2 de fevereiro de 2011

Revoluções


Estes movimentos, na Tunísia e agora no Egipto, verdadeiras revoluções, trazem um certo perfume a liberdade. Mesmo alguma nostalgia dos tempos em que, também nós, sacudimos a ditadura.
Mas os tempos são outros. A janela que se abre para os fundamentalismos não deixa de me inquietar. Sim, que o fundamentalismo islâmico é a maior ameaça à nossa cultura e forma de vida.

A propósito: há quanto tempo é que aquele amigo do Sócrates impõe a lei na Líbia?

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