
9 de maio de 2007
Remake?

8 de maio de 2007
7 de maio de 2007
4 de maio de 2007
Triste mundo

Dois putos cubanos, sem dúvida intoxicados pela propaganda capitalista, tentaram abandonar aquele país paradisíaco que dá pelo nome de Cuba, para irem viver para aquele antro de maldade que são os USA.
Foram capturados no aeroporto, presos e, não tardará, serão executados à semelhança dos anteriores infelizes que teimaram no mesmo sonho.
Coitados…
Este mundo tem cada contradição:
Estes putos, por tentarem emigrar, vão ser executados;
Se fossem assassinos terroristas presos pelos americanos seriam, provavelmente, enviados para Guantanamo num qualquer voo secreto da CIA!!!
1 de maio de 2007
Nabucco
Aumente o volume de som.
Ainda mais!
Agora, recoste-se, descontraia e deixe-se envolver por estas notas de Verdi...
29 de abril de 2007
Peregrinos

Lembro-me perfeitamente de ir a Fátima a pé ser um facto assinalável.
Pessoas, sobretudo mulheres, que face a uma adversidade de monta, prometiam à Virgem o sacrifício de ir a Fátima a pé caso as coisas corressem bem.
E era um feito.
Dizia-se: Fulano foi a Fátima a pé… foi promessa... coitado…
Hoje já não é assim. Vulgarizou-se.
Não sei se também é assim por outras terras, mas por aqui não cessa de crescer o número de peregrinos marianos. Gente dos mais diversos estratos sociais, económicos e culturais. Operários, administrativos, quadros, professores, dirigentes, empresários… cada vez é maior o número de pessoas que vão a Fátima a pé.
Mais ou menos por esta época, cedo na madrugada, ou tarde na noite, ei-los que iniciam a marcha que só há-de parar 12 ou mais horas depois, andados que foram 40 ou 50 quilómetros de bermas e valetas, para retomar no dia ou na semana seguinte, até que se alcance Fátima.
E, lá chegados, logo pensam no ano seguinte: para o ano voltamos!
Queira-se ou não, trata-se de um enorme sacrifício.
Desde logo físico; a maioria das pessoas não está hoje habituada a caminhar longas distâncias. Mas, mesmo pondo o físico de lado, basta pensar no tempo gasto; tanto tempo que poderia ser utilizado para fazer coisas mais úteis, mais produtivas e com muito mais gozo.
É por isso que não tenho dúvidas que se trata de um grande sacrifício. Disso não tenho. Nem tenho nada contra quem vai. Pelo contrário, mais que respeitá-los, admiro-os.
O que me intriga é o porquê?
O que fará mover estes peregrinos pedestres?
A Fé?
Haverá muitos, naturalmente, mas não me parece que se possa aplicar à maioria. Tenho vários amigos entre estes peregrinos recentes e nenhum deles é praticante; nem sequer da missa dominical participam. Ora, a crença, logo o culto mariano – não só em Fátima – é indissociável da Igreja com todos os seus dogmas, rituais e instituições, padres incluídos. É que só existe Virgem Maria dentro da Igreja. Assim, crer é acreditar e aceitar. Aceitar o todo!
O problema é que muitos dos que vão até são ateus ou agnósticos. E contudo…
Então, o que os faz ir?
Opine.
26 de abril de 2007
Impacto Ambiental (2)
22 de abril de 2007
21 de abril de 2007
Arqueologia Ferroviária
É a tal ligação Lamego - Régua que nunca foi utilizada.
Sempre fomos pródigos nestes fenómenos...

(ver em formato grande)
20 de abril de 2007
Palermas
18 de abril de 2007
15 de abril de 2007
13 de abril de 2007
12 de abril de 2007
Engenheiros

10 de abril de 2007
Código de conduta
Um absurdo. A simples ideia me repugna. Totalmente inaceitável.
Felizmente, mesmo que a ideia prolifere, cada vez será mais difícil estabelecer mecanismos que dificultem a liberdade de expressão.
