22 de agosto de 2008

20 de agosto de 2008

Mau clima

Isto é aquilo de que toda a gente se apercebe no dia-a-dia.
Aquilo que só alguns entendidos percebem é que o governo continua a criar empregos líquidos.

Na cabeça

Se tivesse sido ao contrário, se tivesse sido o ourives a ferrar um tiro num dos jovens, uma determinada jornalista, por certo, não deixaria de vir lamentar a morte de mais um jovem desprotegido, e de se vir indignar pelo facto do dito cujo ourives não "estar sequer legitimado para sacar a arma do coldre".
São critérios. Legítimos, naturalmente.

18 de agosto de 2008

Compulsivamente

Apesar da vulgaridade em que se transformou, não consigo deixar de ficar perplexo perante a mentira dita por um responsável, seja ele quem for.
Uma coisa é a proclamação de uma intenção que, por um ou vários motivos, não se vem, afinal, a concretizar. É uma coisa que acontece com frequência, sobretudo com os políticos. São as chamadas "promessas".
José Sócrates fez uma dessas promessas quando anunciou que o governo iria criar 150.000 novos postos de trabalho durante a presente legislatura. Apesar da evidente utopia, apesar do aspecto propangandístico, apesar de se saber que o Estado não cria emprego, é, ainda assim, aceitável. Aceita-se enquanto isso mesmo, enquanto "promessa".
Ora, três anos volvidos sobre a proclamação da "promessa", toda a gente sabe que ela não se irá concretizar; que as empresas continuaram a encerrar; que as deslocalizações não cessaram; que o desemprego tem vindo a subir. Toda a gente sabe.
Todavia, o conhecimento da realidade não impediu José Sócrates de, ainda hoje, e mais uma vez, ter vindo reafirmar aquela "promessa", e de ter até ido mais longe. De ter dito que "desde Março de 2005 até agora houve criação líquida de 133 mil empregos".
Apre!
Criação líquida de emprego só pode significar que os novos empregados são mais que os novos desempregados. Mas... se assim fosse... a taxa...
...
Isto já não é "prometer". Isto é um comportamento obsessivo-compulsivo.

16 de agosto de 2008

Isto é que cansa

E que tal esta senhora contribuir pecuniariamente para a iniciativa de desenvolver a almejada mãe de todas as armas não letais?

Há quem tenha proposto o desenvolvimento de um engenho lançador de uma rede capaz de imobilizar uma Ford Transit em movimento, sem beliscar, sequer, os respectivos ocupantes. Pela minha parte, acho esta ideia muito esclarecida e particularmente oportuna.

Claro que, mesmo depois do engenho estar operacional, ainda será necessário resolver o problema da legitimação do lançador da rede. E este sim, este é que é O problema.

Será que um agente da autoridade poderá vir a ser legitimado como lançador de redes apanhadoras de carrinhas Transit?

12 de agosto de 2008

Ossétia e Abcásia


Há uma coisa que os americanos não aprenderam na Coreia, voltaram a não aprender no Vietnam e ainda fizeram pior no Iraque.
Os russos, por seu lado, aprenderam-na há muitos anos: quando se vai para a guerra, os jornalistas ficam à porta!

5 de agosto de 2008

ALDRABÃES

José Sócrates anunciou o "Magalhães" - o computador para crianças - com toda a pompa e circunstância.
De acordo com a informação governamental (também em vídeo), "... foi assinado um protocolo entre o Governo Português e a Intel, que viabiliza a constituição de um consórcio maioritariamente português que vai fabricar os pc’s portáteis Magalhães. Esta será, de resto, a primeira empresa da União Europeia de concepção e fabrico próprio de computadores – uma ODM, ‘Original Design Manufacturer’."

Fantástico!

Concepção e fabrico próprio... Original Design Manufacturer... A primeira na Europa... ... ...

Mas depois de ler isto, a única conclusão possível é esta: Perderam a pouca vergonha que ainda poderiam ter. Agora não têm nenhuma!

É que o computador já existe. É da Intel. Chama-se "Classmate PC". E já está em produção e venda, concorrendo com o XO da One Laptop Per Child, uma empresa sem fins lucrativos (para cúmulo, tendo em conta o ideário).

