17 de maio de 2006

Era o que eu temia!

NEGOCIARAM!!!

A violência em S. Paulo terminou em resultado das negociações do Governo com os criminosos.
É isto a teoria dodiálogo e do "politicamente correcto".
Como contrapartida por cessarem os ataques, mesmo na dita prisão de alta segurança, os líderes do crime continuarão a ter - agora legalmente - telemóveis, para além de outras mordomias. Poderão, assim, continuar a controlar os "negócios" através dos seus operacionais em liberdade.

Duas conclusões:
1) O crime compensa e, tratando-se de matar polícias, ainda compensa mais;
e
2) Para a próxima será muito pior!

15 de maio de 2006

Brasil

Se, como alguns dizem, a culpa é do "sistema";
Se, como alguns dizem, a guerra nunca é solução;
Se, como alguns dizem, violência gera violência;
Se, como alguns dizem, apenas o diálogo conduz ao sucesso,
Então,
Como é que uma democracia lida com coisas como esta?

13 de maio de 2006

Sem rei nem...

Independentemente da apreciação da medida - do fecho das maternidades - não posso deixar de ficar preocupado com isto.

Afinal, quem governa Portugal?


(gostava de ler a fundamentação da providência cautelar)

Blasfémia

Salvaguardadas as necessárias distâncias, acho extraordinário este post.

Se não sabe o que é o "esquema da pirâmide", ou o "esquema de Ponzi", vá ver aqui.

11 de maio de 2006

Um atestado de burros

Foi o que nos passou, aos portugueses, o ministro Correia Campos, quando disse que admitiria adiar o encerramento do bloco de partos do hospital de Lamego, se o respectivo Presidente da Câmara contratasse médicos obstetras.

Não quero, por agora, tecer qualquer consideração quanto à intenção de encerrar as maternidades, embora não possa deixar de criticar a fundamentação dos opositores, já que se tem limitado à critica do economicismo. Já era tempo de deixar este discurso caduco. Já era tempo de assumir que o custo das coisas é um factor muito importante. Já era tempo de perceber que, se estamos nesta triste situação deficitária, o devemos às políticas despesistas, enquanto opositoras das economicistas. E também já era tempo do próprio Governo assumir, sem complexos, o discurso da verdade - o da necessidade da redução de custos - em vez de se afundar em subterfúgios políticos mascarados de técnicos.

Mas, sinceramente, alvitrar que uma Câmara Municipal contrate médicos para um hospital do Sistema Nacional de Saúde... não será coisa que nos inquiete quanto à sanidade mental?

8 de maio de 2006

Futebol

O Benfica perdeu, e bem, com o Paços de Ferreira. Mas, desta vez, pelo menos desta vez, pelo menos uma vez na vida, não fiquei satisfeito com a derrota. É que, se tivesse ganho, o Belenenses não desceria de divisão.
Que chatice!

7 de maio de 2006

Pôs-se a jeito...

Freitas do Amaral
... mas desta vez é capaz de ter razão.

Eu também já cheguei estoirado ao fim muita coisa sem estar cansado da mesma coisa.

4 de maio de 2006

Errar apesar da História

Evo Morales - BolíviaEste homem - Presidente da Bolívia - não tendo aprendido nada com a história, cometeu o mesmo erro que muitos outros ignorantes cometeram antes: nacionalizou! Nacionalizou o sistema de extracção de gás natural e petróleo, mandando a tropa ocupar os campos e as refinarias.

Che Guevara, há 40 anos, deveria ter gostado.
Quem não gostou foi o "colega" Luís Inácio da Silva, dividido entre o ideológico direito à nacionalização e a pragmática defesa dos interesses brasileiros. É que a maior empresa em operação na Bolívia é a Petrobras, a qual, depois de lá investir muitos milhões (à espera do retorno, naturalmente) se vê agora obrigada a saír "com uma mão à frente e outra atrás".
Mas o mais interessante é que o duro marxista Lula subscreve agora a opinião de que "os contratos de exportação de gás da Bolívia para o Brasil estão sujeitos à Justiça de Nova York e não à Justiça boliviana".
Giro, hem?
No meio disto tudo, só lamento aquilo pelo que os bolivianos vão passar. Coitados! Com tantos exemplos por este mundo fora...

