30 de março de 2006

Já chegámos à França?

Sinais dos tempos?

Sabeis o que vai acontecer ao miúdo?
Sabeis o que vai acontecer à professora?


Ler mais aqui.

28 de março de 2006

Custou!

Custou... mas foi!
Isto é, HÁ-DE IR!


Nota:
Eu sou contra a presença em qualquer país de qualquer pessoa indocumentada. Ilegais, não! Sejam portugueses ou de outra nacionalidade qualquer. O que não acho bem é o estabelecimento de prazos tão curtos como aqueles que me parece que o Governo Canadiano determinou.

26 de março de 2006

Negócios Estrangeiros

Se em vez de trabalhadores deportados, tivesse sido um turista português, "gente bem", a ser detido por fumar uns charros, a coisa não estava a ser tratada pelo consulado.
Não!
Já lá tinha ido um membro do Governo.
Critérios e prioridades...

22 de março de 2006

Mal!

Francamente mal!
Lamentável!
Por mais que discorde dos inúmeros excessos que se cometeram durante o PREC – que ainda hoje nos constrangem – não posso deixar de afirmar que o dia 25 de Abril de 1974 deve ser dignamente comemorado.

Boa! Está muito boa!

18 de março de 2006

Boa pergunta...

...faz a jornalista Mónica Contreras no Expresso de hoje:

De facto, os nossos miúdos passam muito mais tempo na escola. Na escola primária, então, a diferença é abissal: o dobro dos finlandeses (com as novas componentes). E, contudo, aprendem muito menos. Porquê?
Se olharmos para o quadro comparativo que publica, (embora pouco preciso no que respeita a custos com transportes e refeições), notamos um aspecto que é fulcral: No tempo todo que passam na escola, o que fazem os alunos portugueses e os finlandeses?

Os nossos utilizam cerca de 33% do tempo com aprendizagens nucleares. Na Finlândia, o desenvolvimento destas mesmas competências ocupa cerca de metade do tempo. Só para a aprendizagem da Língua Materna é reservado um quarto do tempo total!
Isto é. Os Finlandeses perceberam que sem saber ler, compreender, interpretar e produzir texto, não se consegue aprender mais nada. E também perceberam que há aprendizagens que apenas é possível realizar à custa de trabalho individual (menos aulas / mais trabalho pessoal).
Nós continuamos a pensar que é possível ultrapassar estes problemas à base de cosmética e folclore.

Também importante:
Na Finlândia, a escolaridade obrigatória inicia-se no ano em que a criança completa os 7 anos de idade.
Para saber mais: http://www.eurydice.org/Eurybase/frameset_eurybase.html

16 de março de 2006

Si, si, presupuesto

Bombeiros?

Americanos?


Mas afinal estes tipos são bons a apagar fogos?
Normalmente são acusados de os atear, não é?
E o governo chama-os para nos virem ensinar?
Hummm... Freitas do Amaral não deve ter sido ouvido na matéria...

14 de março de 2006

TVI

No meio de um zapping passei pela TVI e ouvi umas frases soltas que me levaram a deixar lá a sintonia. Estava em directo (está) a tal Dona Crawford de quem já ouvi falar a propósito do tal AB-SEXO. Então, telefonou para lá uma senhora a dizer que a mãe, com uns provectos 92 anos, tem regularmente e desde a adolescência, sonhos eróticos intensos, que, por vezes, se concretizam. Questionada sobre o que seria aquela concretização, explicou que, muitas vezes a mãe tinha orgasmos enquanto sonhava. Pode ter sido impressão minha, mas era capaz de jurar que a Dona Crawford salivou.
Neste momento, a senhora explica que, quando a mulher está grávida, o homem a pode penetrar, anal ou vaginalmente, por detrás.
Curioso programa este... de Educação Sexual, claro está!

Exames para candidatos a professores

O Ministério da Educação quer alterar as condições de formação e de acesso à profissão docente, prevendo, entre outras mudanças, a criação de "provas nacionais de avaliação de conhecimentos e competências". Ou seja, um candidato a professor só poderia ser recrutado depois de ter realizado e obtido aprovação nestes exames.

A ideia não é despicienda, não senhor. É melhor que nada. Mas...
Não será muito difícil aferir da aptidão para esta profissão através de exame(s)?
Assim de repente?
Não seria preferível ter a coragem de "abrir" a porta da sala de aula?
Não seria melhor criar, no âmbito dos Conselhos Pedagógicos, uma comissão que, ao longo de um ano, avaliasse o desempenho do candidato em sala de aula?