Chiça!
Magalhães, não. Aldrabães!

4 de agosto de 2008

1 de agosto de 2008

Cartão amarelo


Ouvi vários gurus da "ciência" política a desvalorizar a intervenção de hoje do Presidente da República.

Creio que se enganam: A dramatização e radicalização foram intencionais.
O Presidente, efectivamente, não esteve a falar apenas da Autonomia dos Açores. Mais concretamente, referiu opções políticas e institucionais divergentes das do Governo.

E fê-lo perante o País.
Ou seja, alertou os portugueses para o que poderá vir a suceder.


Conforme se toca, assim se dança!

27 de julho de 2008

Insulto, não

Vamos lá a ser rigorosos na adjectivação.
Insulto não é.
Mas que foi uma desgraça que nos saíu no sorteio eleitoral, lá isso foi.
Mas a maior desgraça é que, ao que parece, e desgraçadamente, há muitos tipos que já compraram o mesmo número para o sorteio de 2009.
E, como é bom de ver, se estes forem mais que os outros, então será uma desgraça escolhida. Como foi a primeira.

22 de julho de 2008

Laguna Seca 2008

Senti como verdadeiro privilégio assistir em directo a este espectáculo.
Qual Fórmula 1, qual Tour de France, qual carapuça... Isto é ESPECTÁCULO:

(imagem com maior qualidade aqui)

20 de julho de 2008

19 de julho de 2008

17 de julho de 2008

Guantánamo Bay

Tendo em conta toda a celeuma que se levantou por aí, foi com óbvia curiosidade que visionei o tal vídeo do interrogatório de um prisioneiro de Guantánamo.
Esperava ver um desgraçado a ser decapitado, ou degolado, ou fuzilado, ou qualquer coisa assim. Algo que fosse parecido com aquele vídeo que por aí andou daquele jornalista - Daniel Pearl - que foi degolado no Paquistão. Enfim, qualquer coisa de bárbaro. Ou, vá lá, pelo menos um espancamento, umas lambadas, uns tabefes...
E afinal... que vi eu?

Assassinos por Cadáveres?

Os cinco prisioneiros libertados hoje por Israel foram recebidos em festa no regresso ao Líbano, na mesma altura em que no país vizinho se chora a morte dos dois soldados que tinham sido capturados em 2006 pelo Hezbollah. Israel entregou os cinco prisioneiros ao mediador das Nações Unidas, o alemão Gerhard Conrad, depois de confirmar que os dois caixões entregues pelo movimento xiita libanês continham os corpos de Ehud Goldwasser e Eldad Regev, os dois soldados capturados pelo Hezbollah em 2006.

Samir Kantar liderou em 1979 uma operação da Frente de Libertação da Palestina (FLP) em território israelita, durante a qual matou um polícia, sequestrando depois um civil, a quem acabou por abater, juntamente com uma filha. Condenado a cinco penas de prisão perpétua, o Líbano nunca desistiu de obter a sua libertação, sustentando tratar-se de um prisioneiro político.
O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, já condenou os festejos no Líbano, que contrastam com o luto vivido pelas famílias dos soldados mortos. “Vergonha para a nação que celebra a libertação de uma besta humana que esmagou o crânio de um bebé de quatro anos”.


É a isto que chamo uma merda de troca.

15 de julho de 2008

Le Tour

Não sei porquê... mas acho que isto tinha mais emoção no tempo da eritropoetina, das transfusões, dos esteróides e coisas assim.
Deve ser do meu gosto pelo risco, digo eu.

11 de julho de 2008

Tento na língua


Tal como dizia o meu avô, fala o roto do esfarrapado
(os dois empalmados não faziam um de jeito)

10 de julho de 2008

A praga do insucesso

Insucesso... mas não escolar. Esse já quase acabou. Este é antes um insucesso "agricolar".
Vejamos:
Escassas 55 candidaturas aprovadas num universo de 25.899 dá uma taxa de reprovação de 99,79 %. Livra!

O melhor seria a Agricultura criar uma espécie de GAVE para resolver num instante esta praga de insucesso agricolar que tanto nos penaliza.

