8 de dezembro de 2008

Triste vida, a de polícia

Em consequência, enquanto os simpáticos manifestantes destroem tudo o que encontram pela frente, os polícias vão observando, a uma distância que não incomode a liberdade de expressão, fazendo todos os possíveis para que não se vejam na contingência imperiosa de intervir.
É que se isso acontece... zás!... vão presos!
Além de que, como explica o Público, é normal o arremesso de bombas incendiárias contra as forças policiais em manifestações de desagrado de estudantes anarquistas em certos bairros da capital. Portanto, a culpa é toda dos polícias! Pois se até já sabiam que era normal, por que é que não se limitaram, simplesmente, a deixar-se arder?

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