31 de março de 2011

Total falta de credibilidade

Em 11.01.2011 a farsolice era assim (ler e ouvir porque é um regalo):

Défice de 2010 "claramente abaixo" dos 7,3% após folga orçamental de 800 milhões

Mas, afinal, a realidade é outra:

Défice público em 2010 foi de 8,6%, mais 1,3 pontos que o previsto

Como é que estes tipos ainda têm coragem de saír de casa?

30 de março de 2011

A culpa é do PSD

Desde 2009 que as notações da dívida soberana da república não cessam de descer. Desde 2009 que nem por uma só vez subiram. E a culpa, como se sabe, é do PSD, que tem governado este país desde 2005.

28 de março de 2011

Uma lástima

Merkel, Trichet, Barroso, Sócrates e Cavaco, nenhum deles quer uma auditoria independente às contas do Estado Português.
A razão só pode ser uma:
A contabilidade criativa do governo de Sócrates tem andado a disfarçar um buraco que é muito maior do que aquele que se julga.
Uma lástima! Sobretudo para aqueles que gostam da verdade.

21 de março de 2011

INCOMPETÊNCIA

O cenário macroeconómico em que foi assente o Orçamento do Estado degradou-se 1,1% em 3 escassos meses!!!
Mas, simultâneamente, a execução orçamental "está a correr acima das expectativas"...

É difícil fazer pior!

9 de março de 2011

Mais um "Charrua"?

Reconhecer que os juros da dívida são insustentáveis é uma opinião tão contrária à doutrina oficial do regime que pode vir a ser tomada como "quebra de lealdade". Ora, as quebras de lealdade têm óbvias consequências, como há muito avisou Jorge Coelho: "quem se mete com o PS, leva!".
Ernesto Paiva que o diga.

7 de março de 2011

Sinais dos tempos

Dá-se a arma do voto a um bando de iletrados e o resultado surge com todo o esplendor. Votaram como se o festival da Eurovisão fosse um concurso humorístico.
(com Sócrates também é assim)

4 de março de 2011

Contranatura

Em resultado de uma coligação contranatura, foi mesmo anulada a reorganização do currículo do Ensino Básico.
Espera-se que, agora, a Ministra remodele o decreto e salve o que é importante: transferência dos tempos de Área de Projecto para o Português e a Matemática, mantendo a co-docência do EVT; no fundo, que siga as propostas do CDS.

3 de março de 2011

Mais uma oportunidade perdida?

A reorganização do currículo do ensino básico, ao acabar com a Área de Projecto e o Estudo Acompanhado, é uma coisa boa já que pedagogicamente sustentada. O tempo assim o demonstrou.
A questão controversa é, apenas, a do par pedagógico em EVT.
Por isso, revogar estas medidas por razões taticistas é, para mim, um acto inclassificável.