29 de novembro de 2012

Educação comparticipada


Não tenho assim tanta certeza como Jorge Miranda.
Contudo, a partir do momento em que o Governo aprovou a extensão da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, não faz sentido falar de propinas.
O problema está, exatamente, nessa extensão. Foi asneira!
País que não tem dinheiro...

6 comentários:

Raquel Martins disse...

Ora, muito bem dito!

Por um lado, estou de acordo com as propinas. Quando eu era aluno e o postadeiro professor na mesma escola, ainda professor, também paguei propinas. Aliás, todos os meus colegas pagavam trimestralmente.

Por outro lado, quem vai pagar? Os de sempre? É que não estou a ver ciganos e demais mongos a pagarem, o que até seria uma boa iniciativa, pois logo abandonavam a escola, tornando-a mais higiénica. Mas não me parece: creio, pelo contrário, que continuarão a pagar-lhes para a continuarem a conspurcar.

Anónimo disse...

Afinal quem conspurca a escola? Que disparate!!!Essa é que é a questão:olhe que não são "os mongos"! São os meninos mimados que fazem o que bem lhes apetece pois sabem que não serão penalizados. São os meninos que têm tudo...que nunca tiveram de lutar para ter coisa nenhuma...que não sabem o que é uma alfaia...esses sim (excetuando um ou outro)...são quem perturba e dá mau nome à escola!

Pedro disse...

É curioso que ninguém fale no facto da educação ser obrigatória até aos 18 anos, apesar dos livros e material escolar não serem gratuitos para todos.
Isto só prova que a obrigatoriedade não tem de significar forçosamente gratuitidade total, como alguns afirmam.

carneiro disse...

conduzir também é um direito e a carta nunca foi de borla.

Raquel Martins disse...

Ó Anónimo, «ciganos e demais mongos». O «demais» inclui todos, como os seus meninos mimados.

Portanto, estamos de acordo: há gente que conspurca a escola - mimados, ciganos, pretos, brancos, pobres, ricos, etc.

Anónimo disse...

Os alunos dos Cursos Profissionais tambem vão pagar Propinas?
...SE NÃO, as propinas são injustas.

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