25 de novembro de 2007

Os americanos são hipócritas!

Venezuela: Sequestrados e torturados dois estudantes que apelavam contra a reforma constitucional
Caracas, 24 Nov (Lusa) - Dois estudantes da Universidade Fermin Toro, de Barquisimeto, Estado de Lara (400 quilómetros a oeste de Caracas) que entregavam panfletos contra a reforma constitucional, foram sequestrados e depois torturados, revelaram hoje as televisões privadas venezuelanas.





... e... portanto...

23 de novembro de 2007

20.000€ por mês

É um dinheirito jeitoso. Mas o advogado João Pedroso terá, certamente, competências que justifiquem este contrato.
(via 31)

Lucros nos Hospitais

Foi manchete há pouco mais de um mês.
Um êxito retumbante da política governamental para o sector da saúde!

Eis senão quando...

Tribunal de contas questiona rigor do SNS
O Tribunal de Contas tem dúvidas sobre a situação financeira do Serviço Nacional de Saúde em 2006. O tribunal analisou as contas que foram apresentadas pelo Ministério da Saúde e concluiu que nem tudo está bem explicado.
Falta de transparência, metodologia errada, aumento das dívidas dos hospitais públicos, agravamento dos prazos de pagamento a fornecedores e agravamento dos resultados do Serviço Nacional de Saúde.


Ó sorte malvada! Ninguém manda calar estes tipos do Tribunal de Contas?

17 de novembro de 2007

Bareback

Num destes fins-de-semana o Público oferecia uma revista que eu não conhecia: Perspectiva.
Folheei-a e dei comigo a ler isto. Ponho aqui um bocadinho:

"Bug Chasers” (caçadores de vírus) e “Gift Givers” (doadores de prendas) são termos coloquiais que definem pessoas que procuram ser infectadas pelos vírus HIV e os respectivos doadores do mesmo. Ao doador cabe “apadrinhar” os seus parceiros através da infecção, os quais, após infecção, se tornam nos “Bug Brothers” (irmãos de problemas). Os praticantes deste acto estão tão atraídos pela ideia de receber o vírus que procuram manter relações sexuais com o maior número de infectados possível. Ao processo de passagem de HIV para HIV+, dá-se o nome de conversão. Embora, numa fase inicial, as festas estarem vocacionadas para portadores do HIV+, que mantinham relações sexuais entre si, a “glamourização” deste conceito ganhou novos adeptos a uma velocidade galopante, que fez nascer uma nova vaga de orgias entre portadores e não portadores da síndrome de insuficiência imunitária.



Vá lá, não vos deu assim um certo asco?

16 de novembro de 2007

Aborto e deontologia



Os princípios e os valores são inegociáveis.

Corrente

Eu não costumo aderir a esta coisa de correntes... mas nem sempre, nem nunca.
Assim, indicado pelo Direito de Opinião, e de acordo com as regras estipuladas, estou a ler "Os Novos Líderes" de Daniel Goleman, o qual, na dita 5.ª linha da página 161, diz:

"Por outro lado, há líderes que dão muita importância às suas falhas"

E, para seguir a corrente, os 5 nomeados são a Sulista, o Xiclista, o Ruvasa, a Escrita Privada e a Candeia.

Já está!

15 de novembro de 2007

Estradas de Portugal


Eu só não percebo qual o objectivo da iniciativa.
Então se o capital da EP, SA não vai ser aberto aos privados e se vai continuar a ser financiada pelas verbas dos impostos... para que raio foi este negócio?

14 de novembro de 2007

Quanto mais bonita...

... mais inteligente !

Os investigadores estudaram 16 mil mulheres, bem como os seus filhos, e chegaram à conclusão de que também a sua descendência tende para o brilhantismo intelectual.
A diferença é tanto maior quanto mais torneada seja a cintura e as pernas das mulheres.
O texto científico, em torno da Evolução e Comportamento Humanos, admite que a razão pode estar em ácidos gordos encontrados nas ancas das mulheres mais inteligentes.
Este ácido será responsável pelo aumento das suas capacidades intelectuais, passando para os fetos durante a gravidez.

Ora vamos lá ver:

Não era preciso nada disto. Bastava olhar ali para o lado e apreciar a Nigella Lawson que recentemente se doutorou em Oxford:

Então não se via logo que era super-inteligente?