Eu acho que era o desejável. E até permitiria uma outra coisa muito mais importante - a estabilização dos quadros com os professores que a escola quisesse e que, eles próprios, também quisessem:
"Olhe, gostámos do seu trabalho. Quer cá continuar? Assine aqui!"

12 de março de 2006

It's magic!

Sócrates anuncia 15 mil postos de trabalho no âmbito do Programa de Alargamento da Rede Nacional de Equipamentos Sociais (Pares), o qual envolve o aumento de 50% do número de creches, de 30% do serviço de apoio domiciliário a pessoas com deficiência, de 17,5% por cento os lares residenciais e de 10% dos centro de actividade ocupacional, dos centros de dia, dos lares de idosos e dos serviços de apoio domiciliários a idosos, e que será concretizado através de parcerias com as câmaras municipais e com as instituições particulares de solidariedade social (IPSS), mas também com os privados, que terão 6200 dos novos 45700 lugares a criar.

Isto parece-me mais que arte de prestidigitador. Parece pura magia.
Porquê?
Porque os municípios vão ser chamados a criar, nomeadamente, creches (não confundir com Jardins-de-infância), valência cuja oferta é claramente insuficiente. Só que, simultaneamente, o Governo pretende impedir a contratação de novos funcionários pelas autarquias (com o que concordo), cortando-lhes 10% dos duodécimos se violarem esta regra. Pelo que temos aqui um problema sério. Como irá ser?
As creches vão funcionar sem pessoal?
ou,
As câmaras deixarão de prestar outros serviços para poderem deslocar o respectivo pessoal para as novas creches?
ou,
É mesmo um exercício de magia?

10 de março de 2006

The next step


Seguindo uma dica do Blasfémias, deparei com este verdadeirosonhotornadorealidade.

Começa (?) a tornar-se obsoleta a fracturante causa da adopção por "casais" homossexuais.

8 de março de 2006

Respeito

Parece que hoje é o Dia Internacional da Mulher.

É em honra de todas elas, especialmente dos camafeus que alguns lá têm, que aqui publico este esplendor!


(parece que é "repetida", mas não é)

(se o seu browser faz redimensionamento automático da imagem, então ponha o rato em cima da Katrin e depois clique no iconezinho ao fundo à direita)

Paris by Claude Lelouch

Amigo do peito, radicado na Guarda e "fanático" militante, enviou-me este passeio por Paris. A quem tenha a curiosidade de "dar a voltinha", recomendo a leitura prévia do texto explicativo na margem direita da página do filme. Atenção! O homem era mesmo louco!

Quase, quase...

O Senhor Secretário de Estado da Educação, que é aquele senhor que o SPRC acusa (1) de ter perdido o mandato de Vereador da Câmara Municipal de Penamacor por excesso de faltas, homologou um parecer da Auditoria Jurídica do Ministério da Educação que considera ilegais as reuniões sindicais realizadas fora dos estabelecimentos de ensino.
Eu nem queria crer. Tive de reler. Mas era mesmo assim!
Vão mesmo deixar de existir as costumeiras romarias às capitais de distrito na demanda da competente declaração de presença. A acção sindical passará a fazer-se, como em todo lado, nos locais de trabalho. E eu acho muito bem!
O problema é que os sindicatos estão todos acreditados como entidades formadoras, o que significa que poderão sempre converter "reuniões sindicais" em "acções de formação". Nem será inédito. Ainda recentemente tomei conhecimento de uma destas acções, com a duração de 2 (dois) dias, para ensinar os professores a elaborar a respectiva candidatura ao concurso!!!
De qualquer forma, é uma boa notícia.

Estou quase, quase a concordar com o amigo Carneiro na sua "teoria das mulheres com peito de rola".

(1) http://www.sprc.pt/index_01.html (Última Hora, e depois no fundo à esquerda)

6 de março de 2006

Acesso proibido?

Sim.
Hoje, esta coisa esteve com essa estranha mensagem.
Acho que já recuperou.

Obrigado Ruben

O meu @migo Ruvasa teve a gentileza de me presentear
Não posso retribuir por manifesta falta de jeito. Mas posso enviar-lhe um forte abraço.
Obrigado.

5 de março de 2006

Arrancada a ferros

Foi a vitória dete tipo na Reboleira.
Suou a camisola e fez por merecer o resultado.

