28 de dezembro de 2011

Maquinistas



O País já esteve privado da circulação de comboios por vários dias.
O País não parou, pesem embora os constrangimentos.
O País não irá parar se ficar mais dias sem comboios.
Então, perante a chantagem absurda, resta decretar a requisição civil dos maquinistas. E despedir os que não acatarem.
O País aguenta o tempo necessário para os substituir.

21 de dezembro de 2011

Estado, Estado, sempre mais Estado


Rangel sugere agência nacional para ajudar portugueses que queiram emigrar                           


Não, Dr. Rangel, o Estado não se deve meter nisso. Chega de meter o Estado em tudo. Quando muito, poderia estabelecer protocolos com os países carentes da mão-de-obra excedentária em Portugal. E divulgá-los. Mas isso pode ser feito pelo MNE. Nada de criar mais "agências" públicas.


E, claro, se a oferta for em entidades privadas, lá vai o protocolo às urtigas.

18 de dezembro de 2011

Há tipos muito incomodados

Mas eu não vejo qualquer problema. Muito antes pelo contrário. Se a malta qualificada e desempregada, p.e. engenheiros e enfermeiros, emigra, por que não os professores?


Passos Coelho sugere a emigração a professores desempregados                            

13 de dezembro de 2011

Folga orçamental pode chegar a 3 mil milhões

E se o Estado não pagar dívida nenhuma, a folga pode ser muitíssimo maior. Pode ser um autêntico balúrdio.
Basta fazer como dizia Sócrates: não pagar!

12 de dezembro de 2011

Revisão Curricular - Machadada no eduquês

Acabam de ser conhecidas as novas matrizes curriculares.

Devo dizer que, globalmente, acho que está ali um trabalho sério.
Claro que, se olharmos sob o prisma dos professores, nomeadamente os de EVT, veremos um horizonte sombrio. É grande a diminuição de serviço letivo deste grupo e muitos professores irão ficar com "horário zero". Compreende-se, portanto, que estejam "contra".
É preciso, todavia, analisar a questão com a necessária distância, para saber se a medida é, ou não, correta.


Importa perceber que a existência da disciplina de EVT, com a grande carga horária semanal em regime de desdobramento e par pedagógico, radica diretamente da criação do 2.º Ciclo por Veiga Simão. Na altura, chamava-se Trabalhos Manuais.
E qual era o objetivo de tal disciplina?
Era o de conferir aos alunos alguma preparação para o mundo do trabalho. É preciso não esquecer que, então, o 2.º Ciclo era o final da escolaridade obrigatória. A maioria concluía o 6.º ano e ia trabalhar.
Ora, de então para cá medeiam 40 anos. E nesses 40 anos quase tudo mudou. Hoje, a escolaridade obrigatória é de 12 anos e o 2.º Ciclo é uma pequena etapa no percurso dos alunos.
Assim, faz todo o sentido que se retire ao 2.º Ciclo a lógica de ciclo terminal e se concentre o currículo no estudo de conteúdos estruturantes de futuras aprendizagens, o que já deveria ter sido feito há muitos anos. De facto, no contexto atual, uma disciplina com as caraterísticas de EVT não faz qualquer sentido.

Nuno Crato acabou com ela. Não desiludiu, portanto, o nosso ministro.
E, como bónus, ainda deu mais uma machadada no famigerado eduquês que nos tem manietado: acabou com o Estudo Acompanhado. Oh, como Ana Benavente se deve estar a arrepenhar...

Concluindo, Nuno Crato fez bem!

Mas não chega. Ainda tem de fazer mais duas coisas nesta matéria:
- Encontrar ocupação para os professores do quadro que vão ficar sem serviço e não têm culpa alguma, e
- Reformular os programas do 2.º Ciclo de modo a que estes, efetivamente, preparem os alunos para as matérias do 3.º Ciclo.
Portanto, ao trabalho...

