23 de agosto de 2006
22 de agosto de 2006
20 de agosto de 2006
Muito interessante

O PCP não concorda com a forma como Carlos Sousa tem governado Setúbal, e quer que ele renuncie.
É certo que Carlos Sousa foi eleito numa lista do PCP.
Mas...
Os eleitores votaram no PCP ou no Carlos Sousa?
18 de agosto de 2006
Simao Sabrooooossaaa
Não se vai arrepender!
17 de agosto de 2006
O baptismo...
... do Centro de Estágio do Seixal traduziu-se numa luta renhida:
Hipótese 1 - "Caixa Cidade do Futebol" - 34,6 %
Hipótese 2 - "Caixa Centro de Talentos" - 27,0 %
Hipótese 3 - "Caixa Futebol Campus" - 38,1 %
Acho que foram felizes. O termo "Campus" dá-lhe assim um ar de Academia...
16 de agosto de 2006
"Muito obrigado"

Sim.
Era o que o Governo Libanês devia dizer:
"Muito obrigado, Judeus. Esses tipos do Hezbolah não nos deixavam circular em certas zonas, mas, graças à vossa acção, vamos conseguir estender a nossa soberania a todo o território."
31 de julho de 2006
Alvos civis
Para além das forças militares no terreno, as pontes, estradas, caminhos-de-ferro, aeródromos, refinarias... são, obviamente, alvos militares.
Os outros, nomeadamente as zonas residenciais, são os alvos civis; os que não podem ser atacados.
Mas quando os combatentes se abrigam em zonas residenciais, transformam-nas em alvos militares...
_______________________________________________
Para compreender as origens desta guerra, para saber quem sempre se opôs a uma convivência pacífica, pode ser útil ler a wikipedia. Coloco aqui este bocadinho para aguçar...
1947 UN Partition Plan
From Wikipedia, the free encyclopedia
On 29 November 1947 the United Nations Partition Plan for Palestine or United Nations General Assembly Resolution 181, a plan to resolve the Arab-Jewish conflict in the British Mandate of Palestine, was approved by the United Nations General Assembly, at the UN World Headquarters in New York. The plan partitioned the territory of Western Palestine into Jewish and Arab states, with the Greater Jerusalem area, encompassing Bethlehem, coming under international control. The failure of the British government and the United Nations to implement this plan and its rejection by Palestinian Arabs resulted in the 1948 Arab-Israeli War.30 de julho de 2006
Simão Sabrosa
O rapaz merecia poder voltar a jogar num grande clube.
29 de julho de 2006
Tudo bons rapazes
Chavéz veio de Córdoba, onde ficou mais um dia para estar com Fidel, e foi à Bielorússia para conversar com Lukashenko, esse paladino da democracia avançada, de quem disse «Encontrei aqui um novo amigo e juntos devemos formar uma equipa, uma equipa combativa»;A seguir foi ao Irão encontrar-se com Ahmedinejad, esse portento da defesa da liberdade, tendo garantido que o seu país “estará com o Irão em qualquer altura e sob qualquer condição”.
Depois disto, fico chateado quando sei que "tendo sido informado da passagem de Hugo Chavez por Lisboa, em trânsito, o primeiro-ministro português manifestou a vontade de aproveitar esse momento para o encontrar, desejo que se concretizou na sala VIP do aeroporto de Lisboa, entre as 10:00 horas e as 11:45". Claro que fico chateado.
28 de julho de 2006
26 de julho de 2006
Fim de ano
25 de julho de 2006
Ufa! Que alívio...
E fica aqui um link para uma publicidade espectacular. Ver para crer.
24 de julho de 2006
Desculpem lá...
Façam o favor de ouvir este "Menino do Orfanato" e de apreciar a fina sensibilidade do artista para com este flagelo social.
Ah, Graciano! Se fossem todos assim não havia pedofilia!
23 de julho de 2006
22 de julho de 2006
Polícias ou sindicalistas?
Sempre disse que esta coisa de sindicatos de polícias havia de dar para o torto.Cá está!
Dois polícias foram aposentados compulsivamente na sequência de processos disciplinares que lhe foram instaurados por terem proferido declarações consideradas ofensivas para a hierarquia e o Governo. Que declarações?
Bom, um disse: "Se o anterior primeiro-ministro foi para Bruxelas, mais depressa este vai para o Quénia"