Pungente o lance em que não hesitou em sancionar um defesa adversário que não teve pejo em atirar a cabeça contra o pé de um seu adversário a cerca de 1 metro e oitenta de altura.

Mereceu os três pontos!

Educação


Apresento as minhas felicitações à Senhora Ministra. Faz bem ao não seguir o parecer do corporativo Conselho Nacional de Educação - uma espécie de sobrevivente do Conselho da Revolução.
Precisamos de bons manuais e não dos que nos têm andado a meter debaixo do nariz.
Só espero que a "comissão" avaliadora e credenciadora não venha a ser inquinada pelos mesmos "cientistas da educação".





Por outro lado, e de forma absolutamente invulgar , não posso deixar de concordar com o presidente da Confap: apenas se devem fechar escolas primárias se houver outras escolas com condições adequadas para receber aqueles alunos.
CERTO!

3 de março de 2006

Secção de aviões

Há já muito tempo que aqui não dava à estampa um aparelho.
Neste, deve focar-se a atenção no pormenor do "o-ring", o qual representa o expoente máximo - o estado da arte - da utilização de materiais compósitos, embora, na minha modesta opinão, não seja o indicado na perspectiva do conforto da pilotagem.
Acresce que o facto de se apresentar com o trem de aterragem recolhido, prejudica - e de que maneira - a apreciação da aeorodinâmica da aeronave.

2 de março de 2006

Impostos

Imagine-se um casal que recebe, como retribuição mensal ilíquida do seu trabalho, 6.000€.
Durante o mês, paga a prestação do empréstimo da casa, a electricidade, água, telefone, etc., géneros alimentícios, umas peças de vestuário, combustível para os automóveis e para o aquecimento, jornais, revistas e outros vícios, propinas dos filhos, etc.
No final do mês, a massa desapareceu toda, ou quase toda.

Exercício:
Quanto gastou o casal em impostos?

Trace o seu (um) cenário, faça as respectivas contas, e arrisque...

1 de março de 2006

Vítima

Sim, vítima. É o que sou.
Vítima da incúria do Estado.
Eu, nascido em casa da minha mãe por manifesta inexistência de quaisquer serviços médicos, sou uma vítima do sistema.
Vou estudar as possibilidades de processar o Estado!

26 de fevereiro de 2006

Prevenção

Com a bronca da gripe que aí anda na passarada, todo o cuidado é pouco.

(no Expresso em papel)

25 de fevereiro de 2006

Serra da Estrela

Gosto desta!
A partir da velhinha Estrada da Estação. Lá ao fundo, o casario de Gouveia.

E, especialmente para os meus amigos Abrunhosenses, "Contencenses", "Santiaguenses" e "Vimarenenses" (de Tavares), vai um desafio:
Onde estava eu quando fiz esta foto no dia 23/02/2006 pelas 16H30?

23 de fevereiro de 2006

1.500!!!

A Ministra da Educação veio hoje dizer que o número de escolas do 1º Ciclo a encerrar é, afinal, o triplo do que foi anunciado.
Nada tenho a opor ao encerramento de escolas frequentadas por 4, 5 ou 6 alunos. Dificilmente podem, estas escolas, dar resposta às actuais exigências colocadas pela Educação. O mesmo não posso dizer quando as escolas a encerrar têm 11, 12, ou mesmo 18 ou 19 alunos.
Desde logo por uma razão tão querida dos “representantes” dos professores: a, repetidamente defendida, redução do número de alunos por professor, o qual, nestes casos, até é superior ao reclamado “ideal”.
Mas há um outro problema, e mais grave.
É que os alunos oriundos das escolas encerradas têm de ser acolhidos em outras escolas, as quais, para não cairmos no economicismo sistematicamente repudiado pelo governo, devem oferecer melhores condições que as antigas. Mas não é isso que acontece. As “escolas de acolhimento" têm, na generalidade dos casos, as mesmas deficiências das que vão ser encerradas.
Assim, vai ser necessário um enorme esforço financeiro para as requalificar, requalificação que, na esmagadora maioria dos casos, implica mesmo a construção de escolas novas. É por isso mesmo que a senhora ministra vem dizer que “as autarquias têm até Abril para entregarem ao ministério os planos relativos à construção de centros escolares ou à melhoria de infra-estruturas já existentes, intervenções que deverão ser financiadas com verbas do próximo Quadro Comunitário de Apoio”.
Ora, tanto quanto julgo saber, as verbas do próximo QCA não estarão disponíveis antes de 2008. Isto é, a construção e beneficiação do parque escolar só poderá ser lançada depois desse ano. Ou seja, a intervenção não estará concluída antes de 2010.
O mesmo se deverá passar ao nível dos transportes. De facto, conjugando a necessidade de transportar muito mais alunos, com a recente legislação sobre transporte colectivo de crianças, de imediato se constata que vai ser necessário investir fortemente na reabilitação dos autocarros, e, na maioria das situações, na compra de novas viaturas. O que acontecerá lá para 2010, como já referi.