11 de dezembro de 2011

Fim do 2.º Ciclo


Acabar com o 2.º Ciclo é uma medida absolutamente necessária. Todavia, não concordo com a sua integração na primária.
A estatística mostra que as taxas de sucesso do 1.º Ciclo, que são bem elevadas - acima dos 95% - continuam muito elevadas nos 5.º e 6.º anos, não se verificando qualquer corte significativo. Onde os valores baixam dramaticamente é na transição para o 7.º ano, passando a taxa de sucesso a andar na casa dos 75%.
Estes dados parecem indicar uma desarticulação do currículo do 2.º Ciclo relativamente aos prérequisitos do 7.º ano. De resto, pesem embora algumas alterações produzidas nos últimos anos, os programas do 2.º ciclo continuam a ter a mesma lógica de ciclo terminal que presidiu à sua criação no final do marcelismo.
Assim, o que se deve fazer é manter a primária como está e criar um ciclo de 5 anos, do 5.º ao 9.º.
Tal permitirá que haja unidade e sequencialidade nos programas das diversas disciplinas.
Além das óbvias vantagens ao nível da articulação curricular, esta medida seria muito mais bem recebida pelos professores do 2.º Ciclo. Muitos deles poderiam acompanhar os alunos até ao 9.º ano e, em última análise, seria sempre aos diretores que competiria a distribuição de serviço, atendendo, portanto, ao nível habilitacional de cada recurso.
Em suma, uma solução mais eficaz e menos conflituosa.

10 de dezembro de 2011

Árvores da Toyota para Mangualde

A Toyota vai plantar árvores.
A localidade a escolher depende dos votos.
Escolha MANGUALDE. Clique
aqui e vote.

6 de dezembro de 2011

Paradoxo

O governo está a substituir os militantes socialistas que estavam nas administrações dos hospitais.
O PS vem queixar-se de nomeações partidárias.

4 de dezembro de 2011

Manifesto - Mais dinheiro para a Educação

É o que está no manifesto. Vem no Público de hoje, p. 54.

Pretende-se "... utilizar todas as nossas energias contra o esvaziamento do papel do Estado na educação, o desmantelamento de políticas de combate às desigualdades escolares e contra uma reestruturação curricular cujo sentido seja a recuperação de uma escola conservadora..."


Bem se vê o que se quer: manter a escola no lodo em que se encontra, manter a lógica do nivelamento por baixo, manter as políticas de "experimentação pedagógica" e continuar a dar primazia à teoria do coitadinho em detrimento do primado do saber e da competência.

E, se dúvidas houvesse, bastaria ler os nomes dos subscritores, entre outros, Ana Benavente, Ana Drago, António Avelãs, António Teodoro, Fernando Rosas, João Teixeira Lopes, Mário Nogueira e Paulo Guinote.

Por qualquer razão estranha, acho que falta aqui o nome do pai dos pais, o eterno Albino Almeida. Não terá sido convidado a assinar?

De qualquer forma, este manifesto tem já um efeito interessante: Paulo Guinote assumiu-se ao lado dos comunistas e bloquistas. É sempre bom quando as coisas se definem.

Burro !

Claro que a malta pode continuar a receber os subsídios todos.
Basta que o Estado não pague aos credores.

Reacção do PS à entrevista de Passos Coelho

Excedente de 2000 milhões prova que "havia margem para não cortar subsídio de Natal"

24 de novembro de 2011

Greve geral?



"geral", uma ova!
Poucos trabalhadores do setor privado irão aderir. Esta é uma greve da Função Pública.

E, também por aqui, se pode ter uma medida do imenso peso do nosso Estado.

21 de novembro de 2011

Um dia feliz


Caiu hoje o último governo socialista em funções na União Europeia.
Pode ser por pouco tempo, mas para já foram todos afastados.
Os partidos que sangraram as respectivas economias conduzindo-as para a insustentabilidade, foram todos categoricamente corridos.
Abre-se uma janela de oportunidade. Saibamos aproveitá-la.

9 de novembro de 2011

Branquearam-no no tribunal...


... e agora anda por aí a dizer parvoíces.

Pensará que um golpe de estado faria diminuir a nossa dívida?

Pensará que um golpe de estado faria crescer a nossa economia?

Enfim...

4 de novembro de 2011

QUE RAIVA QUE EU SINTO

(também publicado no jornal Renascimento)

No próximo ano vou receber menos 24% do que recebi em 2010. Somados os subsídios de férias e Natal com o corte mensal que já vem de trás, é quanto dá, grosso modo. Ou seja, em 2012 só vão entrar em minha casa três quartos dos vencimentos que entraram em 2010. Apre! Isto deixa-me indignado, revoltado e, como já disse, dá-me cá uma raiva…

Esta minha raiva não é contra o governo que me corta o vencimento. Esse veio a descobrir o real tamanho do buraco – esperemos que não seja ainda maior – que agora tem de tapar, doa a quem doer.