O outro assinou um comunicado onde perguntava se seria preciso “fechar as esquadras a cadeado, como fazem os estudantes deste país”, para que houvesse condições de segurança na PSP e acusou, verbalmente, o director nacional da PSP de “ter perdido a vergonha” e de não interessar “nem para mandar nos escuteiros", e ainda disse que "as nossas propostas têm sido rejeitadas por políticos iluminados que a legam a inconstitucionalidade do uso de lagartas, preferindo-se arriscar a vida dos agentes policiais em nome de valores menores protegidos por alguma cobardia política".
Admito que as declarações dos polícias sejam ofensivas.
Mas há um problema: eles proferiram-nas enquanto agentes da autoridade ou enquanto sindicalistas? Em que situações é que se poderão considerar a coberto do Estatuto Disciplinar? Onde está a fronteira? Não é fácil, pois não?
E há outra questão. Este problema pode pôr-se com sindicalistas de outros sectores da Administração Pública. Veja-se o caso dos sindicatos da Educação. Como irá ser com os sindicatos de professores? Quantas vezes já ouvimos dirigentes sindicais de professores proferir verdadeiras obscenidades relativamente aos titulares do poder político? Poderão vir a ser igualmente sujeitos a processos disciplinares e aposentados?
Eu até sou dos que não encontra na acção dos sindicatos portugueses qualquer vantagem para os trabalhadores (que não para os próprios sindicalistas). Mas mesmo assim…
21 de julho de 2006
O Exame da Ministra
A senhora Ministra foi hoje a exame no Parlamento.A matéria da prova era a fundamentação da repetição dos exames de Física e de Química. O exame era, pois, difícil. E nestas coisas de exames, é tão mais difícil quanto se está mais mal preparado. Ora, sem surpresa, fartou-se de inventar e "meter os pés pelas mãos". Resultado: "tadinha" da senhora, teve má nota!
Por isso estou triste!
É que a senhora costuma estar bem preparada... mas hoje…
Também é verdade que se tratou de uma decisão sem pés nem cabeça, sabe-se lá se tomada por outro. De qualquer forma, indefensável!
Por isso a senhora saiu fragilizada, e, por isso, estou triste.
Até subscrevo esta parte do editorial do Diário de Notícias:
...
Por entre a pequena polémica da Física e da Química, já desapareceu o fantástico número de negativas a Português, ou a persistência da vergonha absoluta da Matemática, duas áreas nevrálgicas de qualquer sistema educativo. ... A decisão que tomou de admitir a repetição de algumas provas vem ao arrepio da exigência que se tornou a sua imagem de marca. Nessa medida, é indefensável. Mas esta será apenas a primeira negativa de um currículo governativo recheado de positivas. Obviamente, a última coisa que se espera é que desista. Mesmo que os tradicionais corredores da intriga socialista tentem minar a sua autoridade ou margem de manobra no Governo e no sistema educativo.
Também o espero!
19 de julho de 2006
Nojeira (mais uma)
Aqui há uns tempos, insurgi-me com este escândalo na Comissão Disciplinar da Liga de Clubes.Agora temos outra nojeira semelhante no futebol. Só que, desta vez, vem do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, que, com este acórdão, veio ilibar o jogador. E fê-lo, não por o jogador estar inocente, mas porque o acusador mandou “aperfeiçoar” a acusação. E por que é que a acusação teve de ser aprimorada? Porque apenas com o resultado da análise o arguido não podia ser punido! É necessário que o acusador alegue e prove que o arguido voluntária ministrou ou de qualquer outra forma voluntária introduziu no seu organismo a substância que veio a verificar-se estar no seu corpo.
Isto, meus caros, é escabroso!
Mas vamos parodiar:
Na estrada, um condutor é mandado para e soprar o “balão”. 2,4 g/l.
- O senhor está detido
- Porquê, senhor guarda?
- Aqui o aparelho indica que o senhor tem uma taxa de alcoolemia acima do permitido.
- Pois está bem, senhor guarda. Mas só com esse resultado não posso ser punido. O senhor vai ter de provar que eu bebi voluntariamente! Passe uma boa noite!
...
Até o Secretário de Estado disse que era uma vergonha. E, pior ainda, disse que, num caso igualzinho, um outro jogador tinha sido punido. A diferença é que jogava no Guimarães…
Ai, ai... se isto fosse em Itália...
18 de julho de 2006
O bardo flaviense
Ninguém pode ficar indiferente à sensibilidade deste artista. À harmonia da sua música. À linearidade das suas letras. À subtileza da mensagem...