8 de julho de 2008

Investimento público

Tem razão o professor Vital. Pois claro que não!
Modernamente, pode convidar-se um privado a fazer a obra e a explorar a respectiva utilização. Será o cidadão utilizador a pagar a obra. E, se houver insuficientes utilizadores, pode atribuir-se ao privado uma compensação pecuniária periódica vinda do Orçamento do Estado, ou seja, dos impostos que pagamos. Neste caso, todos os contribuintes dão uma modesta ajuda para pagar a obra.
Também se pode contrair um empréstimo para ir amortizando suavemente com o dinheiro dos impostos dos contribuintes. Fica-se com a obra feita e paga-se em suaves prestações. É normal. Afinal, é o que todos nós, simples mortais, acabamos por fazer quando precisamos de algo e não temos o dinheiro todo. Só há problema quando compramos coisas de mais e deixamos de conseguir amortizar os empréstimos. Nessa altura acontecem coisas ruins como, por exemplo, deixar de haver dinheiro para comprar helicópteros que estavam prometidos.

6 de julho de 2008

Fotos com dedicatória...

... para o Xiclista militante, o amigo Carneiro:
Esta é a do parque de biclas à porta da Köln Hauptbahnhof (e da Catedral)

E esta é a de um "frugal" rumpsteak numa esplanada junto a um dos palcos do Bochum Total

5 de julho de 2008

Viva o PCP, o BE e os Verdes

Abaixo os lacaios do imperialismo libertadores de reféns!

Viva a justa luta dos revolucionários colombianos!

A vitória é difícil mas será deles!

26 de junho de 2008

Machadada

Foi contra este Código do Trabalho que o Partido Socialista se bateu quando estava na oposição, aliás com galhardia, ao lado dos comunistas e bloquistas. Reclamava, então, a imediata revogação daquilo que era um ataque desenfreado aos direitos dos trabalhadores.
Acabou por não o revogar mas, ao fim de três anos, os socialistas vão alterá-lo.

Todavia, há quem diga que as alterações que os socialistas querem fazer ainda vão mais contra os trabalhadores. Por outro lado, mantendo a posição de outrora, o PSD saúda o acordo e diz que as alterações vão no sentido positivo.

E os tipos que votaram nos socialistas? Saúdam ou nem por isso?

23 de junho de 2008

Demasiado fácil

No exame de Matemática “não havia nenhuma questão que permitisse distinguir um aluno de 18 de um de 11”.

Ui, ui, ui, ui... Estes miúdos não conhecem a finalidade igualizadora plasmada na Lei de Bases do Sistema Educativo! Vejam lá... "distinguir"... tsss, tsss, tsss...

Violência escolar

Diz o senhor Debarbieux que não basta agitar o cassetete; é preciso tomar medidas de apoio às vítimas, mas também de apoio aos agressores !
Apre!
São mesmo estes os tais cientistas.
O mais curioso é que a própria jornalista diz que o senhor é presidente do Observatório Internacional da Violência Escolar, uma organização não governamental “científica”... com aspas e tudo!!!
Já nem os jornalistas...

19 de junho de 2008

Provas de Aferição

(esta parte é real)

A Senhora Ministra veio dizer, rejubilando, que os resultados melhoraram imenso, tanto no 4.º ano como no 6.º e que a percentagem de alunos que ficaram nos dois escalões mais baixos é muito pequena. Ainda bem!
E nem me passa pela cabeça, como ao tonibler, criticar esta pergunta por ser demasiado fácil para testar conhecimentos de Matemática do 6.º ano. Nada disso. Fiquei mesmo satisfeito.
Fiquei tão satisfeito que fui ao sítio do GAVE para ver as provas e respectivos critérios de classificação.
Só que não estão lá. Aquilo que lá está com o nome de critérios de classificação são, afinal, critérios de correcção. Servem para categorizar as respostas que os alunos deram: se o aluno respondeu assim à pergunta tal, atribui-se-lhe o código X, se respondeu assado, terá o código Y, e por aí fora. Mais nada.
Fui ver a própria grelha de classificação e também lá não existem cotações. Isto é, depois de preencher a linha de cada aluno, fica-se sem saber quais as respectivas classificações. Este miúdo teve A, B, C, D ou E? Não se sabe!
Ora, tratando-se de um processo de avaliação do nosso Sistema Educativo, logo algo de muito importante, parece-me desejável que esse processo pudesse ser escrutinado pelos cidadãos interessados. Que fosse transparente; que fosse público; que se soubesse a cotação de cada questão, se fosse o caso, ou então, que se soubesse quais as questões relevantes para alcançar a classificação de E, de D, de C e por aí fora. Mas não. Não se sabe nada. Não foi publicitado.
Vai daí, perguntei a uns amigos que foram supervisores, e também a outros que foram classificadores das provas, e nenhum me soube dizer. Mais concretamente, não encontrei quem quer que fosse que me explicasse por que é que o miúdo Fulano teve A e o Sicrano teve B.
Ora digam-me lá se isto não é estranho?
Eu acho que isto é muito chato, até para os próprios alunos. Por que é que tiveste B? Não sei!
Bom, mas alguém deve saber. Não sei quem, mas alguém há-de saber!
Quem me ajuda?

