para os automóveis e para o aquecimento, jornais, revistas e outros vícios, propinas dos filhos, etc.
No final do mês, a massa desapareceu toda, ou quase toda.
Exercício:
Quanto gastou o casal em impostos?
Trace o seu (um) cenário, faça as respectivas contas, e arrisque...
1 de março de 2006
Vítima
27 de fevereiro de 2006
26 de fevereiro de 2006
25 de fevereiro de 2006
Serra da Estrela
23 de fevereiro de 2006
1.500!!!
A Ministra da Educação veio hoje dizer que o número de escolas do 1º Ciclo a encerrar é, afinal, o triplo do que foi anunciado.Nada tenho a opor ao encerramento de escolas frequentadas por 4, 5 ou 6 alunos. Dificilmente podem, estas escolas, dar resposta às actuais exigências colocadas pela Educação. O mesmo não posso dizer quando as escolas a encerrar têm 11, 12, ou mesmo 18 ou 19 alunos.
Desde logo por uma razão tão querida dos “representantes” dos professores: a, repetidamente defendida, redução do número de alunos por professor, o qual, nestes casos, até é superior ao reclamado “ideal”.
Mas há um outro problema, e mais grave.
É que os alunos oriundos das escolas encerradas têm de ser acolhidos em outras escolas, as quais, para não cairmos no economicismo sistematicamente repudiado pelo governo, devem oferecer melhores condições que as antigas. Mas não é isso que acontece. As “escolas de acolhimento" têm, na generalidade dos casos, as mesmas deficiências das que vão ser encerradas.
Assim, vai ser necessário um enorme esforço financeiro para as requalificar, requalificação que, na esmagadora maioria dos casos, implica mesmo a construção de escolas novas. É por isso mesmo que a senhora ministra vem dizer que “as autarquias têm até Abril para entregarem ao ministério os planos relativos à construção de centros escolares ou à melhoria de infra-estruturas já existentes, intervenções que deverão ser financiadas com verbas do próximo Quadro Comunitário de Apoio”.
Ora, tanto quanto julgo saber, as verbas do próximo QCA não estarão disponíveis antes de 2008. Isto é, a construção e beneficiação do parque escolar só poderá ser lançada depois desse ano. Ou seja, a intervenção não estará concluída antes de 2010.
O mesmo se deverá passar ao nível dos transportes. De facto, conjugando a necessidade de transportar muito mais alunos, com a recente legislação sobre transporte colectivo de crianças, de imediato se constata que vai ser necessário investir fortemente na reabilitação dos autocarros, e, na maioria das situações, na compra de novas viaturas. O que acontecerá lá para 2010, como já referi.
Mas as escolas encerram, muitas delas, já em 2006, como é sabido.
Até lá – 4 anos no mínimo – os miúdos serão “arrebanhados”, transportados “à toa”, e “encafuados” em salas sem as mínimas condições para a aprendizagem, para nem falar na dignidade.
Isto é uma coisa fantástica!
(ai os cãezinhos da minha terra…)
22 de fevereiro de 2006
21 de fevereiro de 2006
Call Center
Dentro de algum tempo, os Serviços de Atendimento Permanente – as vulgares Urgências – dos pequenos concelhos portugueses, como é o caso do meu, serão encerrados. Nessa altura, numa situação de aflição, vamos deixar de ir ao médico. Passaremos a telefonar.
A minha experiência em Call Centers é muito limitada (TMN e Cabovisão). Mas um Call Center, é sempre um Call Center. Não deve haver assim tantas diferenças dependentes da respectiva finalidade. Vai daí, dei comigo a imaginar como será uma sessão no Call Center da Saúde:
trummmm ... trummmm ...
Ligou para o serviço de apoio urgente a utentes do Sistema Nacional de Saúde.
Para maior facilidade no seu atendimento, agradecemos que tenha o seu número de utente acessível.
Para acidentes, prima 1
Para dores de cabeça, prima 2
Para dores de garganta, prima 3
Para dores no peito, prima 4
Para dores nas costas, prima 5
Para dores de barriga, prima 6
Para dores nas pernas, prima 7
Para outras dores, prima 8
Para ser atendido por um assistente, prima 9
Para praguejar, prima 0
Eficiente, hem?
Aceite o desafio. Escreva também o seu cenário. Dê largas à imaginação. Divirta-se! (isto, só mesmo para gozar)
A minha experiência em Call Centers é muito limitada (TMN e Cabovisão). Mas um Call Center, é sempre um Call Center. Não deve haver assim tantas diferenças dependentes da respectiva finalidade. Vai daí, dei comigo a imaginar como será uma sessão no Call Center da Saúde:
trummmm ... trummmm ...
Ligou para o serviço de apoio urgente a utentes do Sistema Nacional de Saúde.
Para maior facilidade no seu atendimento, agradecemos que tenha o seu número de utente acessível.
Para acidentes, prima 1
Para dores de cabeça, prima 2
Para dores de garganta, prima 3
Para dores no peito, prima 4
Para dores nas costas, prima 5
Para dores de barriga, prima 6
Para dores nas pernas, prima 7
Para outras dores, prima 8
Para ser atendido por um assistente, prima 9
Para praguejar, prima 0
Eficiente, hem?
Aceite o desafio. Escreva também o seu cenário. Dê largas à imaginação. Divirta-se! (isto, só mesmo para gozar)
19 de fevereiro de 2006
17 de fevereiro de 2006
Direito à Indignação
No passado dia 13 de Janeiro, o jornal "24 Horas" deu à estampa a notícia que do processo “Casa Pia” constavam, no dito “envelope 9”, os registos de chamadas telefónicas de 208 altas figuras do Estado Português, entre as quais, o próprio Presidente da República.Seguiram-se páginas e páginas de jornais, aberturas de tele-jornais, discursos, declarações, desmentidos, audições parlamentares, enfim, um falatório! Uma indignação pulsante! E, para calar as vozes, foi ordenado um inquérito. Urgente!
Passado um mês e dois dias, a redacção do mesmo jornal foi objecto de uma rusga policial, com apreensão de equipamento e material jornalístico.
Fica-me a dúvida:
Será mais importante saber quem, e porquê, determinou a apensação dos registos das chamadas ao processo “Casa Pia”, ou saber quem deu a informação ao jornal?
E uma outra:
Por que é que, apesar desta clara violação da liberdade de imprensa, não ocorre um “falatório” parecido com o primeiro?
Ou será que o verdadeiro problema é o de se poder vir a saber quem fala com quem?
É que isso vai mesmo saber-se. Quero crer que a esta hora haverá por aí algumas dezenas de cópias do ficheiro dos registos das chamadas.
16 de fevereiro de 2006
14 de fevereiro de 2006
Paradoxo
De acordo com as intenções do Governo, as escolas primárias com menos de 20 alunos devem ser encerradas.
De acordo com a Lei, o número máximo de alunos numa turma do 1º Ciclo com os quatro anos é 18.
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De acordo com a Lei, o número máximo de alunos numa turma do 1º Ciclo com os quatro anos é 18.
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