Coisa diferente é a da responsabilidade. Mais propriamente, da auto-responsabilização do blogger. Pelo que escreve... e pelo que permite que escrevam no seu blog.
Daí o meu total acordo com a proposta de Tim O'Reilly (também aqui) para um código de conduta do blogger.
Vou reproduzi-lo aqui sem a veleidade, sequer, de uma tradução:
- Take responsibility not just for your own words, but for the comments you allow on your blog;
- Label your tolerance level for abusive comments;
- Consider eliminating anonymous comments;
- Ignore the trolls;
- Take the conversation offline, and talk directly, or find an intermediary who can do so;
- If you know someone who is behaving badly, tell them so;
- Don't say anything online that you wouldn't say in person.
9 de abril de 2007
Infalível!

8 de abril de 2007
7 de abril de 2007
Wikipedia

5 de abril de 2007
Ó Diabo...

4 de abril de 2007
Autoridade
Muito bem!
Mas vamos lá a saber:
Que medidas poderão vir a ser tomadas para aumentar a autoridade dos professores?
Diga de sua justiça. Não se acanhe.
Até vou dar o mote:
Terá cabimento que um professor possa ferrar uma lamparina num aluno malcriado?
1 de abril de 2007
31 de março de 2007
Má língua
Com não têm mais nada a dizer do senhor, prendem-se com estas minudências.
Sim! Qual é o problema do Domingo?
Eu trabalho muitas vezes, mesmo muitas, ao Domingo.
É verdade que nunca assinei e datei um diploma num Domingo. Mas deve ter sido por mero acaso. Nunca calhou, sei lá...
29 de março de 2007
António Barreto
IPPAR
26 de março de 2007
24 de março de 2007
23 de março de 2007
Credibilidade...
22 de março de 2007
21 de março de 2007
19 de março de 2007
17 de março de 2007
MindStorms
16 de março de 2007
15 de março de 2007
Agressão a professores
É o que se depreende desta sentença de cinco anos na prísia.
Há uns tempos era impensável. O professores eram o bombo da festa, mormente por parte dos jornalistas.
Mas ainda temos de ir mais longe. A agressão a um professor tem de passar a ser crime público para evitar coisas como esta.
14 de março de 2007
Será?
...
Beneficiam também de isenção no IVA as importações isentas de pagamento de direitos aduaneiros no âmbito da Lei dos Partidos Políticos, da Lei do Mecenato, da Lei relativa a importação de viaturas para deputados da Assembleia da República e outras disposições enumeradas no Código do IVA.
...
Publicidade enganosa?
11 de março de 2007
11 de Março
10 de março de 2007
8 de março de 2007
7 de março de 2007
Ministros
- Este é o ministro da Saúde, este é o ministro dos Negócios Estrangeiros, a ministra da Educação, o da Justiça, o das Finanças...
Chegou a vez do Presidente da Suiça:
- Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro dos Desportos, o da Educação, o da Marinha...
Nessa altura o primeiro-ministro de Portugal começou a rir:
- Ha! Ha! Ha!.... Para que é que têm um Ministro da Marinha, se o vosso País não tem mar?
O presidente da Suiça, impassível, retorquiu:
- Não seja inconveniente. Quando apresentou os seus ministros da Educação, da Justiça e da Saúde, não me ri.
(com um abraço ao Helder)
6 de março de 2007
Professor Titular
Felizmente, a última versão do documento em discussão veio contemplar estes aspectos.
Só que foi muito para além disto. Tão além que, para mim, se constitui como a absoluta negação do paradigma que terá presidido à sua concepção inicial.
De facto, no documento actual valoriza-se do mesmo modo o professor que, num dado ano, nunca faltou e aquele que faltou 8 dias. Mais grave, o professor que faltou 14 dias apenas perde 2 pontos relativamente ao que nunca faltou. E, muito mais grave, mesmo o professor que faltou mais de 20 dias num ano (!!!) – sem limite – acaba por pontuar.
Se isto não é o “derreter” da anteriormente defendida importância da assiduidade…
Falta dizer que, com este critério "generoso", aumentará enormemente o número de professores em condições de ocupar um lugar de professor titular.