Pois eu tive a felicidade de tomar contacto com este monstro sagrado através da estudantada coimbrã, que não falta a um concerto do mago! Mas vocês só ouvem as playlists das editoras…
17 de julho de 2006
Open Source

O preço foi bom?
Ora 2.250.000 euros a dividir por 3.700 licenças dá... hummmm... pois... é fazer a conta...
Mas tem razão o Paulo Querido.
De facto, o super acordo do Governo com a Microsoft, que levaria esta a um colossal investimento em Portugal, começa a dar frutos... para o lado do senhor Gates!
15 de julho de 2006
Explicações
Ora aqui está! Tinha de haver uma razão qualquer para eu concordar com várias das medidas que o Governo tem tomado:
Sócrates vai às explicações às quintas-feiras!
13 de julho de 2006
Lucros perversos?

Discutiu-se hoje a questão da banca ter aumentado os lucros em 30% mas apenas ter pago mais 15% de impostos. Não chegámos a qualquer consenso.
Alguém sabe?
12 de julho de 2006
Um caso exemplar

Só que o que é mesmo exemplar não é a indemnização que a GM irá pagar. Para exemplo fica a vergonha da mentira. Da mentira que venderam aos eleitores quando lhes disseram que com o Partido Socialista não haveria mais deslocalizações. Afinal...
Porque ainda estamos no rescaldo do Mundial, cabe aqui dizer que isto é exactamente como o caso do Zidane: os fins não justificam os meios.
E cabe também dizer que, tirando algumas cenas patéticas (ver simplex, socrates.com e choque tecnológico, entre outras) até acho que estão a governar bem. Mas para os que votaram neles... deve ser doloroso.
11 de julho de 2006
O todo e as partes
Pretenderia esta legião de descontentes que a FIFA tivesse olhado para o comportamento de Zidane, que o tivesse colocado nos pratos da balança a par da sua habilidade para jogar a bola, e que tivesse concluído que uma não podia apagar o outro.
Devo dizer que faço parte desta corja de protestantes. Também eu acho que a FIFA, nos seus critérios de avaliação, devia integrar valores como, por exemplo, a ética. E aí… ai, ai, Zidane…
O problema é que nós passamos a vida a fazer compartimentações. A separar as partes do todo. Sobretudo quando apreciamos “o homem”, raramente nos detemos numa perspectiva global, holística. Tendemos a apreciar só uma parte “do” homem. É por isso que é vulgar dizermos que um jogador é muito bom, embora abuse do “mergulho” ou dos pitons, e que um apresentador de TV é excelente, embora tenha certos hábitos que francamente…
Isto para já nem falar das vezes em que elegemos presidente um homem que, embora com obra feita, não é um modelo de honestidade, e que, por vezes, até tem processos pendentes na justiça.
E até damos um prémio Nobel a um homem que se distinguiu como terrorista!
Não nos queixemos, pois.
Afinal, a eleição era “só” para melhor jogador. Nem sequer era para melhor “desportista”.
10 de julho de 2006
9 de julho de 2006
Regresso ao futuro
Arte?