Mas as escolas encerram, muitas delas, já em 2006, como é sabido.

Até lá – 4 anos no mínimo – os miúdos serão “arrebanhados”, transportados “à toa”, e “encafuados” em salas sem as mínimas condições para a aprendizagem, para nem falar na dignidade.

Isto é uma coisa fantástica!

(ai os cãezinhos da minha terra…)

22 de fevereiro de 2006

21 de fevereiro de 2006

Call Center

Dentro de algum tempo, os Serviços de Atendimento Permanente – as vulgares Urgências – dos pequenos concelhos portugueses, como é o caso do meu, serão encerrados. Nessa altura, numa situação de aflição, vamos deixar de ir ao médico. Passaremos a telefonar.
A minha experiência em Call Centers é muito limitada (TMN e Cabovisão). Mas um Call Center, é sempre um Call Center. Não deve haver assim tantas diferenças dependentes da respectiva finalidade. Vai daí, dei comigo a imaginar como será uma sessão no Call Center da Saúde:

trummmm ... trummmm ...
Ligou para o serviço de apoio urgente a utentes do Sistema Nacional de Saúde.
Para maior facilidade no seu atendimento, agradecemos que tenha o seu número de utente acessível.
Para acidentes, prima 1
Para dores de cabeça, prima 2
Para dores de garganta, prima 3
Para dores no peito, prima 4
Para dores nas costas, prima 5
Para dores de barriga, prima 6
Para dores nas pernas, prima 7
Para outras dores, prima 8
Para ser atendido por um assistente, prima 9
Para praguejar, prima 0

Eficiente, hem?
Aceite o desafio. Escreva também o seu cenário. Dê largas à imaginação. Divirta-se! (isto, só mesmo para gozar)

17 de fevereiro de 2006

Direito à Indignação

No passado dia 13 de Janeiro, o jornal "24 Horas" deu à estampa a notícia que do processo “Casa Pia” constavam, no dito “envelope 9”, os registos de chamadas telefónicas de 208 altas figuras do Estado Português, entre as quais, o próprio Presidente da República.
Seguiram-se páginas e páginas de jornais, aberturas de tele-jornais, discursos, declarações, desmentidos, audições parlamentares, enfim, um falatório! Uma indignação pulsante! E, para calar as vozes, foi ordenado um inquérito. Urgente!

Passado um mês e dois dias, a redacção do mesmo jornal foi objecto de uma rusga policial, com apreensão de equipamento e material jornalístico.

Fica-me a dúvida:
Será mais importante saber quem, e porquê, determinou a apensação dos registos das chamadas ao processo “Casa Pia”, ou saber quem deu a informação ao jornal?

E uma outra:
Por que é que, apesar desta clara violação da liberdade de imprensa, não ocorre um “falatório” parecido com o primeiro?

Ou será que o verdadeiro problema é o de se poder vir a saber quem fala com quem?
É que isso vai mesmo saber-se. Quero crer que a esta hora haverá por aí algumas dezenas de cópias do ficheiro dos registos das chamadas.

14 de fevereiro de 2006

Paradoxo

De acordo com as intenções do Governo, as escolas primárias com menos de 20 alunos devem ser encerradas.

De acordo com a Lei, o número máximo de alunos numa turma do 1º Ciclo com os quatro anos é 18.

...

13 de fevereiro de 2006

Abriu a temporada

Informação ao consumidor:

Sempre que lhe ofereçam este produto, (1) verifique cuidadosamente a rotulagem, (2)tenha em atenção o certificado de origem e (3) não deixe de conferir o prazo de validade.

Na dúvida, recuse!

(quantos menos, melhor)

10 de fevereiro de 2006

Blasfémia

Sim, eu sei.

Sete ou oito milhões de pessoas poderão considerar que esta caricatura, que recebi por e-mail, é um ultraje.

Mas não é. É puro gozo!

De resto, o Azurara não tem embaixadas para serem incendiadas.