A minha raiva é, isso sim, contra quem levou este país à situação desesperada que agora impõe esta brutalidade. A minha raiva é contra quem levou este país a um endividamento tal que, só de juros, nos custa 22 milhões de euros por dia. É contra quem, em plena crise internacional, ignorou todos os sinais e todos os avisos e se lançou numa desvairada espiral despesista. Contra quem se encarniçou na construção de autoestradas, muitas delas em que ninguém passa, fazendo-nos crer que eram à borla quando, afinal, eram arrendadas a amigalhaços por balúrdios pornográficos. É contra quem, dando conta da ruína do negócio das autoestradas, determinou que fossem portajadas mas, estando próximas as eleições, logo suspendeu a medida, deixando-a, mansamente, para os vindouros. É contra quem nacionalizou os prejuízos de um banco, fazendo crescer brutalmente a dívida pública, em vez de deixar que fossem os acionistas e administradores a arcar com as responsabilidades face aos mercados e aos tribunais. É contra quem pagou milhões, a uma empresa escolhida sem concurso, por uns pequenos computadores que distribuiu às crianças de escola para que com eles pudessem brincar. É contra quem gastou milhões em estudos e projetos de um mega-aeroporto, primeiro num sítio, depois noutro e depois… népia. É contra quem gastou ainda mais milhões em outros estudos e projetos de uma linha de comboio, que previamente se sabia que ia ser deficitária, para ligar o Caia ao Poceirão, que é o mesmo que dizer, para ligar nada a sítio nenhum. A minha raiva é contra quem criou e deixou criar uma miríade de fundações, institutos públicos e entidades reguladoras que para nada serviram, exceto para a finalidade com que foram criadas, ou seja, dar abrigo à imensa clientela desesperada por um ordenado chorudo. É contra quem andou a incentivar a energia eólica, e outras, comprando-a mais cara do que o preço de venda ao consumidor, fazendo recair sobre o cidadão a pesada fatura da suposta modernidade. É contra quem criou uma empresa pública para gerir o parque escolar do ensino secundário que rapidamente descambou para a reconstrução de escolas – muitas delas sem necessidade premente - escolhidas com critérios duvidosos e nunca publicitados, entregues a arquitetos e empresas também escolhidas sem concurso, que cedo acumulou uma dívida que já vai em 2 mil milhões e continua a crescer. A minha raiva é contra quem fez tudo isto, e muito mais, sem ter dinheiro para o fazer, recorrendo sucessivamente a empréstimos, internos e externos, que se acumularam numa dívida gigantesca que nos levou à fronteira da bancarrota.

Em suma, a minha raiva é, e com todas letras, contra José Sócrates e a camarilha que o rodeou. Esse é que é o verdadeiro responsável pelo decretado abaixamento do nível de vida daqueles que, como eu, são funcionários públicos.

Mas não é só José Sócrates. Esse foi, com toda a certeza, o maior delapidador das nossas finanças públicas, mas não foi o único. Foram todos os que o antecederam. Não incluo Durão Barroso porque nem chegou a aquecer o lugar, pois, quando se apercebeu do monstro que lá tinha, logo se pôs ao fresco a caminho de Bruxelas. Muito menos incluo Santana Lopes porque, como bem sabemos, cedo foi vítima do golpe de estado de Jorge Sampaio. Por isso, assim, de repente, a minha raiva estende-se a António Guterres, a Cavaco Silva e a Mário Soares, para só falar dos mais recentes.

Todos eles pautaram as suas medidas políticas pela mesma lógica. A lógica de que andar na Escola não custa dinheiro; de que ir ao hospital não custa dinheiro; de que utilizar os equipamentos públicos não custa dinheiro; de que os direitos dos cidadãos são muito mais importantes do que os seus deveres. A lógica da ilusão.

