23 de abril de 2009

E ele diz que não é violento

Vi, muitas vezes, o Petit cometer verdadeiras tentativas de homicídio mas, perante este autêntico genocídio, o rapaz nem era nada violento. E como joga no Madrid, que, à semelhança de outros, vive de glórias passadas, este psicótico deverá escapar à irradiaçao. Lamento!

22 de abril de 2009

Dia chato

Depois de ter lido uma missiva da Administração Fiscal e de ter sido azucrinado por um mentiroso compulsivo durante todo o jantar, lembrei-me desta história:

Numa entrevista para emprego, o psicólogo dirige-se ao candidato e diz:
– Agora vou fazer-lhe algumas perguntas que decidirão da sua admissão.
– Muito bem. Vamos a isso – diz o candidato.

O psicólogo pergunta:
– É uma noite escura. Você está na berma de uma estrada e vê ao longe dois faróis emparelhados a virem na sua direcção. Diga-me o que será?
– Um carro – diz o candidato.
– Isso é muito vago. Que carro? Um BMW, um Audi, um Volkswagen?
– É escuro, não dá para ver.
– Humm... – diz o psicólogo – vou fazer-lhe outra pergunta: Você está na mesma estrada escura e vê um só farol a avançar na sua direcção. O que é?
– É uma moto – diz o candidato.
– Sim, mas que moto? Uma Yamaha, uma Honda, uma Suzuki?
– Sei lá, é escuro, não dá para saber.
– Humm… – diz o psicólogo – vou fazer-lhe uma última pergunta:
– Na mesma estrada escura você vê novamente um só farol, menor que o anterior, e você apercebe-se que avança mais lentamente. O que é?
– Uma bicicleta.
– Sim, mas que tipo de bicicleta? BTT, estrada, passeio...?
– Não sei.
– Pois é, não sabe. Lamento mas reprovou no teste – diz o psicólogo.

Nesse momento, o candidato dirige-se ao psicólogo e diz:
– Teste interessante, sim senhor. Posso ser eu a fazer-lhe uma pergunta?
– Claro que pode. Pergunte.
– Você está à noite numa rua bem iluminada e vê uma mulher com maquilhagem carregada, decote generoso, saia bem curtinha, bolsinha na mão... o que é?
– Ah, é uma puta – diz o psicólogo.
– Sim, mas que puta? A sua irmã, a sua mulher, ou a puta que o pariu?

21 de abril de 2009

Ordem nos Notários !


Sou eu que ando obnubilado ou é o Secretário de Estado que não sabe que uma escritura é pública?

19 de abril de 2009

A Paixão segundo São Vítor


Apesar de tudo, este Lucílio continua a fazer serviços de arbritagem.
Todavia, vá-se lá saber porquê, hoje não anulou dois dos
três golos do Sporting.
Esquisito...

11 de abril de 2009

Guerra é guerra!

Guerra da ANF
Como se pode ver neste recibo de farmácia.

Mas a minha experiência pessoal com genéricos não é positiva.

4 de abril de 2009

Ó Cristo...

Este artigo de opinião, que pode ser lido aqui mas que, para maior facilidade, reproduzo na íntegra, levou a que José Sócrates processasse o colunista.
Um acto muito pedagógico. Até pela invulgar celeridade da justiça - o artigo foi publicado a 3 de Março e o jornalista já foi ouvido no DIAP.
Agora leia:

JOSÉ SÓCRATES, O CRISTO DA POLÍTICA PORTUGUESA

Jornalista -
jmtavares@dn.pt 03 Março 2009

Ver José Sócrates apelar à moral na política é tão convincente quanto a defesa da monogamia por parte de Cicciolina. A intervenção do secretário-geral do PS na abertura do congresso do passado fim-de-semana, onde se auto-investiu de grande paladino da "decência na nossa vida democrática", ultrapassa todos os limites da cara de pau. A sua licenciatura manhosa, os projectos duvidosos de engenharia na Guarda, o caso Freeport, o apartamento de luxo comprado a metade do preço e o também cada vez mais estranho caso Cova da Beira não fazem necessariamente do primeiro-ministro um homem culpado aos olhos da justiça. Mas convidam a um mínimo de decoro e recato em matérias de moral.
José Sócrates, no entanto, preferiu a fuga para a frente, lançando-se numa diatribe contra directores de jornais e televisões, com o argumento de que "quem escolhe é o povo porque em democracia o povo é quem mais ordena". Detenhamo- -nos um pouco na maravilha deste raciocínio: reparem como nele os planos do exercício do poder e do escrutínio desse exercício são intencionalmente confundidos pelo primeiro-ministro, como se a eleição de um governante servisse para aferir inocências e o voto fornecesse uma inabalável imunidade contra todas as suspeitas. É a tese Fátima Felgueiras e Valentim Loureiro - se o povo vota em mim, que autoridade tem a justiça e a comunicação social para andarem para aí a apontar o dedo? Sócrates escolheu bem os seus amigos.
Partindo invariavelmente da premissa de que todas as notícias negativas que são escritas sobre a sua excelentíssima pessoa não passam de uma campanha negra - feitas as contas, já vamos em cinco: licenciatura, projectos, Freeport, apartamento e Cova da Beira -, José Sócrates foi mais longe: "Não podemos consentir que a democracia se torne o terreno propício para as campanhas negras." Reparem bem: não podemos "consentir". O que pretende então ele fazer para corrigir esse terrível defeito da nossa democracia? Pôr a justiça sob a sua nobre protecção? Acomodar o procurador-geral da República nos aposentos de São Bento? Devolver Pedro Silva Pereira à redacção da TVI?
À medida que se sente mais e mais acossado, José Sócrates está a ultrapassar todos os limites. Numa coisa estamos de acordo: ele tem vergonha da democracia portuguesa por ser "terreno propício para as campanhas negras"; eu tenho vergonha da democracia portuguesa por ter à frente dos seus destinos um homem sem o menor respeito por aquilo que são os pilares essenciais de um regime democrático. Como político e como primeiro-ministro, não faltarão qualidades a José Sócrates. Como democrata, percebe-se agora porque gosta tanto de Hugo Chávez.

