9 de outubro de 2008

5 de outubro de 2008

Má língua

Andam para aí a dizer que este rapaz entrou no curso de Medicina ao abrigo do Estatuto de Atleta de Alta Competição, depois de ver certificado o 12.º ano através das Novas Oportunidades.

Não é verdade!

Confirmei que entrou no Superior, sim, mas no curso de Psicologia.


(tendo em conta os factos, Sociologia seria mais adequado)

2 de outubro de 2008

debate EDUCAÇÃO


O grupo parlamentar do PSD abriu um blog para discutir a questão da educação.
Todos podem enviar as suas opiniões, propostas e vivências.
É aqui.

Lello e os Russos



Imagine-se a chinfrineira se os soldados provocadores fossem americanos.

30 de setembro de 2008

700 mil milhões

Parece que o plano da pólvora foi rejeitado.
E parece-me bem.
As empresas aventuraram-se em negócios de elevado risco e devem, porque lhes correu mal, arcar com as devidas responsabilidades. É assim.

Além de que, o risco de falência por se correrem riscos excessivos regula melhor o mercado do que qualquer intervenção do Estado com o dinheiro dos contribuintes.

Olha lá se dá ao Estado para impedir a falência de qualquer empresa...
Já bem nos basta o sector "público" dos transportes de passageiros!

22 de setembro de 2008

Negócio de mercearia


Mário Ramires, no Sol, tem toda a razão.
Se o casamento não passa de um mero contrato, algo denunciável a todo o tempo pela simples manifestação de vontade de uma das partes, a que propósito andam por aí no afã de poderem vir a casar os homossexuais?
(Por mim podem casar à vontade... grrrhhh... desde que não adoptem!)

20 de setembro de 2008

Coitado do Ministro Pinho


Afinal, o homem não podia vender... não podia propor a nomeação do outro... ou ambas?

Coitado. Já bem lhe bastava ser...

11 de setembro de 2008

Portugal - Dinamarca

Ai aquelas mãozinhas do Ricardo... Ai aquelas saídas em falso...
E o Scolari teima em convocar o homem.
Apre!

10 de setembro de 2008

Agressão

Vi agora na televisão.
É que vi claramente.
Só não vê quem for cego.
Mas que grande biqueirada o Rodriguez aviou no Nuno Gomes. Livra!
Sumaríssimo! Só pode!

6 de setembro de 2008

Cluster aeronáutico

Estes três mil empregos ainda não tinham entrado na contabilidade do emprego líquido, pois não?
É que estes, desafortunadamente, têm de entrar nas contas do emprego evaporado.

28 de agosto de 2008

Mais polícia?

Para quê?
Coitados dos polícias.
Bem podem eles deter os criminosos que a lei logo se encarrega de os devolver à liberdade, que é como quem diz, neste caso, à criminalidade. E se, por uma infelicidade, se virem forçados a usar armas letais, é certo e sabido que se verão em muito maus lençois.
Coitados dos polícias.
Coitados dos magistrados.
Coitados dos juízes.
O problema não está na polícia nem nos magistrados. Está na Lei.
Como diz o PGR, o hiper garantismo concedido aos arguidos colide com o direito das vítimas, com o prestígio das instituições e dificulta e impede muitas vezes o combate eficaz à criminalidade complexa.

E como o coordenador do Observatório Permanente da Justiça - disse-o agora mesmo o Ministro Rui Pereira - é o conhecido Prof. Boaventura Sousa Santos... iremos continuar a ter os mesmos DIREITOS, LIBERDADES e GARANTIAS... e mais criminalidade, naturalmente.

27 de agosto de 2008

Mais dinheiro

Para o Ensino Superior

A falácia do emprego líquido

Aqui há uns dias vieram-me para aqui com umas histórias de empregos perdidos, empregos criados, novas pessoas à procura de emprego, mais emprego e mais desemprego, etc., tudo para tentar manter o embuste da promessa dos 150.000 novos empregos.

Só que a palavra utilizada na promessa foi "RECUPERAR".
E esta não deixa espaço para as falácias argumentativas.

26 de agosto de 2008

A culpa é das TVs ?

