Destaco, hoje, a Chanceler Alemã, a Secretária de Estado Francesa para os Direitos Humanos, a Ministra Italiana da Família e a... a... a... esquecimeagoradonome.
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(Como já pus uma francesa, não ponho a Carla Bruni)


Hugo Chávez, um futuro Mugabe, fez muito recentemente duas coisas curiosas:


Ora vamos lá ver:

A contestatação à avaliação de desempenho dos professores está na rua há muitos dias e tem vindo a subir de tom. Percebe-se, com toda a clareza, que há muitos professores descontentes. É natural: a mudança é enorme. Mas há algumas coisas que não se percebem. Por exemplo, como é que se explica que ainda não tenha sido proposto um modelo alternativo? Sim, pode haver modelos alternativos que sejam melhores que o do Ministério e, no meio da enorme quantidade de contestantes, por certo haverá quem consiga fazer propostas. Só que não surgem. Até agora, nem uma. Porquê?
Ora vamos lá ver:
Os professores devem, ou não, ser sujeitos a um processo de avaliação?
Se não devem, ficamos por aqui uma vez que fica tudo explicado.
Pelo contrário, se o devem, vejamos:Sintetizando:
A avaliação deve avaliar, ou não?
PS: Como é público e notório, eu não sou, sequer, apoiante do PS, nem votei nestes senhores.

A contestação dos professores está na rua.






Ou será, como disse o outro, mais uma tentativa para decapitar o Partido Socialista?