3 de abril de 2009

1 de abril de 2009

Sem vergonha!

No passado dia 30, no Centro de Estudos de Caparide, Cascais, anunciou o Senhor Primeiro-Ministro: "Vamos recuperar as 50 escolas mais degradadas em Portugal, que são uma vergonha para o País..."
E eu digo que sim, que são uma vergonha para o país. Mas não são as escolas que envergonham. Repare-se:
Sua Excelência reuniu 28 Presidentes de Câmaras Municipais para assinarem os protocolos de recuperação das escolas dos respectivos concelhos. Ora, se a escolha tivesse sido isenta, seria de esperar que - mais degradação, menos degradação - a filiação partidária destes 28 presidentes reflectisse os resultados eleitorais das autárquicas de 2005. Isto na lógica estatística da "amostra". Se assim fosse, apenas 35% dos 28 escolhidos seriam do PS. Mais coisa, menos coisa, bem se vê.
Só que a falta de vergonha levou a que este número praticamente duplicasse. 69% dos 28 presidentes escolhidos são socialistas. Arre!
Mas para se perceber bem a dimensão da semvergonhice é preciso dar conta que:
  • Na região Centro, onde abundam as câmaras de maioria social-democrata, foram escolhidos 3 municípios: Castelo Branco, Mortágua e Lousã. O que têm em comum? São todos socialistas!
  • Na região do Algarve foram escolhidos 2: Lagos e Portimão. Socialistas!
  • Na região do Alentejo escolheram apenas 1. Foi o Alvito. E veja-se bem a pontaria: entre tantos PCP, no Alvito ganhou uma lista de independentes (!!!)
(Sim, eu ei. Por mera coincidência, as piores escolas estão em concelhos socialistas.)

26 de março de 2009

A montanha... nem sequer pariu!

Este homem foi-nos apresentado como delinquente contumaz. Um autêntico criminoso.
Os jornais acusaram-no, julgaram-no e condenaram-no, tudo a coberto do mediatismo voluntarista e justicialista do Ministério Público, e duma profusão diversificada de "provas".
E afinal... vai-se a julgamento e... nada é provado.
Ora bolas!
Alguém asneou e a malta devia saber quem foi.
É que já são muitos casos como este, caramba!

Em tempo:
Com este caso e depois do da F. Felgueiras - que teve que fugir para o Brasil para não ser presa e que acabou condenada por três ninharias - começo a pensar que o Pedroso até pode nem ser o tal "incumpridor nato".

24 de março de 2009

Para se ser aldrabão...

... só custa a primeira vez.
Mas isto tem uma coisa boa:

Eu, que tenho aqui uns aparelhos de ar-condcionado, estava convencido que não passava de uma espécie de bota-de-elástico rendido e dependente da velha energia eléctrica, daquela muito "suja" pelo petróleo e pelo carvão.
Mas afinal, não sou.
Como os aparelhos têm bomba de calor - para arrefecer (e aquecer) o ar - são tão fixes como estes patrocinados por Sua Excelência o Senhor Primeiro-Ministro. Portanto, passei à superior categoria de ecologista.
VIVA!

Alô... Lord Keynes...

Por favor volte. Rápido!
Anda por aqui um verdadeiro zoilo a questionar investimentos do Estado.

22 de março de 2009

Euforia da vitória

Michael Schumacher tinha cortado a meta em primeiro lugar no Grande Prémio de San Marino de 1994, em Ímola. No pódio, mesmo já depois de saber que Ayrton Senna estava às portas da morte - na sequência do acidente que havia sofrido quando liderava a corrida - Schumacher sorria de satisfação e também saltava euforicamente, tal e qual como se tivesse merecido a vitória.
Achei asqueroso.
A partir desse momento, embora lhe viesse a reconhecer talento, nunca consegui colocar Schumacher no mesmo plano que verdadeiros campeões, como Jochen Rindt, Jackie Stewart, Emerson Fittipaldi, Niki Lauda ou Nigel Mansell, nem sequer que aquele calculista do Alain Prost.
...
E ontem vieram-me à memória estas imagens...

21 de março de 2009

Preservativo

- Vaticano
- Sexo
- Só
- Procriar
- Fiel
- Hetero
- Monogamia

Destas palavras, uma excita a jornalista mais que as outras. Não sei qual é. O que sei é que com "fiel" e "monogamia" não se corre o risco da SIDA.

Agora, sem uma e/ou outra... pois claro... é melhor usar o latex.

16 de março de 2009

Direito da Educação

Afinal está mesmo construído o "corpo unificado de regras jurídicas e de normativos harmonizados e sistematizados de Direito da Educação".
Foi canja. Lá diz o povo: "foi como quem limpa o cu a meninos".