Todos eles o fizeram. E, com isso, todos eles nos foram habituando, ano após ano, a um certo modo de vida; a um certo nível de vida. E tudo poderia estar bem. E seria bom que estivesse bem. Só que, sabemo-lo agora, estava tudo mal. É que estes supostos governantes, para nos andarem a encher de benesses, a habituar-nos a uma boa vida, andaram sucessivamente a endividar o país. Isto é, há muitos anos que vivemos acima das nossas reais possibilidades. Medina Carreira bem o andou a pregar mas… era “o profeta da desgraça”. Todavia, estava carregado de razão. Andaram a enganar-nos anos e anos a fio. Até para nos pagar o vencimento mensal tinham de pedir dinheiro emprestado. E, claro, tanto pediram que nos levaram ao limiar da bancarrota. Agora já não há ninguém que nos empreste dinheiro.

Por tudo isto, a questão que coloco é a seguinte: Porquê?

De meu ponto de vista, a resposta radica na constatação de que nunca tivemos um governo realmente interessado em tomar as medidas corretas para o equilíbrio e o desenvolvimento do país. O que sempre tivemos foram governantes obcecados pela manutenção do poder. Ora, para se manterem no poder são necessários os votos dos eleitores. Então, vai de aliciar os eleitores; vai de lhes prometer isto e aquilo; vai de lhes dar este mundo e o outro; um tudo vale para caçar votos. E isto sem cuidar de saber das reais possibilidades das finanças públicas, o que, vemo-lo agora, acabou por nos levar à ruína. E agora, bem habituados que estávamos, dói-nos. Dói-nos, e muito.

A minha raiva é, afinal, contra o nosso sistema político. Um sistema assente na alternância partidária fundada no logro do voto popular.

Diz-se que a Democracia é o pior sistema político que existe, até se descobrir um melhor. Pois parece-me que está na hora de o inventar.

Agnelo Figueiredo, 19/10/2011

25 de outubro de 2011

Sumamente ilustrativo


Nomear um vulgar larápio para integrar o CEJ, uma instituição de formação, é sumamente ilustrativo do que são os valores acarinhados pelo "Partido Socialista".

18 de outubro de 2011

14 de outubro de 2011

Criminalizar a desgovernação socialista

A JSD propõe “responsabilizar criminalmente” Sócrates pela situação do país.
É mais que justo.
Ora vejamos:
Na Ucrânia, a primeira-ministra foi condenada a 7 anos de prisão
por ter causado um prejuízo de 150 milhões. Uma bagatela, portanto.
Cabe então a pergunta:
A quanto deveria ser condenado Paulo Campos, Secretário de Estado de José Sócrates, por ter causado este autêntico
assalto às finanças públicas?
E o patrão dele e de muitos mais como ele?
É urgente acusar criminalmente José Sócrates. E condená-lo!

4 de outubro de 2011

Na senda de José Sócrates

Alberto João Jardim foi, sem sombra de dúvida, um sofisticado continuador da obra apocalítica de José Sócrates.
É verdade.
José Sócrates defendeu arreigadamente o investimento público como política para combater a crise. Chegou a dizer, com as letras todas, que "aumentámos a dívida porque o quisemos". E queria, ainda, aumentá-la mais e mais.
Por essa altura, tudo quanto era socialista defendia as ideias do grande líder, o investimento público, e o aumento da dívida.
Estranhamente, hoje não se vê essa cambada a aplaudir o caminho seguido por João Jardim, embora tenha sido exatamente o mesmo que defendiam.
Paradoxos...

26 de setembro de 2011

Ideologicamente inquinado



Só pode!
Se a maioria dos portugueses preferissem o serviço público de TV, o share da RTP não andava pelas ruas da amargura, como bem se sabe.



Sempre me provocaram urticária os estudos elaborados para produzir resultados pré-estabelecidos.

23 de setembro de 2011

5 mil milhões de euros

É o valor da dívida da Madeira, ao que parece.
Um balúrdio!
Mas, mais espantoso, é ser um valor "idêntico ao passivo do Metro do Porto".
Como é possível deixar chegar uma empresa a este nível?
Feche-se a barraca e processem-se os administradores. Já!