E, no meu entender, seria mais fácil defender o não acesso com base num critério de exigência do que com base na fixação arbitrária de uma quota de um terço. A Ministra adiou a contestação e "arranjou lenha para se queimar".
Para um Governo que vinha fazendo do rigor o seu panegírico, isto é uma cedência em toda a linha.
Que, diga-se, se segue a igual cedência na questão dos serviços de urgência…
Será que vamos voltar para o paradigma guterrista?
4 de março de 2007
Era uma vez...
Foi uma bronca! O "povo", com Sócrates e o PS a comandar, bradaram aos céus contra este "regresso ao fascismo". Discursos, manif's, movimentos... tudo em defesa da liberdade ameaçada.
Passados dois anitos, eis senão quando...
Comunicado do Conselho de Ministros de 1 de Março de 2007
2007-03-01
I. O Conselho de Ministros, reunido hoje na Presidência do Conselho de Ministros, aprovou os seguintes diplomas:
1. Resolução do Conselho de Ministros que aprova as opções fundamentais do sistema integrado de segurança interna
Com esta Resolução, o Governo vem estabelecer as orientações para a reforma do Sistema de Segurança Interna, tendo como base um conceito estratégico de segurança mais adequado ao tempo actual, capaz de integrar, por um lado, a acção de prevenção e a resposta necessária e, por outro lado, enfrentar os riscos resultantes da criminalidade e da nova ameaça do terrorismo internacional, bem como dos riscos naturais, tecnológicos ou de outra natureza que também impendem sobre a sociedade portuguesa.
Nos termos desta reforma, será criado um Sistema Integrado de Segurança Interna (SISI), que vise optimizar e projectar, de forma planeada, as capacidades operacionais dos vários sistemas, entidades, órgãos e serviços cuja a actividade seja relevante para garantir a ordem, a segurança e a tranquilidade públicas.
Pretende-se, assim, criar uma arquitectura adequada à prevenção, contenção e resposta ao espectro actual de ameaças e riscos, assente num conceito interdisciplinar de segurança interna, que abrange a participação das regiões autónomas, das autarquias locais e da sociedade com vista a alcançar a coesão nacional para segurança da República Portuguesa.
O SISI continuará a assentar na manutenção de uma força de segurança de natureza militar, uma força de segurança de natureza civil, uma polícia judiciária centrada na criminalidade mais complexa e, dada a relevância crescente do fenómeno migratório, um serviço especializado de imigração e fronteiras.
O SISI será liderado por um Secretário-Geral, que coordenará a acção das forças e serviços de segurança e que poderá assumir, em determinadas situações, a direcção, o comando e o controlo dessas forças tendo também responsabilidades executivas na organização de serviços comuns, como é o caso do Sistema Integrado de Redes de Emergências e Segurança de Portugal (SIRESP) e da Central de Emergências 112.
Esta Resolução determina ainda a criação de um Conselho Superior de Investigação Criminal, presidido pelo Primeiro-Ministro, do qual fazem parte os Ministros da Justiça e da Administração Interna, o Procurador-Geral da República e os responsáveis máximos de todos os órgãos de polícia criminal.
Do mesmo modo, é mandatado o Ministro da Defesa Nacional para, no quadro da Reestruturação da Estrutura Superior da Defesa Nacional e das Forças Armadas, propor uma nova articulação entre o Sistema de Autoridade Marítima e o SISI.
Temos, portanto, o Primeiro-Ministro a intervir na investigação criminal...
!!!!!!
Calma! Com estes, está garantida a independência do poder judicial e a democracia e a liberdade não correm perigo.
O povo é sereno...
2 de março de 2007
120 mil
Eu quero dizer ao senhor primeiro-ministro da saúde que ele, quando estiver a comer o cherne, havia de se engasgar com uma espinha e a urgência deviar estar fechada e não haver ninguém para o tratar e ele morrer.
(manifestante falando, já rouca, para a SIC Notícias)
Há coisas fantásticas...
Chumbo
Não seguimos as boas práticas que nos chegam dos países mais avançados.
A propósito: como votou o Governo?