(esta parte é ficcional)

Imagine-se que isto não se passava no nosso Portugal e, em vez disso, era num país sujeito a um governo autoritário, irritadiço, fustigado com manifestações de descontentamento de vários sectores profissionais: professores, pescadores, transportadores, agricultores e outros agitadores. Um governo com necessidade de apresentar boas notícias que animassem o povo. Uma situação, portanto, ao contrário da portuguesa.
Ora, se os critérios não fossem publicitados, podia-se começar por recolher as respostas de todos examinandos. Em seguida, viam-se quais as questões que tinham sido melhor respondidas e as que tinham péssimas respostas. Finalmente, atribuíam-se cotações elevadas às primeiras e muito baixas às segundas. Até podia não se contar uma ou outra em que tivesse ocorrido um descalabro. Está-se mesmo a ver que os resultados dos alunos seriam excelentes! E, como o processo era secreto, ninguém poderia levantar qualquer problema.
O objectivo seria plenamente atingido: a conferência de imprensa seria um êxito e o ego do povo sairia reforçado.

14 de junho de 2008

Yelle

"Apresentaram-me" estas new born stars do pop-clube francês. Gostei. Ora ponha o volume bem puxado e veja se isto não é contagiante.

O francês soa estranho, não? Mas é giro! Pode seguir a letra aqui.

13 de junho de 2008

Gasóleo em Espanha





Preços moderados e, mesmo assim, com margem para oferecer um atendimento de muito alta qualidade.

Abasteça em Espanha!

12 de junho de 2008

Parece que sou bruxo!

Eu não disse que o Governo se iria juntar aos manifestantes?
Pois cá está!
Basta ver algumas das medidas previstas no acordo:
  1. O valor do frete passará a ser indexado à variação do preço do combustível. Isso mesmo! Um absurdo. Aqui está o autoritarismo destes estatistas a negar o princípio elementar da livre concorrência. Até me custa a crer que no século XXI ainda se consiga legislar uma barbaridade destas. Prefiro acreditar que se trata de algum engano do jornalista;
  2. No próximo ano fiscal as despesas com combustíveis serão majoradas para efeitos de IRC. Isto é, as empresas transportadoras pagarão menos IRC. Ora, se uns pagam menos, é certo e sabido que vai sobrar para os outros...
  3. As empresas transportadoras apenas liquidarão o IVA depois de receberem do cliente o valor da factura que emitiram. Ora aqui está uma coisa que todas empresas do país gostariam: de só pagar o imposto depois do cliente ter pago. Mas isto não é para todas. É só para transportadoras. Quem foi discriminado?
  4. As facturas deverão ser pagas aos transportadores num prazo máximo de 30 dias, com coimas para os casos de incumprimento. Ora aqui está outra coisa que toda a gente quer. Que maravilha. O fim dos calotes. Pagas, pagas depressa, e se não pagares depressa... és multado e pagas na mesma! Fantástico! Pois... Mas não é para todos. Quem é que foi discriminado? Pois claro: todos os que não são camionistas!