3 de maio de 2006

Secção de aviões

Ana Hickmann
A minha mãe descobriu a brasileira TV Record. Agora, quando vou almoçar ao melhor restaurante da cidade, não dispenso o zapping para vislumbrar esta senhora no "Hoje em dia".

1 de maio de 2006

Ecovalor

A partir da próxima segunda-feira a taxa ECOVALOR passa a abranger os electrodomésticos. Mais uma. Mais uma taxa. E como é uma taxa, sobre a taxa incide o IVA. Nada de novo. Estamos habituados.
Mas esta é uma taxa "boa". Isto é, é daquelas que se pagam com satisfação. A malta paga mais, mas um tipo fica aliviado. Sente que cumpriu um seu dever de cidadania. Porquê? Porque ela vai direitinha para subsidiar a gestão de resíduos, contribuindo, assim, para um ambiente mais favorável à nossa espécie. Trata-se, por isso, de uma taxa por uma boa causa!
Adoro taxas por boas causas. Adoro pagar mais caro por boas causas.
Mas, pensando bem, entre taxas e impostos, quais é que não são por boas causas?
Vejamos:
  • Pago Imposto Automóvel mas tenho boas estradas e auto-estradas;
  • Pago Imposto sobre o tabaco mas tenho um excelente sistema de saúde;
  • Pago Taxa Social (ou C.G.A.) mas terei uma confortável pensão de reforma se não morrer antes da idade estabelecida;
  • Pago Imposto sobre os Combustíveis e devo ter alguma coisa boa que agora não me ocorre;
  • Pago IRS e tenho a satisfação de ver o meu dinheiro bem redistribuído e aplicado;
  • Pago IVA e ...

Oh, como é bom pagar impostos!

29 de abril de 2006

20 de abril de 2006

A Solução Final

Postei aqui sobre a crise aberta pelo programa nuclear Iraniano. Num dos comentários, veio o amigo Balula Jr defender que a comunidade internacional deve dialogar com o governo do Irão no sentido de chegar a um acordo, o qual poderá passar pela concessão de “benefícios financeiros”.
É certo que esta ideia vem impregnada daquele ímpeto romântico/juvenil característico deste nosso amigo, e tão próprio de uma certa esquerda. Mas, pelo menos por uma vez, estará aqui uma verdadeira descoberta. Quiçá o embrião da solução definitiva para o nosso eterno problema: o défice!
É muito simples:
Em vez da OTA e do TGV, (se o dinheiro não der para tudo), devemos avançar com um programa para produção barata de energia eléctrica – centrais nucleares. (se é uma opção válida para o Irão, porque não para nós?). Bom, mas não nos ficamos pela central. Teremos de eleger o desígnio nacional de produzir o nosso próprio combustível. Ou seja, teremos de fazer enriquecimento de urânio. Mas - finórios - vamos enriquecê-lo mais que o necessário para combustível da central nuclear. Vamos até ao ponto de poder produzir uma BOMBA!
Nessa altura, o nosso primeiro-ministro presidente fará alguns discursos inflamados e dirá que não nos esquecemos daquele ultraje que os ingleses nos fizeram com o “mapa cor-de-rosa”, o ultimato e outras badalhoquices, e aludirá à possibilidade de virmos a “riscar do mapa” a Inglaterra. (também podemos arranjar qualquer coisa contra a França, ou a Alemanha, e nem preciso de falar nestes "cães" que temos à porta). É claro que não nos faltarão alguns milhares de "combatentes da liberdade" que, então, descerão a Avenida envergando os seus cintos-bomba, prontos para o supremo sacríficio contra aqueles que nos quiserem impedir de fabricar a BOMBA.
E… tchammm, tchammmm!
Aí teremos a comunidade internacional a vir dialogar connosco, respeitosamente, de chapéu na mão: “Que não. Que não precisamos de ir por aí. Que não há necessidade. Que eles até nos dão umas 'massas', perdoam as dívidas e etc. e tal”
É claro que a malta aceita a “massita”. Mas fazemos a BOMBA na mesma. Sim, que ainda havemos de mostrar àqueles sevandijas...