1 de março de 2007
28 de fevereiro de 2007
Será desta?
O que quero é que acabem com essa promiscuidade das infraestruturas pertencerem a uma operadora concorrente das que lhe têm de pagar para concorrer no mercado.
Neste aspecto, Belmiro oferece-me mais confiança.
Os outros já tiveram oportunidade ... e nada.
27 de fevereiro de 2007
26 de fevereiro de 2007
Protocolos?
24 de fevereiro de 2007
23 de fevereiro de 2007
O preço do perdão
Um árabe decide ir a uma festa swing.
Come algumas mulheres mas, no troca-troca, misturam-se alguns homens e acaba por ser enrabado.
No dia seguinte, começa a ter fortes remorsos do bacanal e vai até à mesquita para se confessar ao Imã e assim obter o perdão.
Começa a explicar a sua noite swinger:
- Bebi álcool, tive sexo com outras mulheres que não a minha e no final fui enrabado.
O Imã diz que é extremamente grave e que se quer ser perdoado deve voltar no dia seguinte com 15.000 dólares para a mesquita.
Sai feliz, por ter achado a solução, mas incomodado com o monte de dinheiro que terá que doar.
No seu caminho passa por uma Igreja Católica. Reflecte que apesar de não ser a sua religião, talvez possa obter uma absolvição mais em conta e entra. Fala com o padre e diz-lhe:
- Fui a uma noite swinger, bebi bebidas alcoólicas, fiz sexo com várias mulheres e fui enrabado.
O padre diz que não se preocupe porque, mesmo não sendo católico, pode ter o perdão de Deus entregando à paróquia 8.500 dólares.
O árabe sai mais aliviado por ter conseguido um desconto no preço do pecado.
Caminha um pouco mais e passa em frente a uma Sinagoga e, claro, fica tentado em ver se pode conseguir a absolvição por um valor um pouco mais baixo.
O árabe entra, procura o rabino e conta-lhe que, se bem que não seja judeu, está ali na sinagoga porque teve uma noite de orgia, bebeu muito, comeu várias mulheres, foi enrabado e agora tem remorsos.
O rabino ouve-o atentamente e diz-lhe que para obter o perdão deve voltar no dia seguinte com refrigerantes, biscoitos, bolos, doces e outras guloseimas, tudo obviamente kosher.
O árabe surpreende-se e alegra-se por cumprir a sua penitência com tão pouco e então pergunta ao rabino:
- É tudo que tenho que fazer?... É que o imã pediu-me 15.000 dólares e o padre católico pediu-me 8.500!... O senhor tem a certeza de que o que me pede é justo?
O rabino responde:
- Absolutamente justo! É assim entre nós. De cada vez que enrabam um árabe, fazemos uma festinha!
22 de fevereiro de 2007
Terras de Tavares
Pois agora também têm um blog.
21 de fevereiro de 2007
15 de fevereiro de 2007
Referendável?
Como sabemos, o trabalho infantil é proibido por lei em Portugal.
Contudo, como todos também sabemos, o trabalho infantil existe em Portugal.
Ora, existindo apesar de proibido, o que temos em Portugal é trabalho infantil clandestino.

Esta clandestinidade presta-se a que haja gente que se aproveita destes menores – colocados numa situação de grande fragilidade – e que enriquece ilegalmente. Gente que não está preocupada com o drama pessoal de cada um dos menores e apenas se pretende locupletar, fugindo às suas responsabilidades e ao pagamento dos impostos devidos. Empresas de vão de escada, sem qualquer estrutura organizativa, que mais não fazem que explorar os menores e, ainda mais grave, em condições absolutamente degradantes.
O trabalho infantil clandestino é um flagelo social. É uma chaga que leva a que todos os anos milhares e milhares de menores fiquem com terríveis sequelas que hão-de perdurar por toda vida. E, como se não lhes bastasse, ainda são perseguidos pela lei, detidos, interrogados e humilhados. Eles e os seus empregadores.
E tudo isto por causa de uma lei hipócrita. Uma vergonha!
É tempo de acabar com este estado de coisas.
É tempo de permitir que o menor decida em total liberdade.