8 de novembro de 2007

Tiroteio

Mais um massacre numa escola americana finlandesa.
Pois... o povo vive oprimido pelos buxes... e depois... acontece a tragédia.

7 de novembro de 2007

Ser de esquerda

O socialismo acabou e era o socialismo que definia a esquerda desde o final do século XIX até ao final dos anos 80 [e] isso liberta as pessoas para seguir qualquer tipo de ideias e também torna muito mais fácil ser de esquerda. Porque, verdadeiramente, não é preciso acreditar em nada de positivo. Antes, era preciso acreditar num programa positivo. Sou de esquerda porque acredito que os bancos devem ser nacionalizados em Portugal, por exemplo. Agora já não é preciso acreditar em nada disto.
Actualmente, ser de esquerda significa apoiar o Estado e, temo, ser anti-americano.

Quem diz isto é Nick Cohen no Público

Há tipos clarividentes, hem?

31 de outubro de 2007

Sim, quem foi?

Feira dos Santos

O Fábio II

(versão da Antónia *)

O Fábio é um menino bom, sim, bom porque eu não acredito na teoria do “bom selvagem", de Rousseau, mas teve o azar de nascer no seio de uma família onde o pai, atentos os elementos do texto, se demitiu de participar na educação e acompanhamento escolar do filho e uma mãe que, talvez por ser filho único, foi incapaz de perceber que a protecção é muito mais do que o mero perdão e a educação não se compadece com irresponsabilidade.
Mas há que assacar culpas a outros intervenientes. À professora que, mais preocupada com os processos disciplinares e as inspecções do que em testar o seu profissionalismo, foi incapaz de inverter a situação. Afinal que temia ela? Não estaria, porventura, a fazer bem feito o trabalho que lhe competia? Se sim, o que receava? Avante.
O que temos depois? Um menino rebelde, apostado em se demarcar da turma e em fazer valer as suas regras. Uma vez mais, o sistema mostra-se impotente para resolver a situação. É mais fácil rotulá-lo com os NEE’s e fica, finalmente, o trabalho mais facilitado para todos. Permitam-me a expressão: que raio de professores tinha o Flávio que foram incapazes de, com exemplos concretos, explicar à mãe deste o que efectivamente se passava? Bem, avante.
Chegou a vez do processo disciplinar e, novamente, a mãe decide se o castigo aplicado pela escola é de aplicar ou não. Aceitar que o aluno exerça os seus direitos de defesa, na fase e prazos legalmente estabelecidos? Sou a primeira a preconizá-lo. Recorrer, para as instâncias competentes, do castigo aplicado se estou em desacordo? Felizmente que assim é, vivemos num estado de democrático e de direito. Agora, a mãe não concorda e ponto final. A escola saberá ou conhecerá, porventura, os mecanismos legais com que funciona e se organiza? Avante.
O Fábio optará pelo CEF? Claro. A comunidade educativa (mãe incluída), em determinado momento, não soube, não foi capaz de inverter um processo que , mais tarde ou mais cedo, o conduziria a esse beco sem saída.

Conclusão: temos um sistema educativo que premeia quem nada faz, alguns professores que, por inércia, incompetência ou facilítismo, são incapazes de se afirmarem ou de se imporem e acabam por pactuar com percursos como o do Fábio. Em suma, estamos pelas ruas da amargura.
Quem paga a factura? A sociedade que, cada vez mais, se defronta com o aumento da delinquência juvenil.
Se vir o Fábio mande-o cá que eu explico-lhe como se cresce.

*Nome absolutamente fictício e sem qualquer significado, claro está.

Nota do editor:
A Antónia tem alguma razão nas críticas que lança aos professores. Só não a tem toda porque não temperou a opinião com um condimento essencial: o Estado "dos direitos"! (já foi mais...)
É que, os professores, porque lhes está intrinsecamente outorgado um estatuto de autoridade, foram duramente castigados nestes trinta anos que levamos de aprendizagem da democracia!!!