19 de abril de 2006

18 de abril de 2006

Irão



Com um presidente como aquele, a hipótese 4 é imbecil.

A 3 não deu qualquer resultado.

Por isso, votei na 2.

E, provavelmente, daqui a algum tempo estarei a votar na 1.

13 de abril de 2006

Fundamentalismo

... é o que revela esta posição da CONFAP:

Considera a CONFAP que o acórdão em análise, permitindo a utilização sistemática da violência psicológica e mesmo física sobre crianças portadoras de deficiência: admite a leitura de que às não portadoras se poderá ir ainda mais longe; que à família é consentido utilizar estes meios como métodos educativos; que às instituições é tolerado, à margem da cultura familiar, utilizar os mesmos métodos.

Fundamentalismo que até leva a tergiversar sobre o conteúdo do acórdão do STJ, no qual são peremptoriamente afastados o dolo e a reiteração, logo a sistematicidade do comportamento.
O acórdão limita-se a dizer uma coisa tão simples e óbvia quanto isto:
Uma "lamparina" no momento certo é um recurso educativo a ter em conta.

12 de abril de 2006

O exemplo

119 Deputados da Nação faltaram ao seu trabalho na Assembleia da República.
Não houve quórum.
O presidente disse que ia marcar falta aos ausentes.
Falta justificada?
Por doença? Consulta médica? Tratamento ambulatorio? Assistência a familiares? Motivos não imputáveis ao agente? Por conta de férias? Por...

Jurisprudência

Qual é o bom pai de família que, por uma ou duas vezes, não dá palmadas no rabo dum filho que se recusa ir para a escola, que não dá uma bofetada a um filho (...) ou que não manda um filho de castigo para o quarto quando ele não quer comer? Quanto às duas primeiras, pode-se mesmo dizer que a abstenção do educador constituiria, ela sim, um negligenciar educativo. Muitos menores recusam alguma vez a escola e esta tem - pela sua primacial importância - que ser imposta com alguma veemência. Claro que, se se tratar de fobia escolar reiterada, será aconselhável indagar os motivos e até o aconselhamento por profissionais. Mas, perante uma ou duas recusas, umas palmadas (sempre moderadas) no rabo fazem parte da educação.

E onde é que isto está escrito, onde?
Num acórdão do Supremo Tribunal de Justiça!

Provavelmente, o maior avanço educacional dos últimos 30 anos.
Vou diligenciar para obter a versão integral. Quem a tenha... agradeço.

Itália

Estive a ler os resultados.
Prodi teve menos votos mas ganhou as eleições. Tal e qual como nas eleições americanas.
Dire-se-á de Prodi o mesmo que se disse diz de Bush?

10 de abril de 2006

Sindicatices

Os senhores do Sindicato de Professores da Região Centro descobriram uma coisa que os deixou indignados: existe uma grande diferença entre os vencimentos dos professores no início e no fim da carreira. E disso dão conta na sua revista de Março de 2006, onde publicam este quadrozinho para mostrar que o “leque” português é o maior da Europa, o que é mau.
Curiosamente, não dizem por que é que é mau, nem de que forma se evitaria esse mal. Isto é, não dizem que os professores no início da carreira deviam ganhar mais, ou que no fim da carreira deviam ganhar menos, ou as duas concomitantes, ou outra qualquer. Nada!
É claro que estes senhores estão permanentemente na oposição e o discurso da oposição conheço eu bem: “isto está mal... porque sim!”. Simples e confortável!
Mas, mesmo aceitando esta premissa como típica das oposições, era exigível que os dados fossem correctamente apresentados. E não o foram. Os salários do quadro são valores absolutos.
Ora, é sabido que quando se estabelecem comparações internacionais os valores devem ser relativos. Só assim se pode ter noção se, num determinado país, uma coisa é, ou não, cara, e se um salário é, ou não, alto. O normal, nestas matérias, é utilizarem-se valores ppp (paired purchase power), como os senhores do SPRC deviam saber.
Mas, mais estranho ainda, é referirem que recolheram os valores no Eurydice. É que o Eurydice disponibiliza estas comparações fornecendo os valores em percentagem do Produto Interno Bruto per capita! Basta ir a http://www.eurydice.org/Salaires/CompPays.asp
É caso para dizer que “foram a Roma e não viram o Papa”.
Ou será que foi de propósito?...