Que isto é uma exposição... é!
Que é sobre o que parece... também é!
Se está ou esteve em Serralves... não tenho a certeza... mas...
...
Deve ser defeito meu, mas não consigo ver nada - nem mesmo a arte - pelo olho do cu.
Mas, pior que tudo, é que com coisas tão jeitosinhas que por aí há, logo o artista tinha de ir fotografar estes destroços. Ora bolas!
5 de julho de 2006
Teoria da Representatividade
Mas o secretário-geral da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação já veio dizer que a proposta do Ministério da Educação merece o nosso total desacordo. Os critérios definidos desvirtuam a realidade porque medem apenas o número de quotizações de cada sindicato, o que não é suficiente para apurar o número de sócios.
E não está sozinho nesta luta. Também o secretário-geral de uma coisa que eu nem conhecia – FENEI – veio lamentar-se: Não chegámos a acordo dado que são ilegais os critérios que o Ministério da Educação quer impor para a distribuição dos créditos sindicais. Para medir a representatividade temos de divulgar o número de sócios e, para isso, dar os seus nomes, o que fere a confidencialidade.
O Azurara manifesta a sua plena solidariedade com esta reivindicação dos sindicalistas. A representatividade não se pode medir pelo número de associados. A representatividade é um conceito abstrato, altamente subjectivo e não é passível de análises quantitativas.
Além de que, como é bom de ver, se isto fosse por diante ainda se poderia vir a saber quantos sócios tem cada sindicato, o que traria sérios incómodos. Se fossem poucos … ai a representatividade. Se fossem muitos … ai as contas das quotas.
Abaixo a teoria da representatividade!
4 de julho de 2006
Dá para tudo!
2 de julho de 2006
Mundial
29 de junho de 2006
Trabalho Infantil
- Sabe, esteve cá o filho de fulano. Veja lá que queria que lhe desse trabalho aqui.
- Mas é um garoto…
- Pois é. Tem 14 anos.
- Então mas…
- Passou de ano. Está de férias e queria aqui ficar a ajudar nestes dois meses. Perguntei-lhe porquê e disse-me que queria ganhar dinheiro.
- Boa! E então?
- Então nada. Mandei-o embora. Com 14 anos! Já viu? Porra!!!
- Coitado do puto…
Será que um miúdo que tem uma frequência escolar normal não deveria poder trabalhar nas férias? Legalmente. Com contrato e tudo?
Será que trabalhar nos meses de férias escolares – Julho e Agosto – é prejudicial?
Não teria, pelo contrário, efeitos benéficos?
Não seria uma forma de ensinar o valor do trabalho?
Não se tratará, mais uma vez, da cegueira extremista dos estereótipos?
É que o puto não vai conseguir ganhar as tais massitas. Pelo menos de forma honesta e honrada não vai…
27 de junho de 2006
De bicicleta?
O Governo britânico vai duplicar o orçamento de uma iniciativa que pretende encorajar os alunos a irem para a escola de bicicleta, anunciou hoje o Ministério dos Transportes.“Se conseguirmos que as crianças se desloquem em bicicletas desde cedo, conseguiremos importantes progressos para a sua saúde, para o ambiente e para o tráfego”, disse o ministro dos Transportes, Douglas Alexander.
Nós, por cá, ainda estamos na fase anterior: estimular os alunos a irem de automóvel ou autocarro, ainda que as distâncias sejam curtas.
Mas lá haveremos de chegar...
26 de junho de 2006
Ansiosa
25 de junho de 2006
Futebol Fútbol
Assim, com acento e tudo, à espanhola, fica melhor no dia de hoje.
Bem torci pelos Mexicanos que vulgarizaram a Argentina. Até cheguei a vituperar aquele árbitro que me fez lembrar o Olegário. Mas não deu...
A propósito de futebol, duas curiosidades:
- Dos 23 jogadores da Selecção Nacional, 9 foram formados pelo Sporting.
Porra! Julguei que eram mais! - O Ronaldo não se mexe, mas o Cristiano merche-se muito bem.
22 de junho de 2006
Olhó lobby
Então estão com medo da oferta estatal?
Ó meus senhores, é claro que num sistema concorrencial só sobrevivem as empresas que prestem serviços com qualidade. Com mais qualidade que a concorrência, leia-se.
Se estão com medo que os clientes fujam para o sector estatal, ofereçam serviços que justifiquem o aumento de custos para os pais. Ora essa!
21 de junho de 2006
Inquérito - Resultados