29 de outubro de 2007

O Fábio (*)

O Fábio tem 14 anos e frequenta uma EB 2,3. Está no 9.º ano. É filho único. O pai trabalha numa serralharia, a mãe numa loja de pronto-a-vestir, e habitam num andar que a família está a pagar ao banco.
Há uns anos, quando o Fábio andava na primária, chegou a casa com uma lágrima no olho. A professora tinha-o repreendido severamente por não ter feito o trabalho de casa e tinha-lhe dito que se voltasse a acontecer lhe daria um puxão de orelhas. No dia seguinte, a mãe do Fábio foi à escola e disse à professora que não tinha nada que mandar fazer trabalhos em casa, que era na escola que se faziam os trabalhos, que era para isso que pagavam à professora e que se livrasse de tocar no Fábio: “Queixo-me logo à Inspecção!”
Foi remédio santo: a professora nunca mais insistiu com o Fábio para que fizesse os trabalhos. Aliás, passou a ter um extremo cuidado no tratamento com o Fábio.
No final desse ano o Fábio não tinha aprendido o suficiente, mas a professora passou-o. É que para além da imensa papelada necessária para justificar a reprovação de um aluno, ainda tinha medo que a mãe do Fábio lhe aparecesse na escola a pedir explicações.
E o Fábio foi para o Ciclo.
Como tinha muitas falhas ao nível da leitura e do vocabulário, o Fábio não compreendia a maior parte das coisas que os professores diziam nas aulas e estas passaram a ser difíceis de aguentar. “Uma seca, mãe!”. Ao fim de algum tempo, o Fábio passou a intervir nas aulas. Falava alto, interrompia e “mandava bocas” aos colegas. Além disso, só fazia o que queria. Certa vez, um professor mandou-o passar um apontamento do quadro para o caderno e o Fábio recusou-se: que não; que não lhe apetecia. O professor fez queixa e a directora de turma escreveu à mãe pedindo-lhe para vir à escola. A mãe disse que já estava habituada a estas coisas; o filho era um bom menino, muito inteligente, mas os professores não gostavam dele; perseguiam-no; já tinha sido assim na escola primária; muitas vezes eram outros que faziam as coisas mas a culpa ficava sempre com o Fábio; coitado.
No final do ano, o Fábio passou. Tinha passado a ser um aluno com “necessidades educativas especiais” e beneficiava de “especiais condições de avaliação”.
E assim continuou no ano seguinte e nos anos que se seguiram, embora o seu comportamento fosse cada vez mais desconforme e cada vez tivesse um nível de conhecimentos mais distante da maioria dos colegas.
Um dia faltou ao respeito a uma professora e abriram-lhe um processo disciplinar. Foi condenado a apanhar papéis do chão durante uma tarde, como “actividade de integração na comunidade”, mas a mãe indignou-se e não autorizou por ser uma tarefa que feria a sua personalidade.
No final do 7.º ano o Conselho de Turma recomendou a retenção do Fábio. Contudo, quando foi ouvida, a mãe discordou liminarmente, tendo acusado a escola de não saber motivar devidamente o Fábio, de não lhe ter dado o apoio a que tinha direito, e de agora o querer castigar separando-o dos colegas de sempre.
Entretanto, começou a acompanhar com dois miúdos que tinham atitudes parecidas. Tornou-se temido pelos colegas. Ninguém se atrevia a contrariá-lo. E ele, com os amigos, tudo “controlava” enquanto passeava pelos corredores e recreios, com as calças ao fundo do rabo e o boné virado para o lado, exibindo as sapatilhas de vinte contos. Foi então que travou conhecimento com outros miúdos e descobriu que tinha jeito para manusear a lata de spray. Iniciou nessa altura a actividade de “writer”, deixando assinaturas por toda a parte, nem sequer se intimidando perante o vetusto granito dos monumentos.
Por essa altura já o Fábio tinha a chave de casa e saía à noite, regularmente, para se encontrar com os amigos e deambular pela cidade, indo, de quando em vez, para casa de um deles, onde, com visível satisfação, mostrava no Hi5 as últimas miúdas que tinha fotografado com o telemóvel topo de gama, prenda da mãe por lhe ter prometido que não voltaria a faltar às aulas.
Sim, porque o Fábio, embora gostasse de ir à escola, detestava ir às aulas. Por isso ia poucas vezes e, quando ia, acabava por ser posto na rua.
Mas o Fábio é esperto e informado. Até já disse em casa, no intervalo dos “Morangos”, que as faltas não contam e que vai passar de ano porque está dentro da escolaridade obrigatória.
Bem lá no fundo, o Fábio, que é realmente esperto, sabe que no final deste ano terá que fazer exames a Português e a Matemática e que não terá possibilidade de passar para o 10.º. Por isso já pensou numa solução: para o ano irá ingressar num CEF. Assim evitará os exames e poderá continuar na escola num curso profissional. Não que esteja interessado em algum dos cursos que há na Secundária. Não está. Serve qualquer um. "Logo se verá". O futuro está garantido!
...