Bom, se tivessem seguido as regras, iriam obter um quadrozinho parecido com este, mais país, menos país, e teriam demonstrado a sua tese: o leque salarial mais elevado é o português!

Mas também teriam concluído que, no início da carreira, os professores portugueses ficam numa posição muito confortável (apenas atrás dos alemães e dos espanhóis, dos quais, como dizem, não encontraram dados).
Da comparação no fim da carreira, não falo.

6 de abril de 2006

Contra a Liberdade...

... é a única interpretação possível da posição assumida pelo Ministro Freitas.
De facto, defender a reunificação da China, com a anexação do "separatista" e democrático Taiwan, é o mesmo que defender a sujeição de alguns milhões de chineses ao mesmo regime totalitário que ainda oprime muitos milhões de Chineses.
Isto só não é paradoxal, porque vem de um ministro que nos habitou a ver a asneira como regra!

4 de abril de 2006

Golden Share


MAS...
É sempre esclarecedor, e gratificante, constatar que o Governo Português se mantém agarrado, "de unhas e dentes", à velha concepção do Estado planificador de toda a actividade económica necessidade de satisfazer a sua clientela com lugarzinhos na administração das empresas.

Ich bin ein Catalán!

O Benfica ganhou, neste últimos dias, muitos e muitos simpatizantes, com a maioria dos espanhois (sobretudo os madridistas) como sócios apoiantes.

Pela minha parte, hasteei a bandeira!

3 de abril de 2006

Nada a dizer

Estando em causa a "relação de confiança necessária entre tutela e dirigente", "foi posto termo à sua comissão de serviço [como director nacional da PJ] com efeitos imediatos"

Nada a comentar.
É por isso que os governos são eleitos (em Portugal é a AR)

1 de abril de 2006

SOS Professor

"... este fenómeno deve-se às profundas alterações no plano social e familiar e ao alargamento de fenómenos de marginalidade e pobreza em Portugal, mas também à política do Ministério da Educação, que diz ter contribuído para a perda de autoridade dos docentes."

Olha quem fala...

30 de março de 2006

Já chegámos à França?

Sinais dos tempos?

Sabeis o que vai acontecer ao miúdo?
Sabeis o que vai acontecer à professora?


Ler mais aqui.

28 de março de 2006

Custou!

Custou... mas foi!
Isto é, HÁ-DE IR!


Nota:
Eu sou contra a presença em qualquer país de qualquer pessoa indocumentada. Ilegais, não! Sejam portugueses ou de outra nacionalidade qualquer. O que não acho bem é o estabelecimento de prazos tão curtos como aqueles que me parece que o Governo Canadiano determinou.

26 de março de 2006

Negócios Estrangeiros

Se em vez de trabalhadores deportados, tivesse sido um turista português, "gente bem", a ser detido por fumar uns charros, a coisa não estava a ser tratada pelo consulado.
Não!
Já lá tinha ido um membro do Governo.
Critérios e prioridades...

22 de março de 2006

Mal!

Francamente mal!
Lamentável!
Por mais que discorde dos inúmeros excessos que se cometeram durante o PREC – que ainda hoje nos constrangem – não posso deixar de afirmar que o dia 25 de Abril de 1974 deve ser dignamente comemorado.

Boa! Está muito boa!

18 de março de 2006

Boa pergunta...

...faz a jornalista Mónica Contreras no Expresso de hoje:

De facto, os nossos miúdos passam muito mais tempo na escola. Na escola primária, então, a diferença é abissal: o dobro dos finlandeses (com as novas componentes). E, contudo, aprendem muito menos. Porquê?
Se olharmos para o quadro comparativo que publica, (embora pouco preciso no que respeita a custos com transportes e refeições), notamos um aspecto que é fulcral: No tempo todo que passam na escola, o que fazem os alunos portugueses e os finlandeses?