18 de setembro de 2011

"Legítima defesa"

O tanas!
Sendo certo que José Sócrates queria que fosse apenas ele próprio a endividar o país, tal não justifica que Alberto João Jardim tenha feito uma pulhice desta natureza.
Parece que o PGR vai investigar com vista a eventual aplicação de sanções. Acho muito bem. Só que este PGR é o mesmo que mandou para as urtigas as escutas a Sócrates e fez orelhas moucas a outras maroscas...
Por isso, pela minha parte, estou convicto de que isto vai dar em nada.
Infelizmente...

16 de setembro de 2011

Uma lufada de ar fresco

O ministro Nuno Crato, com assinalável clareza, frontalidade, sem fugas nem subterfúgios.
Muito bem!
Melhor ainda, as ideias:
Liberdade de escolha, concorrência, e crescente autonomia das escolas para, inclusivamente, realizarem os seus próprios concursos de professores.
Os sindicatos e o "povo e esquerda" vão ficar fulos...

13 de setembro de 2011

Bancarrota

Há por aí muita gente a pensar que um país cai na bancarrota por culpa das agências de rating e dos especuladores dos mercados financeiros.
Patetice!
Um país é como uma empresa ou uma família: vai à falência quando não consegue saldar as dívidas que contraiu.
E por que é que um país contrai dívida?
Porque gasta mais do que pode pagar e tem de pedir dinheiro emprestado.

E, no caso de Portugal, onde é que se gastou, e continua a gastar, mais dinheiro do que se podia?
Bom, claro que os desvarios socialistas com as autoestradas, os rendimentos mínimos e as parcerias a esmo, nos deixaram com um volume de dívida muito considerável que agora nos custam altos juros. Mas, é preciso dizê-lo, a maior parte da despesa pública faz-se na Educação, na Saúde e na Segurança Social. Basta olhar para o Orçamento. Enquanto a Defesa, só para exemplo, "apenas" nos custa 2,1 mil milhões, a Educação atinge 8,4 mil milhões, a Saúde, 8,6 e a Segurança Social, 7,8.
Não é, portanto, de admirar que tenha de haver cortes nestes setores.
Dói? Pois dói, sobretudo quando nos tiram coisas a que estávamos habituados.

Como tenho dito, é um problema da democracia com a rotatividade do sistema partidário: as promessas acabam sempre por ter um custo elevado!
Ainda assim, estamos muito melhor que os gregos. É que nós corremos com os socialistas e eles não. Eles vão à falência e nós somos capazes de escapar.

11 de setembro de 2011

4 de setembro de 2011

Boa, Sr. Ministro

Em boa verdade, as Direções Regionais só servem para inventar tarefas que justifiquem a própria existência. E isto, obviamente, com a consequente sobrecarga das escolas.
Fez muito bem ao extingui-las.

24 de agosto de 2011

Clube português?


O Benfica está a jogar com o Twente.
No onze não há um único jogador português.

Mais vale apoiar o Real Madrid; sempre joga, normalmente, com 4 portugueses: Cristiano, Coentrão, Carvalho e Pepe.

Afinal, a "espinha dorsal da Selecção Nacional" joga em Espanha.

Carrega Benfica!

17 de julho de 2011

Contributos para o "desvio colossal"

Já nós estávamos no auge da crise quando Sócrates andava a assinar estes contratos ruinosos. Um caso de polícia!

16 de julho de 2011

Boa, Sr. Ministro


Calma mas seguramente, vamos acabando com o eduquês e o folclore pedagógico.

O próximo passo deveria ser substituir a castradora escala de 5 níveis pela velhinha 0 a 20, ou 0 a 100, tanto faz. Sei que é difícil, mas...

4 de julho de 2011

Cheira-me a asneira

Ensinar 20 crianças, dos 4 anos de escolaridade, na mesma turma, é coisa apenas para super-professores. E super-professores ... há-os ... mas não abundam!

29 de junho de 2011

14 de junho de 2011

Uma cambada de burros

Como é que estes tipos - e outros como estes - pensam produzir energia eléctrica quando o petróleo acabar ou atingir preços incomportáveis?
Estarão dispostos a viver sem electricidade?
Eu não!

22 de maio de 2011

Ronaldo - um sobredotado

Só em Portugal é que ouvimos uns palermas dizer que é um egoísta, um individualista, que não joga nada, que é só peneiras...
Os ingleses dizem "Ronaldo just can't stop scoring!"
Para já, é "só" o recordista de golos marcados na "La Liga", desde sempre.
Um mito!