Agora, querendo, escreva mais três ou quatro linhas.
Vamos ver o que acontece ao Fábio!

(*) Nome absolutamente fitício e sem qualquer significado, claro está.

25 de outubro de 2007

Ranking 2007

Esta coisa de alunos e exames é um pouco como o vinho: há anos de boa colheita.
Contudo, não se deve menosprezar um outro factor, apreendido quando, há dois anos, levámos um "trambolhão". Percebeu-se nessa altura que a receita devia ser a de atirar ao tecto os programas do secundário e focalizar o ensino nos conteúdos testados em exame.
Resultou!
Ficámos nas primeiras 60 escolas do país e, no âmbito distrital, obtivémos a melhor média.
Parabéns aos professores, aos funcionários e, pois claro, aos alunos.

Só há um pequeno senão: a partir de agora, a responsabilidade aumenta!

Ver mais aqui e também no Fernando Pau-Preto.

22 de outubro de 2007

Aborto

Que chatice!
Números tão abaixo da "chaga social que envergonhava os portugueses de mais de 20.000 abortos por ano".

Agora até "as medidas sobre contracepção estão a ter eficácia"...

Mas cá para mim a questão é outra:

A malta legaliza, liberaliza, paga... e elas não aproveitam. Umas mal agradecidas!!!

13 de outubro de 2007

Nobel da paz


Nunca me passaria pela cabeça!


Esta é uma concepção muito esquisita de PAZ, não é?

10 de outubro de 2007

9 de outubro de 2007

Secção de aviões

Há quanto tempo...
Só por causa das coisas, hoje ponho aqui dois. Lindos aparelhos, hem?

23 de setembro de 2007

Alarmistas !



Não vai nada!
Já foi tudo explicado, como diz aqui.
O que vai acontecer é que o PGR vai passar a depender de um organismo dirigido pelo próprio primeiro-ministro. Mas, como é óbvio, manterá todos os poderes.
Podemos ficar descansados.

Primavera - Verão 2008


No Público está esta criação de um estilista que deve gostar mais de caricaturas que "das" criaturas.

Há coisas fantásticas...

15 de setembro de 2007

GNR - BT vs Privados

O tenente-coronel Costa Cabral, responsável pelas Relações Públicas da GNR, disse à Lusa que "... não se tratava de uma ambulância normal, mas sim uma ambulância privada, que normalmente não faz urgências, pelo que é normal que a BT a tenha mandado parar".

Ora aí está. Normalíssimo!

Como também é normal que o condutor tenha sido sujeito ao controlo da alcoolemia, duas vezes, embora tenha alertado para o transporte de um doente urgente.
Anormal é um tipo andar numa ambulância privada com as luzes de emergência ligadas!

A propósito: para que é que as ambulâncias privadas têm luzes de emergência?
Ainda a propósito: uma ambulância de uma corporação de bombeiros voluntários não é privada?

12 de setembro de 2007

Xaile

Som interessante e... melhor imagem!
Só de lembrar o aconchego de um xaile num dia frio de Inverno.
Ai, Lília...

10 de setembro de 2007

9 de setembro de 2007

Leonor Pinhão ?


Carolina Salgado sei eu quem é - uma conhecida escritora portuense. Agora Leonor Pinhão...
Quem é?

7 de setembro de 2007

Madeleine McCann


Espero que não se esteja a preparar uma vergonha parecida com a de Leonor Cipriano: condenação sem prova!

5 de setembro de 2007

Hospitais com lucros

Provavelmente por distracção, não dei conta que já há hospitais públicos a dar lucro. Foi pelo Ruvasa que me apercebi. Mas parece que sim, que é verdade, que há 8 hospitais com resultados positivos e que o ministro anda satisfeito.
E, se é assim, também eu me alegrarei!

Mas interrogo-me:
Lucros... como?
As receitas excedem as despesas?
Facturam mais - aos doentes, naturalmente - que os custos totais?
E nas receitas não se contabilizam as transferências do Orçamento do Estado?

É que se contarem... está descoberta a solução para evitar a falência de qualquer empresa!!!