Os nossos utilizam cerca de 33% do tempo com aprendizagens nucleares. Na Finlândia, o desenvolvimento destas mesmas competências ocupa cerca de metade do tempo. Só para a aprendizagem da Língua Materna é reservado um quarto do tempo total!
Isto é. Os Finlandeses perceberam que sem saber ler, compreender, interpretar e produzir texto, não se consegue aprender mais nada. E também perceberam que há aprendizagens que apenas é possível realizar à custa de trabalho individual (menos aulas / mais trabalho pessoal).
Nós continuamos a pensar que é possível ultrapassar estes problemas à base de cosmética e folclore.

Também importante:
Na Finlândia, a escolaridade obrigatória inicia-se no ano em que a criança completa os 7 anos de idade.
Para saber mais: http://www.eurydice.org/Eurybase/frameset_eurybase.html

16 de março de 2006

Si, si, presupuesto

Bombeiros?

Americanos?


Mas afinal estes tipos são bons a apagar fogos?
Normalmente são acusados de os atear, não é?
E o governo chama-os para nos virem ensinar?
Hummm... Freitas do Amaral não deve ter sido ouvido na matéria...

14 de março de 2006

TVI

No meio de um zapping passei pela TVI e ouvi umas frases soltas que me levaram a deixar lá a sintonia. Estava em directo (está) a tal Dona Crawford de quem já ouvi falar a propósito do tal AB-SEXO. Então, telefonou para lá uma senhora a dizer que a mãe, com uns provectos 92 anos, tem regularmente e desde a adolescência, sonhos eróticos intensos, que, por vezes, se concretizam. Questionada sobre o que seria aquela concretização, explicou que, muitas vezes a mãe tinha orgasmos enquanto sonhava. Pode ter sido impressão minha, mas era capaz de jurar que a Dona Crawford salivou.
Neste momento, a senhora explica que, quando a mulher está grávida, o homem a pode penetrar, anal ou vaginalmente, por detrás.
Curioso programa este... de Educação Sexual, claro está!

Exames para candidatos a professores

O Ministério da Educação quer alterar as condições de formação e de acesso à profissão docente, prevendo, entre outras mudanças, a criação de "provas nacionais de avaliação de conhecimentos e competências". Ou seja, um candidato a professor só poderia ser recrutado depois de ter realizado e obtido aprovação nestes exames.

A ideia não é despicienda, não senhor. É melhor que nada. Mas...
Não será muito difícil aferir da aptidão para esta profissão através de exame(s)?
Assim de repente?
Não seria preferível ter a coragem de "abrir" a porta da sala de aula?
Não seria melhor criar, no âmbito dos Conselhos Pedagógicos, uma comissão que, ao longo de um ano, avaliasse o desempenho do candidato em sala de aula?

Eu acho que era o desejável. E até permitiria uma outra coisa muito mais importante - a estabilização dos quadros com os professores que a escola quisesse e que, eles próprios, também quisessem:
"Olhe, gostámos do seu trabalho. Quer cá continuar? Assine aqui!"

12 de março de 2006

It's magic!

Sócrates anuncia 15 mil postos de trabalho no âmbito do Programa de Alargamento da Rede Nacional de Equipamentos Sociais (Pares), o qual envolve o aumento de 50% do número de creches, de 30% do serviço de apoio domiciliário a pessoas com deficiência, de 17,5% por cento os lares residenciais e de 10% dos centro de actividade ocupacional, dos centros de dia, dos lares de idosos e dos serviços de apoio domiciliários a idosos, e que será concretizado através de parcerias com as câmaras municipais e com as instituições particulares de solidariedade social (IPSS), mas também com os privados, que terão 6200 dos novos 45700 lugares a criar.

Isto parece-me mais que arte de prestidigitador. Parece pura magia.
Porquê?
Porque os municípios vão ser chamados a criar, nomeadamente, creches (não confundir com Jardins-de-infância), valência cuja oferta é claramente insuficiente. Só que, simultaneamente, o Governo pretende impedir a contratação de novos funcionários pelas autarquias (com o que concordo), cortando-lhes 10% dos duodécimos se violarem esta regra. Pelo que temos aqui um problema sério. Como irá ser?
As creches vão funcionar sem pessoal?
ou,
As câmaras deixarão de prestar outros serviços para poderem deslocar o respectivo pessoal para as novas creches?
ou,
É mesmo um exercício de magia?