À falta de boas notícias, vêem-se na necessidade de preencher os espaços informativos com assaltos e homicídios e, então, a malta fica a pensar que há mais insegurança. Mas não há. É só "sensação".
E até, quem sabe se alguns destes eventos noticiados não foi objecto de contratualização? Uma espécie de "cachet", sei lá. É uma hipótese...
Ora, como não há notícias boas para para dar ao povo e como as más até podem "ajudar a aumentar os crimes", não seria melhor fazer uma leizinha a suspender os espaços informativos?

25 de agosto de 2008

Olimpíadas

Desde que me lembro, a cerimónia de encerramento mais autêntica foi a Sidney, com o Slim Dusty a cantar o "hino nacional" dos Oz. Nada daqueles maneirismos apenicados dos chineses.

22 de agosto de 2008

20 de agosto de 2008

Mau clima

Isto é aquilo de que toda a gente se apercebe no dia-a-dia.
Aquilo que só alguns entendidos percebem é que o governo continua a criar empregos líquidos.

Na cabeça

Se tivesse sido ao contrário, se tivesse sido o ourives a ferrar um tiro num dos jovens, uma determinada jornalista, por certo, não deixaria de vir lamentar a morte de mais um jovem desprotegido, e de se vir indignar pelo facto do dito cujo ourives não "estar sequer legitimado para sacar a arma do coldre".
São critérios. Legítimos, naturalmente.

18 de agosto de 2008

Compulsivamente

Apesar da vulgaridade em que se transformou, não consigo deixar de ficar perplexo perante a mentira dita por um responsável, seja ele quem for.
Uma coisa é a proclamação de uma intenção que, por um ou vários motivos, não se vem, afinal, a concretizar. É uma coisa que acontece com frequência, sobretudo com os políticos. São as chamadas "promessas".
José Sócrates fez uma dessas promessas quando anunciou que o governo iria criar 150.000 novos postos de trabalho durante a presente legislatura. Apesar da evidente utopia, apesar do aspecto propangandístico, apesar de se saber que o Estado não cria emprego, é, ainda assim, aceitável. Aceita-se enquanto isso mesmo, enquanto "promessa".
Ora, três anos volvidos sobre a proclamação da "promessa", toda a gente sabe que ela não se irá concretizar; que as empresas continuaram a encerrar; que as deslocalizações não cessaram; que o desemprego tem vindo a subir. Toda a gente sabe.
Todavia, o conhecimento da realidade não impediu José Sócrates de, ainda hoje, e mais uma vez, ter vindo reafirmar aquela "promessa", e de ter até ido mais longe. De ter dito que "desde Março de 2005 até agora houve criação líquida de 133 mil empregos".
Apre!
Criação líquida de emprego só pode significar que os novos empregados são mais que os novos desempregados. Mas... se assim fosse... a taxa...
...
Isto já não é "prometer". Isto é um comportamento obsessivo-compulsivo.

16 de agosto de 2008

Isto é que cansa

E que tal esta senhora contribuir pecuniariamente para a iniciativa de desenvolver a almejada mãe de todas as armas não letais?

Há quem tenha proposto o desenvolvimento de um engenho lançador de uma rede capaz de imobilizar uma Ford Transit em movimento, sem beliscar, sequer, os respectivos ocupantes. Pela minha parte, acho esta ideia muito esclarecida e particularmente oportuna.

Claro que, mesmo depois do engenho estar operacional, ainda será necessário resolver o problema da legitimação do lançador da rede. E este sim, este é que é O problema.

Será que um agente da autoridade poderá vir a ser legitimado como lançador de redes apanhadoras de carrinhas Transit?

12 de agosto de 2008

Ossétia e Abcásia


Há uma coisa que os americanos não aprenderam na Coreia, voltaram a não aprender no Vietnam e ainda fizeram pior no Iraque.
Os russos, por seu lado, aprenderam-na há muitos anos: quando se vai para a guerra, os jornalistas ficam à porta!

5 de agosto de 2008

ALDRABÃES

José Sócrates anunciou o "Magalhães" - o computador para crianças - com toda a pompa e circunstância.
De acordo com a informação governamental (também em vídeo), "... foi assinado um protocolo entre o Governo Português e a Intel, que viabiliza a constituição de um consórcio maioritariamente português que vai fabricar os pc’s portáteis Magalhães. Esta será, de resto, a primeira empresa da União Europeia de concepção e fabrico próprio de computadores – uma ODM, ‘Original Design Manufacturer’."

Fantástico!

Concepção e fabrico próprio... Original Design Manufacturer... A primeira na Europa... ... ...