4 de setembro de 2007

Maria do Carmo Seabra

- Quem?
- Então...
- Ah!
- Pois! Aquela ministra que fez um concurso com listas de colocação muito atrasadas.
- Como? Então não foi aquela que fez um concurso em que apenas colocou 7% dos candidatos?

27 de agosto de 2007

O que era e o que já não é


Todos se lembrarão que os hospitais públicos, que efemeramente foram "SA", com Sócrates logo passaram a "EPE": a forma jurídica das SA era incompatível com a prestação de serviço público.

Agora é ao contrário: a Estradas de Portugal, que era uma EPE, vai passar a SA. Diz o comunicado do Conselho de Ministros que com esta transformação se consegue "maior agilidade e autonomia empresarial".

Bom, como se costuma dizer, só não mudam de ideias os burros...

O problema não é esse. É que a Estradas de Portugal, SA vai ser a concessionária de toda a rede rodoviária nacional.

E isto, isto sim, é inovador. Especialmente quando a concessão é atribuída sem concurso!

Quim

Stojkovic
... se ele tivesse lido a história do futebol português, não teria agarrado a bola com a mão.

20 de agosto de 2007

Desobediência?

É sabido que o BE promove workshops para desenvolvimento de técnicas de desobediência civil. Até já aqui referi isso quando, em 2005, fizeram uma coisa dessas aqui bem perto, em Seia.
Sabemos agora que o entendimento que essa malta tem de "desobediência" é tão lato que inclui a invasão e a destruição de coisas e bens.
E sabemos ainda mais: que nós todos pagamos a formação destes delinquentes.
Que nojo!

16 de agosto de 2007

Uma nova mentalidade

Na tarde de 15 de Agosto, dia feriado, a Directora Regional de Lisboa da ASAE foi ao LoureShopping.
Eis senão quando... o hipermercado Continente estava aberto em flagrante desrespeito da Lei!
Pois não é tarde nem é cedo. Chama os agentes, manda-os fechar a tasca, lavrar o competente auto e remetê-lo para a Câmara.
É assim o novo paradigma da administração...

29 de julho de 2007

Chumbou?

Chumbou nos testes físicos?
...
Será que os avaliadores estão à espera que a menina se inscreva para melhoria de nota?

25 de julho de 2007

Antes do tempo

Há uns meses largos estabelecemos uma parceria e equipámos a escola com Quadros Interactivos.
Demasiado cedo. Se fosse hoje, os quadros já poderiam ser fornecidos com alunos aplicados e tudo.

21 de julho de 2007

Acção sindical


45 mil na Fenprof, hem? E pagam quotas, naturalmente. 1% do vencimento!
Ora deixa lá ver:
A média deverá andar pelo meio da carreira; 6.º escalão; 1.750 euros, ou seja 17 euros e meio para o sindicato. Multiplicando por 45 mil dá uma receita mensal de 787.500 euros. Agora só falta multiplicar por 12 meses para ver a receita anual que é de 9,450,000 €.
Em números redondos, 9 milhões e meio de euros, que é como quem diz 2 milhões de contos!

É um bocado de massa, pá!

Até dá para pagar os ordenados dos dirigentes.

Não era caso para tanto barulho.

18 de julho de 2007

15 de julho de 2007

"Carmona à frente de Negrão"

Está a ver, Dr. Mendes?
E agora?

Junta Médica

Cancro na mama + Cancro no útero + Cancro na língua

Considerada "apta a trabalhar" pelo médico chefe do serviço?

Isto parece ser grossa asneira mas, como se vem juntar a outras asneiras de iqual calibre, não podemos pôr de lado a hipótese da asneira resultar do cumprimento de "orientações legais", não é?

14 de julho de 2007

9 semanas e 6 dias?

Não pode ser!
A Lei diz que são 10 semanas e, portanto, faltam aqui 23 horas e 59 minutos e alguns segundos.
É até ao exacto instante... e mais nada!

Cá está mais um flagrante exemplo de autoritarismo. Sempre a limitarem os direitos conquistados. Chiça!

12 de julho de 2007

Como no futebol


É tudo uma questão de "intensidade".


Em minha casa posso...

... mas, à cautela...

Os posts que aqui coloco:

  • não são enviados de nenhum gabinete, nem mesmo do interior de uma instituição da administração pública;
  • não são enviados de um computador de um organismo público;
  • não são enviados durante o horário de trabalho;
  • não demonstram grave desinteresse pelo cumprimento dos deveres gerais de lealdade e correcção, pelo que os não viola;
  • são enviados em observância das orientações superiormente fixadas para a prossecução e implementação das políticas definidas pela tutela;
  • não são comentários jocosos;
  • muito menos insultuosos;
  • nem tratam o Exmo. e Ilmo. Senhor Primeiro-Ministro com sentido depreciativo e injurioso.