E, afinal, não era nada disto que eles queriam. Nem era preciso. Bastava que o Governo se contentasse com a receita do ISP prevista no Orçamento de Estado. Que não cedesse à volúpia da cobrança. Bastava indexar o ISP à variação do preço dos combustíveis. Era fácil! E tinha a vantagem de abranger toda a gente, já que o preço dos combustíveis afecta toda gente. Ninguém teria que pagar as benesses dos outros. Só haveria aqui um prejudicado: O GOVERNO!

E foi por isso que O GOVERNO PREFERIU JUNTAR-SE AOS MANIFESTANTES.

11 de junho de 2008

Bloqueio de camionistas

Pergunta o Dr. Vital Moreira no seu blog:

O Governo deixou passar complacentemente as graves violações da liberdade e da legalidade perpetradas pela "greve" dos armadores de pesca (e ainda os premiou com várias cedências...). Agora parece ir também fechar os olhos à anunciada limitação da liberdade de circulação rodoviária pela "greve" das empresas de transporte. Quando um grupo profissional ou sindical decidir paralisar à força a entrada numa cidade ou a circulação numa auto-estrada, que vai fazer o Governo?

E eu alvitro:
Vai fazer o mesmo que alguns dos seus ministros fizeram no "outro" bloqueio, aquele de 1994, no tempo do "direito à indignação": juntar-se aos manifestantes.

República Checa


Jogámos com muita raça.

E por falar em raça, fica aqui a raça do Carlos Tê e do Rui Veloso. O BE deve estar a preparar-se para também lhes exigir explicações sobre a utilização deste conceito, próprio do Estado Novo e incompatível com a democracia.

Barack Soares

10 de junho de 2008

Ficha de auto-avaliação

Ora aqui está ela! Basta dar uns retoques e entregar. O desenrascanço tão típico dos Tugas.

Se calhar estes tipos até se levam a sério, mas para mim não passam dos mesmos socráticos, só que com a bússola avariada.

Energia e Ecologia

Sobre esta matéria, o Expresso de 7/6/08 trazia uns quadros anti-mito muito interessantes: o mito do automóvel e o mito do nuclear.

Dia da Raça


Bem gostava que o presidente Cavaco tivesse razão.
Mas, de facto, como as coisas vão, raça, só se for a do Puro Sangue Lusitano.
Fora dessa só se fosse a raça Tuga. Sim, que "lusitano" é um conceito próprio do Estado Novo e incompatível com a democracia.

9 de junho de 2008

Pode ser que sim

Com este apoio, a coisa fica menos complicada.

Obs:
Obama já afirmou que o apoio dos USA a Israel é, e será, incondicional e que o Irão deve compreender as consequências que sofrerá se vier a atacar Israel. Ou seja:


Antevejo que, em breve, Obama não passará de um Bush de pele escura.

8 de junho de 2008

Portugal impresses a 2-0 win over Turkey (CNN)

E dizia o Tuga no Marquês à reportagem da TVI:
Foi um grande jogo com grandes jogadas dos jogadores que jogaram.

7 de junho de 2008

6 de junho de 2008

Escola de futebol




O primeiro impulso foi pensar que não era coisa para ser apoiada por dinheiros públicos do Programa Operacional para o Potencial Humano, do Quadro de Referência Estratégico Nacional.
Mas logo me lembrei do CRonaldo e do LFigo, e também da Zvedin, da Nereide, da Romero e da Gemma, e logo mudei de opinião.


Só era capaz de fazer umas alteraçõeszinhas ao currículo. Em vez de Matemática, talvez Joalharia fosse mais produtiva. Quanto à Física, era capaz de a substituir por Penteado e Depilação. É só uma ideia, naturalmente.

4 de junho de 2008

America votes


Hillary obteve mais votos que Obama mas será este o candidato do Partido Democrata (já vi uma coisa parecida como esta algures na América).

John McCain deve estar a esfregar as mãos de contentamento.


Infelizmente, na minha opinião. Obama poderia enterrar o mito de que a política externa dos USA depende da origem partidária do presidente.

Nova colecção


Que seria dos seres humanos sem as mulheres?
Seriam raros; extremamente raros!