Mas depois de ler isto, a única conclusão possível é esta: Perderam a pouca vergonha que ainda poderiam ter. Agora não têm nenhuma!

É que o computador já existe. É da Intel. Chama-se "Classmate PC". E já está em produção e venda, concorrendo com o XO da One Laptop Per Child, uma empresa sem fins lucrativos (para cúmulo, tendo em conta o ideário).

Chiça!
Magalhães, não. Aldrabães!

4 de agosto de 2008

1 de agosto de 2008

Cartão amarelo


Ouvi vários gurus da "ciência" política a desvalorizar a intervenção de hoje do Presidente da República.

Creio que se enganam: A dramatização e radicalização foram intencionais.
O Presidente, efectivamente, não esteve a falar apenas da Autonomia dos Açores. Mais concretamente, referiu opções políticas e institucionais divergentes das do Governo.

E fê-lo perante o País.
Ou seja, alertou os portugueses para o que poderá vir a suceder.


Conforme se toca, assim se dança!

27 de julho de 2008

Insulto, não

Vamos lá a ser rigorosos na adjectivação.
Insulto não é.
Mas que foi uma desgraça que nos saíu no sorteio eleitoral, lá isso foi.
Mas a maior desgraça é que, ao que parece, e desgraçadamente, há muitos tipos que já compraram o mesmo número para o sorteio de 2009.
E, como é bom de ver, se estes forem mais que os outros, então será uma desgraça escolhida. Como foi a primeira.

22 de julho de 2008

Laguna Seca 2008

Senti como verdadeiro privilégio assistir em directo a este espectáculo.
Qual Fórmula 1, qual Tour de France, qual carapuça... Isto é ESPECTÁCULO:

(imagem com maior qualidade aqui)

20 de julho de 2008

19 de julho de 2008

17 de julho de 2008

Guantánamo Bay

Tendo em conta toda a celeuma que se levantou por aí, foi com óbvia curiosidade que visionei o tal vídeo do interrogatório de um prisioneiro de Guantánamo.
Esperava ver um desgraçado a ser decapitado, ou degolado, ou fuzilado, ou qualquer coisa assim. Algo que fosse parecido com aquele vídeo que por aí andou daquele jornalista - Daniel Pearl - que foi degolado no Paquistão. Enfim, qualquer coisa de bárbaro. Ou, vá lá, pelo menos um espancamento, umas lambadas, uns tabefes...
E afinal... que vi eu?

Assassinos por Cadáveres?

Os cinco prisioneiros libertados hoje por Israel foram recebidos em festa no regresso ao Líbano, na mesma altura em que no país vizinho se chora a morte dos dois soldados que tinham sido capturados em 2006 pelo Hezbollah. Israel entregou os cinco prisioneiros ao mediador das Nações Unidas, o alemão Gerhard Conrad, depois de confirmar que os dois caixões entregues pelo movimento xiita libanês continham os corpos de Ehud Goldwasser e Eldad Regev, os dois soldados capturados pelo Hezbollah em 2006.

Samir Kantar liderou em 1979 uma operação da Frente de Libertação da Palestina (FLP) em território israelita, durante a qual matou um polícia, sequestrando depois um civil, a quem acabou por abater, juntamente com uma filha. Condenado a cinco penas de prisão perpétua, o Líbano nunca desistiu de obter a sua libertação, sustentando tratar-se de um prisioneiro político.
O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, já condenou os festejos no Líbano, que contrastam com o luto vivido pelas famílias dos soldados mortos. “Vergonha para a nação que celebra a libertação de uma besta humana que esmagou o crânio de um bebé de quatro anos”.


É a isto que chamo uma merda de troca.

15 de julho de 2008

Le Tour

Não sei porquê... mas acho que isto tinha mais emoção no tempo da eritropoetina, das transfusões, dos esteróides e coisas assim.
Deve ser do meu gosto pelo risco, digo eu.

11 de julho de 2008

Tento na língua


Tal como dizia o meu avô, fala o roto do esfarrapado
(os dois empalmados não faziam um de jeito)

10 de julho de 2008

A praga do insucesso

Insucesso... mas não escolar. Esse já quase acabou. Este é antes um insucesso "agricolar".
Vejamos:
Escassas 55 candidaturas aprovadas num universo de 25.899 dá uma taxa de reprovação de 99,79 %. Livra!