Viva o Senhor Primeiro-Ministro!


(Recebido por e-email e adaptado)

11 de julho de 2007

Conservado em sal

Este extracto de entrevista está tão bem conservado que parece vindo directamente duma salgadeira beirã. Ora vejam:

Entrevista de Manuel Salgado




O problema desta ideia para Lisboa (e para a Portela, e para a Ota, e para Alcochete) é o da contradição.
É que não temos ouvido o N.º 1 defender o grande centro de negócios do país nos terrenos da Portela. Tem falado, isso sim, de uma ampla zona verde.
Ora, o N.º 2, pelo seu lado, quando congeminou esta ideia, estava a pensar em retirar apenas metade da área da aeronáutica.
Mas agora, que a retirada evoluiu para a totalidade, o que prevalecerá?


- Um enorme - o maior - centro de negócios da península?
- Uma enorme zona verde?
- Ou será um meio-por-meio para haver acordo “costa-salgado”?

10 de julho de 2007

Santa ingenuidade

A minha, claro.
Só agora aquilatei que Ota ou Montijo, margem norte ou sul, cidade ou deserto,... não é isso o mais importante. O verdadeiro "negócio" está mesmo aqui. É, não é?

6 de julho de 2007

Loja de Chinês

Seria, provavelmente, a maior do mundo. Caso para o Guinness Book of Records. Mas deve ser apenas um estratagema para fazer subir a cotação.

4 de julho de 2007

Exames chumbados

Penso que toda a gente percebe que os exames, para além de darem a conhecer o nível de conhecimentos atingido pelos alunos - por todos e cada um quando colocados nas mesmas circunstâncias - permitem que cada comunidade se aperceba do desempenho da "sua" escola, quer em termos absolutos, quer relativamente às suas congéneres.
Penso que toda a gente sabe, também, que o conhecimento daqueles dados leva a que as escolas reflictam sobre a respectiva organização e metodologias, introduzindo inovações no sentido de, no ano seguinte, poderem apresentar um resultado melhor.
Isto é, penso que toda a gente compreende que a generalização dos exames conduz a melhorias do nível de proficiência dos alunos, que é o que mais interessa em todo sistema educativo.
É por isso que acho absolutamente normal que aconteça isto:

29 de junho de 2007

Dever de Lealdade

Isto não tem nada a ver com drenagens e quejandos.

Há por aí muita gente que não faz nenhuma ideia do estatuto a que está obrigada, (uma ignorância que, diga-se, foi zelosamente inculcada durante muitos anos).

Só não sei se a senhora teve oportunidade de agir antes da queixa no livrinho amarelo. Mas mesmo que não a tenha tido, teria sempre que fazer algo... nem que fosse a abertura de um inquérito para apurar "quem".
Não o fazendo...

28 de junho de 2007

Coisas deliciosas...

... que não deviam acontecer a predestinados:

A primeira é esta.

A segunda está aqui depois de se ter lido isto.

25 de junho de 2007

de Costas


E qual é a surpresa, qual é?
...
...
...
O tamanhozinho que o assunto merece no jornal !!!

Agora se fosse outro - já nem digo o PSL - a negar os dados...




(Público de 24 de Junho, edição impressa, página 10)

23 de junho de 2007

Aborto isento de taxas...


"... tal como todas as grávidas"
...
E é verdade. Uma mulher grávida está isenta de taxas moderadoras e uma outra que tenha partido uma perna já não está. Paga!

Deve haver razões para tal... mas quais?

21 de junho de 2007

Do Portugal Profundo

Ele é arguido num processo crime, é verdade, mas hoje ninguém tem dúvidas sobre três coisas:

  1. O senhor José Sócrates Pinto de Sousa usava o título profissional de engenheiro mesmo antes de ter terminado a licenciatura;
  2. Concluiu a licenciatura de uma forma tão esquisita que suscitou a curiosidade geral;
  3. Ainda hoje não está em condições de usar o título.

Por isso, expresso aqui a minha solidariedade com o António Balbino Caldeira e os votos de que encontre uma boa equipa de advogados!!!