27 de abril de 2011

Mistificação

Anda por aí gente a utilizar este gráfico para induzir a malta a pensar que foram os governos do PSD a aumentar o endividamento público.
Trata-se de uma mera mistificação.
De facto, neste gráfico, a "dívida pública" não integra contas fundamentais - e "pesadas" - como são os casos das PPP, das dívidas das empresas públicas e por aí fora.
Mas é uma pena o gráfico não ser o correcto. Queria dizer que estávamos com um endividamento de menos de 50% do PIB !!! Uma miragem...

25 de abril de 2011

Para que tem dúvidas

Saneado

Este triste, que queria pedir ajuda logo em Outubro quando os juros chegaram ao 7%, e que conseguiu levar a dele por diante, não podia ter outro destino: FORA!
Pois é, quem se mete com o PS, leva...

23 de abril de 2011

Os factos condenam Sócrates

  1. Temos a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos. Temos a segunda maior fuga de cérebros de toda a OCDE. Há maior fracasso que este? Mas é inacreditável o silêncio dos media em relação a esta fuga em massa de portugueses. Parece que é tabu. Nós estamos a emigrar como nos anos 60, mas não se fala disso.
  2. Na última década, Portugal teve o pior crescimento económico dos últimos 90 anos.
  3. Temos a pior dívida pública (em % do PIB) dos últimos 160 anos. A dívida pública este ano vai rondar os 100% do PIB. E esta dívida pública sem precedentes não inclui os 60 mil milhões de euros das PPPs (35% do PIB adicionais), que foram utilizadas pelo PS para fazer obra (auto-estradas, hospitais, etc.) enquanto se adiava o seu pagamento para os próximos governos e as gerações futuras. As escolas também foram construídas a crédito.
  4. Temos a pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego chegou aos 11,1% e continua a aumentar.
  5. Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos, e nossa dívida externa bruta é quase 8 vezes maior do que as nossas exportações.
  6. A nossa dívida externa bruta em 1995 era inferior a 40% do PIB. Hoje é de 230% do PIB. As dívidas das famílias são cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível.
  7. Cerca de 50% de todo endividamento nacional deve-se, directa ou indirectamente, ao nosso Estado

E ainda há cerca de um terço de eleitores que ignoram isto. Chiça!

17 de abril de 2011

14 de abril de 2011

Devia dar prisão

Parcerias Público-Privadas vão custar 59,6 mil milhões e demorar 40 anos a pagar

Já agora, contando as parcerias, dá:

- Cavaco Silva - 2

- António Guterres - 30

- Durão Barroso - 6

- José Sócrates - 50

6 de abril de 2011

3 de abril de 2011

A culpa

Este texto, vindo por email, tem de ficar aqui.

A culpa


A culpa de não haver PEC 4 é do PSD e do CDS.


A culpa de haver portagens nas Scuts é do PSD que viabilizou o PEC 3.


A culpa do PEC 3 é do PEC 2. Que, por sua vez, tem culpa do PEC 1.


Chegados a este, a culpa é da situação internacional. E da Grécia e da Irlanda. E antes destas culpas todas, a culpa continua a ser dos Governos PSD/CDS. Aliás, nos últimos 16 anos, a culpa é apenas dos 3 anos de governação não socialista.


A culpa é do Presidente da República. A culpa é da Chanceler. A culpa é de Trichet. A culpa é da Madeira.


A culpa é do FMI. A culpa é do euro. A culpa é dos mercados. Excepto do "mercado" Magalhães. A culpa é do ‘rating'. A culpa é dos especuladores que nos emprestam dinheiro. A culpa até chegou a ser das receitas extraordinárias. À falta de outra culpa, a culpa é de os Orçamentos e PEC serem obrigatórios.


A culpa é da agricultura. A culpa é do nemátodo do pinho. A culpa é dos professores. A culpa é dos pais. A culpa é dos exames. A culpa é dos submarinos. A culpa é do TGV espanhol. A culpa é da conjuntura. A culpa é da estrutura. A culpa é do computador que entupiu. A culpa é da ‘pen'. A culpa é do funcionário do Powerpoint. A culpa é do Director-Geral. A culpa é da errata, porque nunca há errata na culpa. A culpa é das estatísticas. Umas vezes, a culpa é do INE, outras do Eurostat, outras ainda do FMI. A culpa é de uma qualquer independente universidade. E, agora em versão pós Constâncio, a culpa também já é do Banco de Portugal.