É tempo de acabar com esta lei persecutória.
É tempo de dar um sinal de modernidade.
É tempo de seguir as boas práticas decorrentes dos exemplos que nos chegam dos países que maiores níveis de crescimento registam no mundo.
É tempo de permitir que todos os menores que entendem trabalhar, o possam fazer nas melhores condições possíveis.
É tempo destes menores poderem beneficiar de um acompanhamento profissional.
É tempo destes menores poderem realizar o seu trabalho em empresas legalmente constituídas.
É tempo destes menores poderem usufruir de um sistema de protecção social justo e universal.
É tempo, finalmente, de acabar com a vergonha que são a perseguição e a humilhação.
Mas não se pense que estamos a defender o trabalho infantil. Não estamos! Sabemos bem que o trabalho infantil é sempre mau e que, portanto, tudo deve ser feito no sentido da sua diminuição.
Só que ele existe. É um facto. Não se pode ignorar que existe.
Como também não se pode ignorar que não há qualquer menor que opte pelo trabalho infantil de ânimo leve. Muito pelo contrário, estudos recentemente realizados revelam que os menores que optam pelo trabalho infantil o fazem após um penoso processo de reflexão que só tem paralelo com aquele que é realizado pelos seus empregadores.
É por estarmos conscientes desta problemática que não propomos a liberalização do trabalho infantil. O que propomos é uma alteração da lei actual. Uma alteração que considere a legalização do trabalho infantil dentro de determinadas condições - por opção do menor, a partir dos 12 anos e em empresas legalmente constituídas – que preveja um período de reflexão obrigatório que terá de ser necessariamente breve - de dias – e em que o aconselhamento não seja obrigatório, em caso algum, prevalecendo sempre a vontade do menor.
Por outro lado, importa perceber que apenas a legalização permitirá conhecer a verdadeira extensão deste pernicioso fenómeno - já que actualmente apenas podemos fazer estimativas -bem como as razões que lhe estão subjacentes e, assim, desenvolver políticas efectivas que conduzam à progressiva erradicação deste flagelo.
É nesta conformidade que achamos que os portugueses devem ser chamados a responder:
Concorda com a despenalização do trabalho infantil desde que realizado por opção do menor, a partir dos 12 anos, em empresa ou instituição legalmente habilitada?
Votar “não” será manter tudo como está.
Votar “sim” será abrir as portas à modernidade.
(Obrigado ao David pela "dica")
14 de fevereiro de 2007
Aconselhamento?

Qual aconselhamento, qual carapuça!
De facto, nos últimos dias da campanha, fartaram-se de falar nisto. No famoso modelo alemão com aconselhamento obrigatório e período de reflexão. Todos. Até o diácono Anacleto.
Mas só acreditou quem quis. Eu sempre estive convencido que era mesmo assim.
Ou bem que é livre... ou não é!
13 de fevereiro de 2007
11 de fevereiro de 2007
10 de fevereiro de 2007
O doce sentimento da maternidade
Pacheco Pereira diz que este artigo, publicado no Avante N.º 60, da 4ª semana de Novembro de 1937, terá sido escrito pelo próprio Álvaro Cunhal.
Um belo exemplo de endoutrinamento.
Com o tempo, apenas mudou o sentido...
9 de fevereiro de 2007
Aborto. Para terminar...
Não acredita?
Então vá aqui, escolha o país que quer, e leia o respectivo quadro legal.
Olhe, veja a Suíça. Lembra-se de que há uns dias apareceu na TV uma senhora a dizer que na Suíça o aborto era livre? Pois vá ver ao site das UN. Não é! A lei é muito mais restritiva que a nossa actual. Nem nos casos de violação é permitido! Livra! Também nem tanto...
E o Reino Unido? Não foi dito que era um "maná"? Ia-se a uma consulta e "zás"...
Pois olhe, no Reino Unido é como aqui está nesta imagem. Nem por violação!

Então vá lá ver quais são os países onde o aborto é legal a pedido (available on request) - como querem que seja em Portugal - e aqueles onde nos disseram que era legal a pedido... mas afinal não é!