Numa breve análise, cabe-me dizer que não estranhei os "zero" votos obtidos por Roberto Carneiro e Fraústo da Silva. O primeiro terá sido, provavelmente, o único Ministro da Educação, desde 1974, que tinha uma "ideia" para o nosso sistema educativo.
Muito curioso é o "score" obtido por Santos Silva.
19 de junho de 2006
Inquérito
Não estão lá todos os que foram ministros. Estão os mais recentes e também aqueles que se mantiveram mais que meia dúzia de meses.
Não pergunto "qual o melhor" porque... verdadeiramente... bem...
Mas não deixe de votar.
Uma aposta ganha
18 de junho de 2006
Quotas para mulheres
Agora veio outra "bomba":

Ele quer mais mulheres no Parlamento para que tenham "mais visibilidade". Assim, pode "aumentar a probabilidade de uma mulher ser escolhida para um lugar de nomeação". Quotas no Governo e nos lugares dos "boys", já não. Aí deve ser o Primeiro-Ministro a "escolher livremente".
É claro que compreendo perfeitamente o alcance da ideia. O Parlamento passa a ser uma montra com grande visibilidade; o primeiro-ministro olha... volta a olhar... e diz: aquela serve!
15 de junho de 2006
PIB por habitante
A propósito, há uns tempos, quando uma qualquer empresa decidia encerrar para "deslocalizar", a culpa costumava ser do governo por pactuar com os desígnios do capitalismo global.
Agora, ao que se vai lendo e ouvindo, já não é. Então de quem é?
13 de junho de 2006
Pulhice
Aconselho vivamente a sua leitura. Mesmo que não goste futebol, faça um esforço e leia até ao fim. Vai ver que não se arrepende.
(tome providências para não vomitar em cima do teclado)
12 de junho de 2006
O tabefe
Segundo o relato da dirigente sindical, "pouco tempo depois" terá entrado na sala onde estava a docente um casal, aparentemente familiar do aluno, que a insultou, tentou arremessar-lhe à cabeça um balde de lixo de alumínio e lhe bateu na cara e na cabeça repetidas vezes até que os restantes professores e auxiliares conseguiram por cobro ao ataque.
A professora, de 50 anos, foi assistida pelo Instituto Nacional de Emergência Médica na escola e vai ficar de baixa, adiantou Maria Conceição Pinto.
Isto não é nada grave, meus caros.
Grave, mesmo muito grave, é o padre nãoseioquê da Casa do Gaiato ter dado um tabefe num puto chato. Também se tramou! Agora enfrenta um processo crime.
11 de junho de 2006
A metáfora do embaixador
A China é a fábrica do mundo.
A Índia é o escritório do mundo.
A África é o hospital do mundo.
A América Latina é a discoteca do mundo.
Os Estados Unidos são o centro comercial do mundo.
e
A Europa é o museu do mundo.
Bem apanhada, não?
Uma piada docente decente
Na Inglaterra, as vacas são loucas.
Em Portugal, as vacas são ministras.
(por sms)
10 de junho de 2006
Crescimento "virtuoso"?