A culpa é dos jornalistas que fazem perguntas. A culpa é dos deputados que questionam. A culpa é das Comissões parlamentares que investigam. A culpa é dos que estudam os assuntos.


A culpa é do excesso de pensionistas. A culpa é dos desempregados. A culpa é dos doentes. A culpa é dos contribuintes. A culpa é dos pobres. A culpa é das empresas, excepto as ungidas pelo regime. A culpa é da meteorologia.


A culpa é do petróleo que sobe. A culpa é do petróleo que desce.


A culpa é da insensibilidade. Dos outros. A culpa é da arrogância. Dos outros. A culpa é da incompreensão. Dos outros. A culpa é da vertigem do poder. Dos outros. A culpa é da demagogia. Dos outros. A culpa é do pessimismo. Dos outros.


A culpa é do passado. A culpa é do futuro. A culpa é da verdade. A culpa é da realidade. A culpa é das notícias. A culpa é da esquerda. A culpa é da direita. A culpa é da rua. A culpa é do complexo de culpa. A culpa é da ética.


Há sempre "novas oportunidades" para as culpas (dos outros). Imagine-se, até que, há tempos, o atraso para assistir a uma ópera, foi culpa do PM de Cabo-Verde.


No fim, a culpa é dos eleitores, que não deram a maioria absoluta ao imaculado.


A culpa é da democracia. A culpa é de Portugal. De todos. Só ele (e seus pajens) não têm culpa. Povo ingrato! Basta! Na passada quarta-feira, a culpa... já foi.



António Bagão Félix, Economista 28/03/2011

O GPS que não funciona

1 de abril de 2011

Défice record










Fixem bem esta cara
Este é o ministro das finanças que mais tempo desempenhou funções. Foi sob a orientação deste homem que a nossa dívida pública subiu até quase 100% do PIB, e o nosso défice atingiu um valor record. Só durante o ano de 2010, a dívida foi crescendo ao ritmo de 1,7 milhões de euros por hora.

Mas não foi sozinho que nos desgraçou.


Fê-lo sob as ordens deste outro tipo.


O mestre da mentira, da manipulação e da mistificação.

31 de março de 2011

Total falta de credibilidade

Em 11.01.2011 a farsolice era assim (ler e ouvir porque é um regalo):

Défice de 2010 "claramente abaixo" dos 7,3% após folga orçamental de 800 milhões

Mas, afinal, a realidade é outra:

Défice público em 2010 foi de 8,6%, mais 1,3 pontos que o previsto

Como é que estes tipos ainda têm coragem de saír de casa?

30 de março de 2011

A culpa é do PSD

Desde 2009 que as notações da dívida soberana da república não cessam de descer. Desde 2009 que nem por uma só vez subiram. E a culpa, como se sabe, é do PSD, que tem governado este país desde 2005.

28 de março de 2011

Uma lástima

Merkel, Trichet, Barroso, Sócrates e Cavaco, nenhum deles quer uma auditoria independente às contas do Estado Português.
A razão só pode ser uma:
A contabilidade criativa do governo de Sócrates tem andado a disfarçar um buraco que é muito maior do que aquele que se julga.
Uma lástima! Sobretudo para aqueles que gostam da verdade.

21 de março de 2011

INCOMPETÊNCIA

O cenário macroeconómico em que foi assente o Orçamento do Estado degradou-se 1,1% em 3 escassos meses!!!
Mas, simultâneamente, a execução orçamental "está a correr acima das expectativas"...

É difícil fazer pior!

9 de março de 2011

Mais um "Charrua"?

Reconhecer que os juros da dívida são insustentáveis é uma opinião tão contrária à doutrina oficial do regime que pode vir a ser tomada como "quebra de lealdade". Ora, as quebras de lealdade têm óbvias consequências, como há muito avisou Jorge Coelho: "quem se mete com o PS, leva!".
Ernesto Paiva que o diga.