Referendo - Sondagens
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Intercampus |
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Universidade Católica |
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Eurosondagem |
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Por cá também é assim
As legendas dão muito jeito.
Atenção: Não tem nada a ver com aborto.
8 de fevereiro de 2007
Fascista, ignorante e terrorista
-- É pois. O excesso de velocidade é responsável por muitos acidentes com um enorme desfilar de mortos e feridos e sofrimento. É péssimo!
-- E então?
-- Vamos dissuadir a velocidade, pá. Vamos colocar radares, câmaras, patrulhas, etc. e vamos pôr umas coimas bem pesadas. Esses aceleras vão ter de ser penalizados.
......
-- O consumo excessivo de bebidas alcoólicas é uma coisa má?
-- É pois! A malta fica eufórica, obnubilada, ébria… mete-se no carro… reflexos entorpecidos… é fatal! Acidentes… tragédias… um horror.
-- E então?
-- Vamos dissuadir o consumo excessivo de álcool, pá. Vamos pôr umas brigadas a passar umas coimas valentes aos tipos que beberem em demasia. Esta malta tem de ser penalizada, pá. E mais… se beberem umas coisitas a mais até vamos criminalizar essa coisa.
......
- O aborto é uma coisa má?
- É pois! O aborto é um flagelo social. Uma chaga horrível. Só de pensar no sofrimento da mulher que aborta… péssimo! Toda a gente sabe que o aborto é uma coisa má, pá. Ninguém quer o aborto, pá.
- Então vamos dissuadir a sua prática, não?
- Mas julgas que sou algum “asqueroso, nojento, indecente, fascista, ignorante, terrorista”, ou quê?
6 de fevereiro de 2007
Aborto e Pornografia
O diácono Anacleto avisou que a campanha do "não" iria usar o terrorismo e a pornografia.
Por aquilo que lhe tenho ouvido, acho que ele não chamará terrorismo a isto, nem a isto, nem mesmo a isto. Mas, pela mesma razão, acho que é capaz de considerar pornográfico isto.
Como se compreende, trata-se de mera questão de opinião quanto ao que é um "direito".
Ora, tratando-se de opinião, também vou dar uma:
Neste caso, foi o próprio homem que se pôs assim.
Neste outro caso, não foi o próprio homem que se pôs assim.
E, já agora, fique a saber que se encontram todos bem, excepto o próprio.
Terrorismo, hem?
5 de fevereiro de 2007
Taxonomia do aborto
O que está dentro do útero da mulher não é um embrião, nem um feto, nem um "quase humano". É um filho!
A longo prazo
...
Considero desonesta a pergunta do referendo.
Sob a capa de despenalizar a mulher que aborta até às dez semanas, abre-se a porta, no caso de o "sim" ganhar, ao aborto sem qualquer condicionante. E pago pelo Estado.
Por outro lado, quando tão frequentemente entre nós se invoca a Constituição, é curioso que se haja passado por cima do seu art.º 24.º n.º 1, que diz: "A vida humana é inviolável." Se o feto com menos de dez semanas não é vida humana, o que será então?
É verdade que a vida intra-uterina nunca foi muito valorizada na nossa sociedade e, portanto, no nosso direito. Mas as ecografias que hoje se multiplicam, bem como outros meios de conhecimento do que se passa no ventre materno, tornam cada vez mais difícil considerar o feto mera parte do corpo da mãe e não um ser com vida própria.
Por isso, seja qual for o resultado deste referendo, a longo prazo o tempo joga a favor do "não".
2 de fevereiro de 2007
O início da vida
"Os médicos estão de acordo que a vida começa no momento da concepção. No que não há consenso é quanto ao momento em que aquela vida passa a ser humana"
Percebi perfeitamente!
Há uma vida de uma (in)determinada espécie que num (in)definido momento, se transforma em vida humana!
Yesssss!
1 de fevereiro de 2007
... por isso... não
Ora aqui está uma posição muito interessante de defensores do "sim".
Poderá, um médico, ser obrigado a praticar um aborto contra a sua opinião? Terá o médico o "direito" a recusar ou prevalecerá o "direito" da mulher que não quer o filho?