Estamos a ficar ainda mais pobres quando comparados com os outros países, estamos a divergir relativamente às taxas crescimento da economia mundial, estamos a ver o nosso fosso para a Europa a aumentar... e o Primeiro-Ministro diz que está satisfeito! Trágico!
9 de junho de 2006
Iniciativa privada?
A Ministra da Educação anunciou hoje o modelo de organização das actividades de enriquecimento curricular a implementar nas escolas primárias. Estas actividades, que se vêm juntar ao Inglês (lançado no ano passado) deverão ser organizadas pelas autarquias, ou pelas associações de pais, ou IPSS ou agrupamentos de escolas, que receberão para tal uma determinada importância por aluno. Os pais continuarão sem pagar nada.
De imediato veio a Fenprof criticar o modelo dizendo que entregar “à iniciativa privada aspectos essenciais do currículo do primeiro ciclo do ensino básico só prejudica a qualidade da educação".
Como se perceberá, o que a Fenprof está a dizer é que
- Autarquias, Associações de Pais, IPSS e Agrupamentos de Escolas são “iniciativa privada”
- Inglês, Música e Educação Física são “aspectos essenciais do currículo do primeiro ciclo”
e isso permite compreender a razão de muita coisa…
O que a Fenprof não está a dizer é de quem é o prejuízo, nem porque é que haverá prejuízo...
7 de junho de 2006
Outro 25 de Abril?
"Faremos o que tivermos que fazer.""Se não tomarmos nas nossas mãos a oportunidade de invertermos o rumo da situação, vamos ser fortemente penalizados por esta política", incitam as associações.
Isto não é coisa que se diga de ânimo leve, pois não?
Bom, o 25 de Abril de 1974 teve na origem a insatisfação dos oficiais subalternos. Agora são os sargentos e os praças...
5 de junho de 2006
Sinais positivos
...
Exp - É preciso também avaliar a competência pedagógica.
MFM - Outra aberração! A chamada relação pedagógica é uma entidade mítica: é diversas coisas para diversas pessoas. Para uns significa que os professores sabem motivar os alunos; para outros que são exigentes; para outros — o mais perigoso — que os alunos amam o professor. Só que a aprendizagem é uma coisa difícil. Os alunos têm de perceber que os professores sabem mais do que eles e que, por vezes, têm de ser antipáticos.
Exp - A escola não é democrática...
MFM - Não pode ser. Há na escola uma hierarquia de poder: o professor sabe, o aluno não.
Exp - Os Governos receiam essa ideia?
MFM - Tanto os ministros do PS como do PSD. O estranho é que ambos vivem banhados numa cultura da esquerda de 68: «somos todos iguais, aprender é um prazer, é proibido proibir». Essas tretas entraram mesmo na direita portuguesa que não foi capaz de produzir uma ideologia alternativa. É uma espécie de fruto mau de uma árvore boa: é claro que os professores têm de saber ensinar, que as aulas têm de ser atractivas. Mas também têm de saber e poder exercer o seu poder. Acabar com os «chumbos» foi péssimo.
Exp - O Ministério não se adaptou?
MFM - Não e os professores têm todas as razões de queixa. Porque o Ministério, em vez de criar um regulamento disciplinar para punir os alunos, optou por uma aberração que subverte o poder do professor. É um disparate completo! Considera as partes iguais, numa altura em que os professores têm perante si selvagens. Porque o que dantes a família fazia, deixou de fazer. Desapareceu a cultura patriarcal e muitas famílias não sabem ou não podem transmitir normas básicas.
...
Basicamente, o que Filomena Mónica diz, é o que digo há muitos anos. A diferença é que ela é uma "voz autorizada"...
2 de junho de 2006
2 de Junho de 1981
Foram 25 anos que passaram com uma rapidez estonteante. A bem dizer, não dei conta. Lembro-me como se tivesse sido ontem da forma como começámos a desenvolver software para computadores que … ainda não havia. De facto, em 1981, verdadeiramente, só uma empresa de Mangualde tinha um computador: a Citroën. Mas nós tínhamos um. Um magnífico Tandy Radio Shack, com uma RAM de 64 KB e Dual Floppy Drive de 5 ¼’’ com 140KB de capacidade. Um estrondo! Uma máquina poderosíssima! E lembro-me muito bem dos nossos concorrentes. Eram as máquinas de contabilidade da Olivetti, as famosas A4, que durante algum tempo nos continuaram a ganhar negócios. Mas depois…
Bom, depois foram 25 anos de vertigem tecnológica.
E por falar em tecnologia:
Há por aí algum sinal do “choque tecnológico”? Mesmo pequenino, há algum?
1 de junho de 2006
Ora aqui está...
31 de maio de 2006
Violência na Escola
Fiquei muito deprimido com aquela reportagem da RTP.Mas ainda piorei no mini-debate que se seguiu.
Fátima Bonifácio, já conhecia. Desassombrada! A chamar os bois pelo nome!
Eduardo Sá ... ??? ... ???
E o Senhor Secretário de Estado...
Tão fraco...
Tão fraco...
Tão fraquito...
Tão fraquinho...
28 de maio de 2006
Professores vão avaliar pais
Ao que se sabe, os pais que venham a obter uma classificação inferior a Bom poderão ver diminuídos os montantes do Subsídio Familiar (antigo Abono de Família).
A Confederação dos Pais já deu conta da sua indignação, tendo considerado que os professores são incompetentes para fazerem essa avaliação, e reiterando que apenas os resultados do processo reflexivo inerente à auto-avaliação que cada pai faz do seu desempenho pode potenciar incrementos de qualidade no Sistema Educativo.
(ai... se isto não fosse como as verdades do Dan Brown...)
Revisão do Estatuto da Carreira Docente