O melhor seria a Agricultura criar uma espécie de GAVE para resolver num instante esta praga de insucesso agricolar que tanto nos penaliza.

8 de julho de 2008

Investimento público

Tem razão o professor Vital. Pois claro que não!
Modernamente, pode convidar-se um privado a fazer a obra e a explorar a respectiva utilização. Será o cidadão utilizador a pagar a obra. E, se houver insuficientes utilizadores, pode atribuir-se ao privado uma compensação pecuniária periódica vinda do Orçamento do Estado, ou seja, dos impostos que pagamos. Neste caso, todos os contribuintes dão uma modesta ajuda para pagar a obra.
Também se pode contrair um empréstimo para ir amortizando suavemente com o dinheiro dos impostos dos contribuintes. Fica-se com a obra feita e paga-se em suaves prestações. É normal. Afinal, é o que todos nós, simples mortais, acabamos por fazer quando precisamos de algo e não temos o dinheiro todo. Só há problema quando compramos coisas de mais e deixamos de conseguir amortizar os empréstimos. Nessa altura acontecem coisas ruins como, por exemplo, deixar de haver dinheiro para comprar helicópteros que estavam prometidos.

6 de julho de 2008

Fotos com dedicatória...

... para o Xiclista militante, o amigo Carneiro:
Esta é a do parque de biclas à porta da Köln Hauptbahnhof (e da Catedral)

E esta é a de um "frugal" rumpsteak numa esplanada junto a um dos palcos do Bochum Total

5 de julho de 2008

Viva o PCP, o BE e os Verdes

Abaixo os lacaios do imperialismo libertadores de reféns!

Viva a justa luta dos revolucionários colombianos!

A vitória é difícil mas será deles!

26 de junho de 2008

Machadada

Foi contra este Código do Trabalho que o Partido Socialista se bateu quando estava na oposição, aliás com galhardia, ao lado dos comunistas e bloquistas. Reclamava, então, a imediata revogação daquilo que era um ataque desenfreado aos direitos dos trabalhadores.
Acabou por não o revogar mas, ao fim de três anos, os socialistas vão alterá-lo.

Todavia, há quem diga que as alterações que os socialistas querem fazer ainda vão mais contra os trabalhadores. Por outro lado, mantendo a posição de outrora, o PSD saúda o acordo e diz que as alterações vão no sentido positivo.

E os tipos que votaram nos socialistas? Saúdam ou nem por isso?

23 de junho de 2008

Demasiado fácil

No exame de Matemática “não havia nenhuma questão que permitisse distinguir um aluno de 18 de um de 11”.

Ui, ui, ui, ui... Estes miúdos não conhecem a finalidade igualizadora plasmada na Lei de Bases do Sistema Educativo! Vejam lá... "distinguir"... tsss, tsss, tsss...

Violência escolar

Diz o senhor Debarbieux que não basta agitar o cassetete; é preciso tomar medidas de apoio às vítimas, mas também de apoio aos agressores !
Apre!
São mesmo estes os tais cientistas.
O mais curioso é que a própria jornalista diz que o senhor é presidente do Observatório Internacional da Violência Escolar, uma organização não governamental “científica”... com aspas e tudo!!!
Já nem os jornalistas...

19 de junho de 2008

Provas de Aferição

(esta parte é real)

A Senhora Ministra veio dizer, rejubilando, que os resultados melhoraram imenso, tanto no 4.º ano como no 6.º e que a percentagem de alunos que ficaram nos dois escalões mais baixos é muito pequena. Ainda bem!
E nem me passa pela cabeça, como ao tonibler, criticar esta pergunta por ser demasiado fácil para testar conhecimentos de Matemática do 6.º ano. Nada disso. Fiquei mesmo satisfeito.
Fiquei tão satisfeito que fui ao sítio do GAVE para ver as provas e respectivos critérios de classificação.
Só que não estão lá. Aquilo que lá está com o nome de critérios de classificação são, afinal, critérios de correcção. Servem para categorizar as respostas que os alunos deram: se o aluno respondeu assim à pergunta tal, atribui-se-lhe o código X, se respondeu assado, terá o código Y, e por aí fora. Mais nada.
Fui ver a própria grelha de classificação e também lá não existem cotações. Isto é, depois de preencher a linha de cada aluno, fica-se sem saber quais as respectivas classificações. Este miúdo teve A, B, C, D ou E? Não se sabe!
Ora, tratando-se de um processo de avaliação do nosso Sistema Educativo, logo algo de muito importante, parece-me desejável que esse processo pudesse ser escrutinado pelos cidadãos interessados. Que fosse transparente; que fosse público; que se soubesse a cotação de cada questão, se fosse o caso, ou então, que se soubesse quais as questões relevantes para alcançar a classificação de E, de D, de C e por aí fora. Mas não. Não se sabe nada. Não foi publicitado.
Vai daí, perguntei a uns amigos que foram supervisores, e também a outros que foram classificadores das provas, e nenhum me soube dizer. Mais concretamente, não encontrei quem quer que fosse que me explicasse por que é que o miúdo Fulano teve A e o Sicrano teve B.
Ora digam-me lá se isto não é estranho?
Eu acho que isto é muito chato, até para os próprios alunos. Por que é que tiveste B? Não sei!
Bom, mas alguém deve saber. Não sei quem, mas alguém há-de saber!
Quem me ajuda?