7 de março de 2011

Sinais dos tempos

Dá-se a arma do voto a um bando de iletrados e o resultado surge com todo o esplendor. Votaram como se o festival da Eurovisão fosse um concurso humorístico.
(com Sócrates também é assim)

4 de março de 2011

Contranatura

Em resultado de uma coligação contranatura, foi mesmo anulada a reorganização do currículo do Ensino Básico.
Espera-se que, agora, a Ministra remodele o decreto e salve o que é importante: transferência dos tempos de Área de Projecto para o Português e a Matemática, mantendo a co-docência do EVT; no fundo, que siga as propostas do CDS.

3 de março de 2011

Mais uma oportunidade perdida?

A reorganização do currículo do ensino básico, ao acabar com a Área de Projecto e o Estudo Acompanhado, é uma coisa boa já que pedagogicamente sustentada. O tempo assim o demonstrou.
A questão controversa é, apenas, a do par pedagógico em EVT.
Por isso, revogar estas medidas por razões taticistas é, para mim, um acto inclassificável.

28 de fevereiro de 2011

E como vai ser?


Aumentando os impostos ou cortando mais nos vencimentos da função pública?

De facto, foi assim que avisou o meu falecido cão:
Empresas públicas deficitárias - Nunca!
Institutos públicos excedentários - Nunca!
Autoridades Reguladoras que nada fazem- Nunca!
Mas, entrementes, dá-se conta deste escândalo!

21 de fevereiro de 2011

E portanto... estamos tramados...


Sim, porque o que aqui diz, afinal, é que no fim de Janeiro a nossa dívida era maior que no início.

Ou seja, apesar dos cortes de vencimentos e dos aumentos de impostos, continuamos a gastar mais do que podemos!!!

O meu falecido cão teria feito melhor.

Muammar Khadafi


Está à espera de uma visita de José Sócrates. É nos momentos difíceis que se conhecem os amigos.

11 de fevereiro de 2011

7 de fevereiro de 2011

Barbaridades de Benavente


Dizem que Ana Benavente, em entrevista, arrasou Sócrates e o PS.

E, em face do que ela lá disse, digo eu: "Bendito sejais ó José Sócrates !"

É que esta mulher, que foi o expoente máximo do eduquês que se instalou no ME, só diz barbaridades. Coisas do tipo "é preciso alargar o sector público"!!!

Apre!

Sócrates é autoritário e mentiroso, sim, mas aplicar ideias como estas, seria como estar à beira de um precipício e... dar um passo em frente.


(e, ainda por cima, tão feia...)

E quem é que não quer?

PSD quer estudo independente sobre o custo de um aluno no ensino público

6 de fevereiro de 2011

Levezinho


Liedson, o melhor desde Jardel, foi embora.

Vai fazer falta.

Em boa verdade, como quem orienta a equipa é aquele empregado de mesa que lá temos, não se vai notar tanto assim.

À cautela, já abri um restaurante no meu CityVille. Pode ser que o Mister Paulo Sérgio se deixe seduzir...

2 de fevereiro de 2011

Revoluções


Estes movimentos, na Tunísia e agora no Egipto, verdadeiras revoluções, trazem um certo perfume a liberdade. Mesmo alguma nostalgia dos tempos em que, também nós, sacudimos a ditadura.
Mas os tempos são outros. A janela que se abre para os fundamentalismos não deixa de me inquietar. Sim, que o fundamentalismo islâmico é a maior ameaça à nossa cultura e forma de vida.

A propósito: há quanto tempo é que aquele amigo do Sócrates impõe a lei na Líbia?

26 de janeiro de 2011

Ensino privado

Há por aí alguns tipos a zurzir nas movimentações que andam a fazer os alunos e os pais de alunos de escolas com contrato de associação.
Isso só acontece por simples ignorância.
Marques Mendes explica bem o problema:

Como se perceberá, apenas se poderia saber se o financiamento público de colégios com contrato de associação é despesismo se soubessemos quanto custa, realmente, cada aluno de uma escola estatal.
Foi isso mesmo que o CDS requereu: uma comissão para determinar o custo médio de um aluno num escola estatal.
Só que, curiosamente, o Partido Socialista, mais o PCP, mais o BE, inviabilizaram a proposta.
E porquê?
Aceitam-se apostas...