10 de março de 2006

The next step


Seguindo uma dica do Blasfémias, deparei com este verdadeirosonhotornadorealidade.

Começa (?) a tornar-se obsoleta a fracturante causa da adopção por "casais" homossexuais.

8 de março de 2006

Respeito

Parece que hoje é o Dia Internacional da Mulher.

É em honra de todas elas, especialmente dos camafeus que alguns lá têm, que aqui publico este esplendor!


(parece que é "repetida", mas não é)

(se o seu browser faz redimensionamento automático da imagem, então ponha o rato em cima da Katrin e depois clique no iconezinho ao fundo à direita)

Paris by Claude Lelouch

Amigo do peito, radicado na Guarda e "fanático" militante, enviou-me este passeio por Paris. A quem tenha a curiosidade de "dar a voltinha", recomendo a leitura prévia do texto explicativo na margem direita da página do filme. Atenção! O homem era mesmo louco!

Quase, quase...

O Senhor Secretário de Estado da Educação, que é aquele senhor que o SPRC acusa (1) de ter perdido o mandato de Vereador da Câmara Municipal de Penamacor por excesso de faltas, homologou um parecer da Auditoria Jurídica do Ministério da Educação que considera ilegais as reuniões sindicais realizadas fora dos estabelecimentos de ensino.
Eu nem queria crer. Tive de reler. Mas era mesmo assim!
Vão mesmo deixar de existir as costumeiras romarias às capitais de distrito na demanda da competente declaração de presença. A acção sindical passará a fazer-se, como em todo lado, nos locais de trabalho. E eu acho muito bem!
O problema é que os sindicatos estão todos acreditados como entidades formadoras, o que significa que poderão sempre converter "reuniões sindicais" em "acções de formação". Nem será inédito. Ainda recentemente tomei conhecimento de uma destas acções, com a duração de 2 (dois) dias, para ensinar os professores a elaborar a respectiva candidatura ao concurso!!!
De qualquer forma, é uma boa notícia.

Estou quase, quase a concordar com o amigo Carneiro na sua "teoria das mulheres com peito de rola".

(1) http://www.sprc.pt/index_01.html (Última Hora, e depois no fundo à esquerda)

6 de março de 2006

Acesso proibido?

Sim.
Hoje, esta coisa esteve com essa estranha mensagem.
Acho que já recuperou.

Obrigado Ruben

O meu @migo Ruvasa teve a gentileza de me presentear
Não posso retribuir por manifesta falta de jeito. Mas posso enviar-lhe um forte abraço.
Obrigado.

5 de março de 2006

Arrancada a ferros

Foi a vitória dete tipo na Reboleira.
Suou a camisola e fez por merecer o resultado.

Pungente o lance em que não hesitou em sancionar um defesa adversário que não teve pejo em atirar a cabeça contra o pé de um seu adversário a cerca de 1 metro e oitenta de altura.

Mereceu os três pontos!

Educação


Apresento as minhas felicitações à Senhora Ministra. Faz bem ao não seguir o parecer do corporativo Conselho Nacional de Educação - uma espécie de sobrevivente do Conselho da Revolução.
Precisamos de bons manuais e não dos que nos têm andado a meter debaixo do nariz.
Só espero que a "comissão" avaliadora e credenciadora não venha a ser inquinada pelos mesmos "cientistas da educação".





Por outro lado, e de forma absolutamente invulgar , não posso deixar de concordar com o presidente da Confap: apenas se devem fechar escolas primárias se houver outras escolas com condições adequadas para receber aqueles alunos.
CERTO!

3 de março de 2006

Secção de aviões

Há já muito tempo que aqui não dava à estampa um aparelho.
Neste, deve focar-se a atenção no pormenor do "o-ring", o qual representa o expoente máximo - o estado da arte - da utilização de materiais compósitos, embora, na minha modesta opinão, não seja o indicado na perspectiva do conforto da pilotagem.
Acresce que o facto de se apresentar com o trem de aterragem recolhido, prejudica - e de que maneira - a apreciação da aeorodinâmica da aeronave.