Mark Twain









(Publicidade à Ara (calçado) na Notícias Magazine)

3 de junho de 2008

Petróleo

Há muita gente convencida de que é o automóvel que consome a maior fatia dos combustíveis fósseis. E também há muita gente que continua a praguejar contra alternativas ecológicas.
Tudo gente intelectualmente superior, é claro.

1 de junho de 2008

Futebol

Cantámos o hino com energia e convicção.
E depois foi aquele espectáculo do Nulo Gomes, um verdadeiro fenómeno a jogar sem bola...

(valeu, no intervalo, a actuação das meninas do Instituto de Artes Musicais de Mangualde)

31 de maio de 2008

azores.gov.pt

Diz o Governo Regional dos Açores que um litro de gasóleo custa lá menos 49% do que no Continente.

E pergunto eu:

Um professor de uma escola secundária estatal açoreana tem um vencimento menor que o dos colegas do continente?

30 de maio de 2008

Contrabandismo

A criação do mercado único [em 1993] constituiu, para os países da União Europeia um incentivo mais forte para liberalizar mercados monopolistas anteriormente protegidos no sector dos serviços de utilidade pública … in http://europa.eu/

Ora, sendo a questão dos combustíveis um problema internacional, existem pouco factores que podem distinguir Portugal dos outros países da União em termos de preço final ao consumidor. O factor determinante é a fiscalidade.
E é tão determinante que até já cá temos contrabando de gasolina!

28 de maio de 2008

Pinho e a desmistificação


Ontem, o Governo recusava-se intervir nos combustíveis.
Nem pensar.
Jamé!


Hoje, o Governo pede para outros intervirem...

27 de maio de 2008

Pinho e a mistificação

Não senhor ministro. Não queremos "intervenções" coisa nenhuma. Deixe lá estar o mercado a funcionar.


O que queremos é uma redução da carga fiscal.

24 de maio de 2008

Dr. Henry Jones














O poder supremo que se procurava era, afinal, ... o do conhecimento!
Ah! E os soviéticos fartaram-se de apanhar na mona!
Tudo muito pedagógico, sim senhor.

19 de maio de 2008

Nova colecção

Vou hoje iniciar a publicação da colecção Coisas pouco Educativas.
Será, como o nome deixa adivinhar, uma colectânea de "pecados" daqueles de que um homem de bem, com responsabilidades, pai de família, professor, autarca, sei lá, deve fugir como o diabo da cruz.
Irei pesquisar estas coisas pouco educativas, estes pedaços de mau caminho, em revistas e outras publicações naturalmente pouco educativas, das tais que um homem de bem deve evitar ou, se de todo não o conseguir, deve ler no recesso do lar, sigilosamente, secretamente, nunca a elas se referindo para não dar azo a que outro homem de bem (ou mulher, vá lá) possa, amanhã, vir acusá-lo de... gostar de mulheres.
É exactamente por isso que publicarei esta colecção secretamente. Xiuuuu... Não digam nada a ninguém...
O primeiro exemplar desta nova colecção vem na Sábado que, como é público, notório e por demais evidente, é uma dessas revistas que os homens de bem devem evitar.
E, além de outras qualidades evidentes, é um exemplar especialmente adequado para esta data: é verde!

17 de maio de 2008

Passos Coelho



Este país não pode continuar a ser o logradouro da Capital.



É este o homem que já foi "velho de mais para ser jovem" e que hoje é "novo de mais para ser adulto"!

15 de maio de 2008

Voyeurismo


Escrevi-o em 3 de Janeiro e repito-o hoje:

Triste povo que estimula tal jornalismo!


Não interessa que o primeiro-ministro tenha ido negociar com um tipo que comparou Ângela Merkel a Hitler; não interessa que esse tipo financie um grupo terrorista que mantém reféns centenas de inocentes há imensos anos; não interessa que, em conluio com aquele outro expoente da democracia, o iraniano, promova o aumento especulativo do preço do petróleo. Nada! O que interessa é que o primeiro-ministro... ... fumou! Ora porra!

14 de maio de 2008

Procura-se sócio

Para companhia que pretende dedicar-se à revenda de gasolina.
Negócio sério e certo!