8 de fevereiro de 2006

Os 20 melhores filmes de todos os tempos

Seguindo a Estrelinha,

Eu gostaria de apresentar à blogosfera um desafio. Escolher os 20 melhores filmes da história do cinema. Neste sentido em baixo tenho os "meus" 20 melhores filmes. Vou encaminhar esta minha lista para alguém, da minha confiança e amizade que actualizará a lista (eliminando dois) e adicionando outros dois em substituição daqueles. Publicará esta lista fazendo um "trackback" com o blog de origem e encaminhará a lista para outro blog que continuará os procedimentos. Assim em cada momento a lista estará actualizada. No fim da publicação da lista cada blogger colocará um link dos últimos cinco blogs que a actualizaram. É importante não quebrar a cadeia.Parece-me um desafio interessante. Assim em cada momento temos a lista actualizada dos 20 melhores filmes e através dos nomes dos últimos cinco blogs intervenientes no processo podemos conhecer novos blogs amigos (e obtemos alguns links)

A minha lista dos 20 melhores filmes de sempre:

Casablanca - 1942 (Michael Curtis)
East of Eden - 1955 (Ellia Kazan)
The Guns of Navarone - 1961 (J. Lee Thompson)
The Silence of the Lambs - 1991 (Jonathan Demme)
Blue Velvet - 1986 (David Linch)
Modern Times - 1936 (Charles Chaplin)
The Deer Hunter - 1978 (Michael Cimino)
Citizen Kane - 1941 (Orson Welles)
Raiders of the Lost Ark - 1981 (Steven Spielberg)
Red River - 1948 (Howard Hawks)
The Bridge on The River Kway - 1957 (David Lean)
Unforgiven - 1992 (Clint Eastwood)
Les uns et les Autres - 1981 (Claude Lelouch)
La vita è bella (Life is beautiful) - 1997 (Roberto Benigni)
One Flew Over The Cuckoo's Nest (1975) - Milos Forman
Nuovo Cinema Paradiso - 1988 (Giuseppe Tornatore)
Amadeus - 1984 (Milos Forman)
Eyes Wide Shut - 1999 (Stanley Kubrick)
2001: A Space Odyssey - 1968 (Stanley Kubrick)
Once Upon a Time in America - 1984 (Sergio Leone)

1. Os 20 melhores filmes de todos os tempos por "All Time by Nothingandall"
2.Os 20 melhores filmes de todos os tempos por "Eu Sei Que Vou Te Amar"
3. Os 20 melhores filmes de todos os tempos por "Clave de Lua II"
4. Os 20 melhores filmes de todos os tempos por "Terras de Azurara"
5. A lista actualizada pela Sulista

6 de fevereiro de 2006

Caricaturas - 2

Amiga de humor mordaz e velha companheira de trabalho, enviou-me esta pérola sugerindo publicação na secção de aviões. Pois... Mas naquela secção só coloco aeronaves de caça, intersecção e ataque ao solo. Bombardeiros, não!

Caricaturas

Ainda não foi incendiada nenhuma embaixada do país do tipo que se lembrou disto?

Microsoft

Se este não fosse um bloguezito de província, poderia pensar-se que Marcelo Rebelo de Sousa leu este post.

5 de fevereiro de 2006

Relativismo (II)

Comentando o "tropeção", diz o jornal A Bola:

Em jeito de balanço global, o Benfica não merecia sair de Leiria vergado ao peso da derrota. Jogou bem e criou as melhores oportunidades de golo, mas os erros defensivos pagam-se caro e o União de Leiria soube aproveitá-los...

Uhmmm... a TVI deve deve ter transmitido um jogo diferente do que o jornalista viu. Na minha televisão foi ao contrário. O Leiria fartou-se de falhar golos de modo escandaloso.

(Carneiro, o Pravda é este ou é o outro?)

4 de fevereiro de 2006

3 de fevereiro de 2006

Causas fracturantes

A Teresa e a Helena não conseguiram concretizar hoje o seu sonho comum: o de casarem. Mas prometem não desistir e continuar a lutar.

Há, de facto, causas pelas quais vale a pena lutar.
Nesta problemática do casamento, surgem-me duas lutas que merecem ser travadas:

  • Legalização do casamento poligâmico
  • Legalização do casamento a meio-tempo
Neste contexto, exorto todas as esposas mulheres raparigas que se queiram juntar a mim (na luta) a não deixarem de dar o seu contributo.

Foto no primeiro contacto, pf.