Pelo que já li, fiquei com a ideia de que isto não é uma coisa assim tão imbecil como anda por aí a ser propalado.
Leia aqui a proposta.
27 de maio de 2006
Código

Foi hoje!
Foi difícil, mas foi hoje.
Tarde na noite, foi hoje que consegui vislumbrar a legítima "herdeira de Jesus Cristo":
Amélie Poulain
(já vi coisas piores... mas não muito)
Parafraseando Eurico de Barros, o único código que interessará mesmo conhecer é o do multibanco de Dan Brown.
26 de maio de 2006
Galinha gorda...
O Partido Socialista anunciou que vai propor a abolição da cobrança do aluguer dos contadores de águas, electricidade e gás por parte dos consumidores.Parece coisa boa, e é assim que o PS a justifica e fundamenta: "É bom para os portugueses".
É verdade que, à primeira vista, parece bom. Não pagar o aluguer do telefone à PT, por exemplo, é coisa que todos queremos, e que, muitos de nós até já não pagamos. Começa a haver alternativas. Já com a EDP, o mesmo ainda não acontece.
Também é certo que estes alugueres tiveram origem nos custos das infraestruturas e respectiva manutenção. Tiveram uma justificação. Todavia, tendemos a pensar que as empresas que os cobram ganham, com isso, lucros ilegítimos à custa dos consumidores. Admitamos que sim.
E no caso da água? Também será assim?
A resposta é: Não!
De facto, o abastecimento de água domiciliária não é um negócio. Não se pode comparar com os exemplos anteriores. Pelo contrário, trata-se de um serviço público assegurado, na maioria dos casos, pelas Câmaras Municipais, Serviços Municipalizados, ou Empresas Municipais. Trata-se, como se reconhecerá, de um serviço deficitário. Os valores cobrados por cada metro cúbico de água estão, normalmente, longe dos custos de produção, considerando nestes o tratamento e a bombagem. Só que estes não são os únicos. Há que considerar os custos com a extensão de redes, a manutenção das mesmas, a reparação de rupturas, e por aí fora. Assim, as importâncias dos alugueres têm contribuído para diminuir o prejuízo que este serviço público acarreta.
Ora, se os consumidores deixarem de pagar o aluguer do seu contador, quem vai arcar com o aumento do prejuízo? As Câmaras?
Duvido muito. As Câmaras, na generalidade, estão no limite da sua capacidade. Muitas há que até já ultrapassaram e se viram forçadas a entrar em sistemas tutelados pela Administração Central. Muitas outras - provavelmente todas - acabarão por cair na mesma situação. A continuação da transferência de competências sem a correspondente transferência de meios financeiros a isso conduzirá, irremediavelmente. Por isso, suportar mais este acréscimo de custos não me parece plausível.
Então o que irá acontecer?
Provavelmente, o aumento do preço do metro cúbico da água!
E quem vai pagar? Claro, o consumidor!
E o que é que leva a pensar que o mesmo não se passará com o KWh da EDP, ou com o impulso da PT?
E, já agora, porque é que o Estado cobra taxas moderadoras noutros serviços públicos, por exemplo nos da Saúde?
25 de maio de 2006
Cinema
21 de maio de 2006
Errar apesar da História (2)
A ideia não é nova.Já os nacionais-socialistas a aplicaram, vai para 70 anos, com os infames resultados que alguns continuam a negar.
Mas, apesar disso, parece que os iranianos a querem utilizar de novo.
À atenção dos habituais defensores da "bondade" dos radicais islâmicos.
(via Insurgente)
20 de maio de 2006
Desemprego em queda