Gentil Martins diz que nenhum médico poderá ser forçado a praticar um aborto. E como ele há mais. Há muitos mais médicos reputados, daqueles que lidam com a morte no dia-a-dia, que, por isso, reconhecem o verdadeiro valor da vida, e que, por isso, dizem NÃO. Estão organizados naquele movimento ali ao lado.
O site está muito bem estruturado. Direi mesmo, imprescindível.
A propósito, há por aí algum clínico de nomeada que não esteja neste movimento?
30 de janeiro de 2007
Prós & Contras
..........
Foi muito engraçado o torcer de nariz da Catarina Furtado quando o miúdo agradeceu à mãe - pobre coitada - não o ter abortado apesar de todas as dificuldades que tinha.
..........
Afinal o que interessa é colocar o Código Penal de acordo com a "consciência social". E eu a pensar que era outra coisa...
28 de janeiro de 2007
Arqueologia Ferroviária

Ponte do Caminho de Ferro em Vouzela.
Veja em tamanho grande.
Veja outras fotos da minha galeria de "Arqueologia Ferroviária"
27 de janeiro de 2007
26 de janeiro de 2007
Mulher?
Em entrevista ao JN diz:
"... a grande fatia [de abortos em Portugal], como revelou um estudo da Associação para o Planeamento da Família, é de raparigas muito jovens que dizem que não estão preparadas naquele momento da vida para ter um filho. Porque são pequenas, estudam, não sabem quem é o pai..."
Ora então... raparigas muito jovens ... pequenas ... que estudam...
Mas a pergunta diz "... por opção da mulher..." ...
Hummm...
Acho que vai ser preciso um artigo que diga que "para efeitos da IVG, as miúdas são consideradas mulheres, regressando à sua condição inicial logo que concluído o procedimento".
PS.
Estou convencido que estas miúdas continuarão a preferir abortar discreta e sigilosamente, ou seja, na clandestinidade, ou seja ... criminosamente.
25 de janeiro de 2007
Referendo - A pergunta "de algibeira"
Se o fosse, o Partido Socialista teria adoptado o projecto de lei das suas deputadas Rosário Carneiro e Teresa Venda, o qual, esse sim, preconizava, e só, a não penalização das mulheres que abortam.
Todavia, assim não aconteceu. O Partido Socialista recusou a proposta de despenalização e veio a adoptar o projecto de lei dos jovens socialistas, o qual vai muito para além da simples despenalização. Daí a pergunta conter aqueles preciosismos de que se tem falado.
Isto é, a pergunta que nos vão fazer não surge "de qualquer maneira". Ela visa a imediata aprovação de uma lei que já está totalmente pronta!
Com esta nova lei, o Artigo 142º do Código Penal ficará assim:
1 - Não é punível a interrupção da gravidez efectuada por médico ou sob a sua direcção, em estabelecimento oficial ou oficialmente reconhecido com o consentimento da mulher grávida,
nas seguintes situações:
a) A pedido da mulher e após uma consulta num Centro de Acolhimento Familiar, nas primeiras dez semanas de gravidez, para preservação da sua integridade moral, dignidade social ou maternidade consciente;
b) Constituir o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida;
c) Caso se mostre indicada para evitar perigo de morte ou grave e duradoura lesão para o
corpo ou para a saúde física ou psíquica, da mulher grávida, designadamente por razões de natureza económica ou social, e for realizada nas primeiras 16 semanas de gravidez;
d) Houver seguros motivos para prever que o nascituro virá a sofrer, de forma incurável, de grave doença ou malformação congénita, e for realizada nas primeiras 24 semanas de gravidez, comprovadas ecograficamente ou por outro meio adequado de acordo com as leges artis, excepcionando-se as situações de fetos inviáveis, caso em que a interrupção poderá ser praticada a todo o tempo;
e) A gravidez tenha resultado de crime contra a liberdade e autodeterminação sexual e a interrupção for realizada nas primeiras 16 semanas.






