Importa-se a gasolina da Venezuela, já refinada e tudo, a 0,03 € por cada litro, preço ao público, sem contar com eventual desconto de quantidade.
Ora, mesmo que o Estado português exija um imposto de 200%, e considerando um custo com o petroleiro de igual valor, e ainda que se dê outro tanto para seduzir os revendedores, não deve ser difícil garantir um preço final ao público de 1,00 € por litro, ou seja mais de 0,40 € abaixo do preço actual.
Competitivo, portanto.

Não falem disto muito alto, porque ainda dá para ganhar 20 cêntimos por cada litro. Basta um carregamento, só um, um único, para ganhar umas massas. Mas se o senhor primeiro-ministro souber disto, ainda é homem para nos estragar o negócio. Mas enquanto ele não sabe...
Ora bem, um pretroleirozito de 500 mil toneladas carrega qualquer coisa como 720 milhões de litros. Hummm... se isto dá um lucro de 20 cêntimos por litro... hummmm... hummm... é só fazer as contas!

12 de maio de 2008

Ó bétinho, tu alinhas?

Isto só seria de estranhar se este fosse o Institudo da Luta contra a Droga e a Toxicodependência. Como é o Instituto da Droga e da Toxicodependência... é natural que quem não se droga seja betinho, cocó, conservador e desinteressante!!!
(mais grave é isto ser feito com dinheiro público e CERTIFICADO PELO GOVERNO )
Este dicionário é mesmo uma "moca": Algodão é um filtro usado na preparação da dose injectável de droga, que pode ser usado para fazer uma lavagem e recuperar resíduos para uma nova dose.

Campeão


Não achei nada bem esses castigos aplicados ao Futebol Clube do Porto.
Em vez de subtracção (ou será subtração) de pontos, multas e suspensões, teria sido mais adequado exportá-lo para "La Liga".

10 de maio de 2008

O tanas

Por engano?
Era só o que faltava. Negar o SIADAP! Ora essa!
O Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho da Administração Pública determina, excatamente, a quantificação de objectivos e a avaliação com referência a esses objectivos. Ora, se a finalidade da ASAE é deter, autuar, multar e encerrar, é perfeitamente natural que se quantifiquem os autos e as detenções a concretizar.
O que não é natural é que se renegue a evidência.

8 de maio de 2008

Myanmar

100.000 mortos pelo furacão.
Desalojados e desprotegidos... nem se calcaula.
O Governo marimba-se para a população.
Negligencia os cidadãos.
Impede a ajuda internacional.

Será que neste caso se justificaria a horrível ingerência externa?

3 de maio de 2008

Chumbar ou não chumbar?

Também concordo que a reprovação, na maior parte das vezes, não é a melhor solução.
Só que, perante a evidência da ignorância do aluno, quais as alternativas de que os professores verdadeiramente dispõem?
Imaginemos que temos aqui um aluno que não adquiriu os conhecimentos as competências previstas para o seu ano de escolaridade. Imaginemos que, tal como a senhora ministra preconiza, não o podemos reprovar (com a enorme pressão que se sente, já é quase assim). O que vamos fazer?
Pois claro! Passá-lo para o ano seguinte! Obviamente!
E, então, o que vai suceder ao aluno?
Nada! Absolutamente nada. No actual quadro legal, continuará na mesma turma com os colegas como se tivesse aprendido o mesmo que os colegas. E, naturalmente, no final do ano seguinte ainda estará mais distante dos objectivos previstos, mais ignorante e mais desmotivado. E, com toda a pressão que existe para não haver chumbos, vai passar para o ano seguinte… e depois… e por aí fora até ao 9.º ano…
Já hoje muitos lá chegam (e de lá saem) praticamente sem saber ler. Soletrando e não entendendo o que lêem.

Mas podemos ter um sistema tendencialmente sem chumbos?
Podemos, sim senhor. Vários países o têm.
E como?
Assumindo três premissas:
- Todos devem ter iguais oportunidades;
- Não é possível ensinar tudo a todos;
- A maior lentidão de uns não pode prejudicar a maior velocidade de outros, e vice-versa.

E nós?
Nós só aceitamos a primeira.
Quanto ao resto, achamos que é possível resolver tudo com “apoios”, isto é, com mais aulas… depois das aulas!