Sim, sim!
Basta olhar para o gráfico, mas, para quem quiser aprofundar, está tudo no site do INE.
É caso para dizer: isto é uma retoma do carrilho!
18 de maio de 2006
17 de maio de 2006
Era o que eu temia!

A violência em S. Paulo terminou em resultado das negociações do Governo com os criminosos.
É isto a teoria dodiálogo e do "politicamente correcto".
Como contrapartida por cessarem os ataques, mesmo na dita prisão de alta segurança, os líderes do crime continuarão a ter - agora legalmente - telemóveis, para além de outras mordomias. Poderão, assim, continuar a controlar os "negócios" através dos seus operacionais em liberdade.
Duas conclusões:
1) O crime compensa e, tratando-se de matar polícias, ainda compensa mais;
e
2) Para a próxima será muito pior!
15 de maio de 2006
13 de maio de 2006
Sem rei nem...
Independentemente da apreciação da medida - do fecho das maternidades - não posso deixar de ficar preocupado com isto.Afinal, quem governa Portugal?
(gostava de ler a fundamentação da providência cautelar)
Blasfémia
Se não sabe o que é o "esquema da pirâmide", ou o "esquema de Ponzi", vá ver aqui.
11 de maio de 2006
Um atestado de burros
Foi o que nos passou, aos portugueses, o ministro Correia Campos, quando disse que admitiria adiar o encerramento do bloco de partos do hospital de Lamego, se o respectivo Presidente da Câmara contratasse médicos obstetras.Não quero, por agora, tecer qualquer consideração quanto à intenção de encerrar as maternidades, embora não possa deixar de criticar a fundamentação dos opositores, já que se tem limitado à critica do economicismo. Já era tempo de deixar este discurso caduco. Já era tempo de assumir que o custo das coisas é um factor muito importante. Já era tempo de perceber que, se estamos nesta triste situação deficitária, o devemos às políticas despesistas, enquanto opositoras das economicistas. E também já era tempo do próprio Governo assumir, sem complexos, o discurso da verdade - o da necessidade da redução de custos - em vez de se afundar em subterfúgios políticos mascarados de técnicos.
Mas, sinceramente, alvitrar que uma Câmara Municipal contrate médicos para um hospital do Sistema Nacional de Saúde... não será coisa que nos inquiete quanto à sanidade mental?
9 de maio de 2006
8 de maio de 2006
Futebol
Que chatice!
7 de maio de 2006
Pôs-se a jeito...

... mas desta vez é capaz de ter razão.
Eu também já cheguei estoirado ao fim muita coisa sem estar cansado da mesma coisa.




















