Qual é o bom pai de família que, por uma ou duas vezes, não dá palmadas no rabo dum filho que se recusa ir para a escola, que não dá uma bofetada a um filho (...) ou que não manda um filho de castigo para o quarto quando ele não quer comer? Quanto às duas primeiras, pode-se mesmo dizer que a abstenção do educador constituiria, ela sim, um negligenciar educativo. Muitos menores recusam alguma vez a escola e esta tem - pela sua primacial importância - que ser imposta com alguma veemência. Claro que, se se tratar de fobia escolar reiterada, será aconselhável indagar os motivos e até o aconselhamento por profissionais. Mas, perante uma ou duas recusas, umas palmadas (sempre moderadas) no rabo fazem parte da educação.
E onde é que isto está escrito, onde?
Num acórdão do Supremo Tribunal de Justiça!
Provavelmente, o maior avanço educacional dos últimos 30 anos.
Vou diligenciar para obter a versão integral. Quem a tenha... agradeço.
12 de abril de 2006
Itália
Estive a ler os resultados.
Prodi teve menos votos mas ganhou as eleições. Tal e qual como nas eleições americanas.
Dire-se-á de Prodi o mesmo que sedisse diz de Bush?
Prodi teve menos votos mas ganhou as eleições. Tal e qual como nas eleições americanas.
Dire-se-á de Prodi o mesmo que se
10 de abril de 2006
Sindicatices
Os senhores do Sindicato de Professores da Região Centro descobriram uma coisa que os deixou indignados: existe uma grande diferença entre os vencimentos dos professores no início e no fim da carreira. E disso dão conta na sua revista de Março de 2006,
onde publicam este quadrozinho para mostrar que o “leque” português é o maior da Europa, o que é mau.
Curiosamente, não dizem por que é que é mau, nem de que forma se evitaria esse mal. Isto é, não dizem que os professores no início da carreira deviam ganhar mais, ou que no fim da carreira deviam ganhar menos, ou as duas concomitantes, ou outra qualquer. Nada!
É claro que estes senhores estão permanentemente na oposição e o discurso da oposição conheço eu bem: “isto está mal... porque sim!”. Simples e confortável!
Mas, mesmo aceitando esta premissa como típica das oposições, era exigível que os dados fossem correctamente apresentados. E não o foram. Os salários do quadro são valores absolutos.
Ora, é sabido que quando se estabelecem comparações internacionais os valores devem ser relativos. Só assim se pode ter noção se, num determinado país, uma coisa é, ou não, cara, e se um salário é, ou não, alto. O normal, nestas matérias, é utilizarem-se valores ppp (paired purchase power), como os senhores do SPRC deviam saber.
Mas, mais estranho ainda, é referirem que recolheram os valores no Eurydice. É que o Eurydice disponibiliza estas comparações fornecendo os valores em percentagem do Produto Interno Bruto per capita! Basta ir a http://www.eurydice.org/Salaires/CompPays.asp
É caso para dizer que “foram a Roma e não viram o Papa”.
Ou será que foi de propósito?...
Bom, se tivessem seguido as regras, iriam obter um quadrozinho parecido com este, mais país, menos país, e teriam demonstrado a sua tese: o leque salarial mais elevado é o português!

Mas também teriam concluído que, no início da carreira, os professores portugueses ficam numa posição muito confortável (apenas atrás dos alemães e dos espanhóis, dos quais, como dizem, não encontraram dados).
Da comparação no fim da carreira, não falo.
onde publicam este quadrozinho para mostrar que o “leque” português é o maior da Europa, o que é mau.Curiosamente, não dizem por que é que é mau, nem de que forma se evitaria esse mal. Isto é, não dizem que os professores no início da carreira deviam ganhar mais, ou que no fim da carreira deviam ganhar menos, ou as duas concomitantes, ou outra qualquer. Nada!