(esta parte é ficcional)

Imagine-se que isto não se passava no nosso Portugal e, em vez disso, era num país sujeito a um governo autoritário, irritadiço, fustigado com manifestações de descontentamento de vários sectores profissionais: professores, pescadores, transportadores, agricultores e outros agitadores. Um governo com necessidade de apresentar boas notícias que animassem o povo. Uma situação, portanto, ao contrário da portuguesa.
Ora, se os critérios não fossem publicitados, podia-se começar por recolher as respostas de todos examinandos. Em seguida, viam-se quais as questões que tinham sido melhor respondidas e as que tinham péssimas respostas. Finalmente, atribuíam-se cotações elevadas às primeiras e muito baixas às segundas. Até podia não se contar uma ou outra em que tivesse ocorrido um descalabro. Está-se mesmo a ver que os resultados dos alunos seriam excelentes! E, como o processo era secreto, ninguém poderia levantar qualquer problema.
O objectivo seria plenamente atingido: a conferência de imprensa seria um êxito e o ego do povo sairia reforçado.

14 de junho de 2008

Yelle

"Apresentaram-me" estas new born stars do pop-clube francês. Gostei. Ora ponha o volume bem puxado e veja se isto não é contagiante.

O francês soa estranho, não? Mas é giro! Pode seguir a letra aqui.

13 de junho de 2008

Gasóleo em Espanha





Preços moderados e, mesmo assim, com margem para oferecer um atendimento de muito alta qualidade.

Abasteça em Espanha!

12 de junho de 2008

Parece que sou bruxo!

Eu não disse que o Governo se iria juntar aos manifestantes?
Pois cá está!
Basta ver algumas das medidas previstas no acordo:
  1. O valor do frete passará a ser indexado à variação do preço do combustível. Isso mesmo! Um absurdo. Aqui está o autoritarismo destes estatistas a negar o princípio elementar da livre concorrência. Até me custa a crer que no século XXI ainda se consiga legislar uma barbaridade destas. Prefiro acreditar que se trata de algum engano do jornalista;
  2. No próximo ano fiscal as despesas com combustíveis serão majoradas para efeitos de IRC. Isto é, as empresas transportadoras pagarão menos IRC. Ora, se uns pagam menos, é certo e sabido que vai sobrar para os outros...
  3. As empresas transportadoras apenas liquidarão o IVA depois de receberem do cliente o valor da factura que emitiram. Ora aqui está uma coisa que todas empresas do país gostariam: de só pagar o imposto depois do cliente ter pago. Mas isto não é para todas. É só para transportadoras. Quem foi discriminado?
  4. As facturas deverão ser pagas aos transportadores num prazo máximo de 30 dias, com coimas para os casos de incumprimento. Ora aqui está outra coisa que toda a gente quer. Que maravilha. O fim dos calotes. Pagas, pagas depressa, e se não pagares depressa... és multado e pagas na mesma! Fantástico! Pois... Mas não é para todos. Quem é que foi discriminado? Pois claro: todos os que não são camionistas!

E, afinal, não era nada disto que eles queriam. Nem era preciso. Bastava que o Governo se contentasse com a receita do ISP prevista no Orçamento de Estado. Que não cedesse à volúpia da cobrança. Bastava indexar o ISP à variação do preço dos combustíveis. Era fácil! E tinha a vantagem de abranger toda a gente, já que o preço dos combustíveis afecta toda gente. Ninguém teria que pagar as benesses dos outros. Só haveria aqui um prejudicado: O GOVERNO!