É claro que estes senhores estão permanentemente na oposição e o discurso da oposição conheço eu bem: “isto está mal... porque sim!”. Simples e confortável!
Mas, mesmo aceitando esta premissa como típica das oposições, era exigível que os dados fossem correctamente apresentados. E não o foram. Os salários do quadro são valores absolutos.
Ora, é sabido que quando se estabelecem comparações internacionais os valores devem ser relativos. Só assim se pode ter noção se, num determinado país, uma coisa é, ou não, cara, e se um salário é, ou não, alto. O normal, nestas matérias, é utilizarem-se valores ppp (paired purchase power), como os senhores do SPRC deviam saber.
Mas, mais estranho ainda, é referirem que recolheram os valores no Eurydice. É que o Eurydice disponibiliza estas comparações fornecendo os valores em percentagem do Produto Interno Bruto per capita! Basta ir a http://www.eurydice.org/Salaires/CompPays.asp
É caso para dizer que “foram a Roma e não viram o Papa”.
Ou será que foi de propósito?...
Bom, se tivessem seguido as regras, iriam obter um quadrozinho parecido com este, mais país, menos país, e teriam demonstrado a sua tese: o leque salarial mais elevado é o português!

Mas também teriam concluído que, no início da carreira, os professores portugueses ficam numa posição muito confortável (apenas atrás dos alemães e dos espanhóis, dos quais, como dizem, não encontraram dados).
Da comparação no fim da carreira, não falo.
9 de abril de 2006
6 de abril de 2006
Contra a Liberdade...
... é a única interpretação possível da posição assumida pelo Ministro Freitas.De facto, defender a reunificação da China, com a anexação do "separatista" e democrático Taiwan, é o mesmo que defender a sujeição de alguns milhões de chineses ao mesmo regime totalitário que ainda oprime muitos milhões de Chineses.
Isto só não é paradoxal, porque vem de um ministro que nos habitou a ver a asneira como regra!
4 de abril de 2006
Golden Share
É sempre esclarecedor, e gratificante, constatar que o Governo Português se mantém agarrado, "de unhas e dentes", à velha concepção do Estado planificador de toda a actividade económica necessidade de satisfazer a sua clientela com lugarzinhos na administração das empresas.
Ich bin ein Catalán!
3 de abril de 2006
Nada a dizer
2 de abril de 2006
1 de abril de 2006
SOS Professor
"... este fenómeno deve-se às profundas alterações no plano social e familiar e ao alargamento de fenómenos de marginalidade e pobreza em Portugal, mas também à política do Ministério da Educação, que diz ter contribuído para a perda de autoridade dos docentes."
Olha quem fala...
Olha quem fala...
31 de março de 2006
30 de março de 2006
Já chegámos à França?
Sinais dos tempos?Sabeis o que vai acontecer ao miúdo?
Sabeis o que vai acontecer à professora?
Ler mais aqui.
29 de março de 2006
28 de março de 2006
Custou!
Custou... mas foi!Isto é, HÁ-DE IR!
Nota:
Eu sou contra a presença em qualquer país de qualquer pessoa indocumentada. Ilegais, não! Sejam portugueses ou de outra nacionalidade qualquer. O que não acho bem é o estabelecimento de prazos tão curtos como aqueles que me parece que o Governo Canadiano determinou.
26 de março de 2006
Negócios Estrangeiros
24 de março de 2006
23 de março de 2006
22 de março de 2006
Mal!
Francamente mal!
Lamentável!
Por mais que discorde dos inúmeros excessos que se cometeram durante o PREC – que ainda hoje nos constrangem – não posso deixar de afirmar que o dia 25 de Abril de 1974 deve ser dignamente comemorado.
Lamentável!
Por mais que discorde dos inúmeros excessos que se cometeram durante o PREC – que ainda hoje nos constrangem – não posso deixar de afirmar que o dia 25 de Abril de 1974 deve ser dignamente comemorado.
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