E foi por isso que O GOVERNO PREFERIU JUNTAR-SE AOS MANIFESTANTES.

11 de junho de 2008

Bloqueio de camionistas

Pergunta o Dr. Vital Moreira no seu blog:

O Governo deixou passar complacentemente as graves violações da liberdade e da legalidade perpetradas pela "greve" dos armadores de pesca (e ainda os premiou com várias cedências...). Agora parece ir também fechar os olhos à anunciada limitação da liberdade de circulação rodoviária pela "greve" das empresas de transporte. Quando um grupo profissional ou sindical decidir paralisar à força a entrada numa cidade ou a circulação numa auto-estrada, que vai fazer o Governo?

E eu alvitro:
Vai fazer o mesmo que alguns dos seus ministros fizeram no "outro" bloqueio, aquele de 1994, no tempo do "direito à indignação": juntar-se aos manifestantes.

República Checa


Jogámos com muita raça.

E por falar em raça, fica aqui a raça do Carlos Tê e do Rui Veloso. O BE deve estar a preparar-se para também lhes exigir explicações sobre a utilização deste conceito, próprio do Estado Novo e incompatível com a democracia.

Barack Soares

10 de junho de 2008

Ficha de auto-avaliação

Ora aqui está ela! Basta dar uns retoques e entregar. O desenrascanço tão típico dos Tugas.

Se calhar estes tipos até se levam a sério, mas para mim não passam dos mesmos socráticos, só que com a bússola avariada.

Energia e Ecologia

Sobre esta matéria, o Expresso de 7/6/08 trazia uns quadros anti-mito muito interessantes: o mito do automóvel e o mito do nuclear.

Dia da Raça


Bem gostava que o presidente Cavaco tivesse razão.
Mas, de facto, como as coisas vão, raça, só se for a do Puro Sangue Lusitano.
Fora dessa só se fosse a raça Tuga. Sim, que "lusitano" é um conceito próprio do Estado Novo e incompatível com a democracia.

9 de junho de 2008

Pode ser que sim

Com este apoio, a coisa fica menos complicada.

Obs:
Obama já afirmou que o apoio dos USA a Israel é, e será, incondicional e que o Irão deve compreender as consequências que sofrerá se vier a atacar Israel. Ou seja:


Antevejo que, em breve, Obama não passará de um Bush de pele escura.

8 de junho de 2008

Portugal impresses a 2-0 win over Turkey (CNN)

E dizia o Tuga no Marquês à reportagem da TVI:
Foi um grande jogo com grandes jogadas dos jogadores que jogaram.

7 de junho de 2008

6 de junho de 2008

Escola de futebol




O primeiro impulso foi pensar que não era coisa para ser apoiada por dinheiros públicos do Programa Operacional para o Potencial Humano, do Quadro de Referência Estratégico Nacional.
Mas logo me lembrei do CRonaldo e do LFigo, e também da Zvedin, da Nereide, da Romero e da Gemma, e logo mudei de opinião.


Só era capaz de fazer umas alteraçõeszinhas ao currículo. Em vez de Matemática, talvez Joalharia fosse mais produtiva. Quanto à Física, era capaz de a substituir por Penteado e Depilação. É só uma ideia, naturalmente.

4 de junho de 2008

America votes


Hillary obteve mais votos que Obama mas será este o candidato do Partido Democrata (já vi uma coisa parecida como esta algures na América).

John McCain deve estar a esfregar as mãos de contentamento.


Infelizmente, na minha opinião. Obama poderia enterrar o mito de que a política externa dos USA depende da origem partidária do presidente.

Nova colecção


Que seria dos seres humanos sem as mulheres?
Seriam raros; extremamente raros!


Mark Twain









(Publicidade à Ara (calçado) na Notícias Magazine)

3 de junho de 2008

Petróleo

Há muita gente convencida de que é o automóvel que consome a maior fatia dos combustíveis fósseis. E também há muita gente que continua a praguejar contra alternativas ecológicas.
Tudo gente intelectualmente superior, é claro.

1 de junho de 2008

Futebol

Cantámos o hino com energia e convicção.
E depois foi aquele espectáculo do Nulo Gomes, um verdadeiro fenómeno a jogar sem bola...

(valeu, no intervalo, a actuação das meninas do Instituto de Artes Musicais de Mangualde)