31 de janeiro de 2009

Lixo "onshore"

Um tipo lê um título como este e põe-se logo a deduzir coisas do arco da velha. Mas vai-se a ler o artigo e dá-se conta de que o negócio foi em 1998, muito antes do "freeport".

Mau! Muito mau!
Isto não é jornalismo.


(emails à parte, claro está)

29 de janeiro de 2009

Suspeito?


Suspeito?


Suspeito, arguido e condenado foi o inspector da judiciária que em 2005 se atreveu a investigar o caso! Isso é que é verdade.
Além de que basta lembrar que a procuradora já disse que não há suspeitos e até o insuspeito Freitas do Amaral veio afiançar que não havia qualquer ilegalidade.
Tenham juízo!

27 de janeiro de 2009

Foi um gosto trabalhar consigo

Disse o nosso primeiro dirigindo-se à Ministra da Educação.
Há quem pense que a forma verbal, utilizada no passado, terá o significado da breve demissão da Ministra.
Pois até poderá ser. Mas...

Não será antes aquela cabeça a interiorizar um cenário de "perseguições indecentes"... a maçada da crise, sempre à frente das decisões... o calendário eleitoral, que deve afastar as autárquicas das legislativas...
...
Pois é, a demissão do governo resolveria muita desta tralha.
E, obviamente, potenciaria um regresso com nova legitimação e consequente esmagamento dos atrevidos críticos.
Huummm...

24 de janeiro de 2009

Diagnóstico do Ensino

Vou aqui deixar os meus parabéns à senhora.
É que, mais coisa menos coisa, concordo com tudo!

12 verdades para um ensino de qualidade em Portugal
Maria Regina Rocha

  1. O ensino unificado (5.º ao 9.º ano) não serve. Deveriam existir, pelo menos, dois currículos (eventualmente três), um deles com uma maior componente técnica, currículos diferentes não só no que respeita ao número, natureza das disciplinas e carga horária das mesmas como aos respectivos programas.
  2. A ausência de reprovações não responsabiliza nem alunos, nem pais, nem professores e compromete negativamente toda a aprendizagem dos alunos com dificuldades, mas a reprovação por si só também não tem a desejada eficácia. Por isso, a partir do 4.º ano, as disciplinas deveriam ter os programas organizados por níveis de aprendizagem, progredindo o aluno em cada disciplina de ano para ano por níveis, não podendo aceder ao nível seguinte sem o domínio do que é essencial do nível anterior.
  3. A abolição dos exames foi um erro. A existência de exames (provas de avaliação externa) com um peso de 50% é essencial para a responsabilização de todos os intervenientes no processo educativo, desde o 4.º ano de escolaridade e a todas as disciplinas (no 4.º, no 6.º, no 9.º no Ensino Básico; em cada disciplina terminal no EnsinoSecundário).
  4. Os currículos estão desajustados. É necessário que tenham um número equilibrado de disciplinas, devendo desaparecer do mesmo disciplinas instrumentais como, por exemplo, «Área de Projecto» e «Estudo Acompanhado».
  5. Os programas são responsáveis por muitos dos problemas da falta de competência dos nossos alunos. Deveriam ser claros, com os conteúdos muito bem explicitados (nomeadamente quanto ao grau de aprofundamento) e os objectivos muito bem definidos, sendo referidos os graus mínimos de consecução em cada ano.
  6. A escala de classificação de níveis de 1 a 5 aplicada do 5.º ao 9.º ano é má, pois propicia o laxismo e não incentiva as realizações dos alunos. Na escala de 0 a 20, um aluno que tenha 10 valores esforça-se e vê o seu esforço recompensado, passando a sua nota, por exemplo, para 12 ou 13, mas, na escala de 1 a 5, o mesmo esforço num aluno que tenha obtido 3 não o faz mudar de nível (continua no 3), o que, naturalmente, o desmotiva.
  7. O número de alunos por turma é outro dos problemas: turmas de 24 a 28 alunos não são compatíveis com uma aprendizagem de qualidade no tempo presente. As turmas deveriam ter 20 alunos.
  8. Os tempos lectivos de 90 minutos e de 135 minutos não servem. É mais adequado cada aula de uma disciplina ter apenas 50 minutos, havendo um intervalo de 10 minutos entre a aula de uma disciplina e a de outra, para que os alunos possam vir até ao pátio de recreio, respirar fundo, falar à vontade, correr, brincar, ir à casa de banho, voltando para a aula seguinte com a capacidade de concentração e de trabalho renovada (exceptuam-se, naturalmente, as disciplinas de cariz laboratorial: 50 minutos + 50 minutos).
  9. O absentismo dos alunos e a indisciplina são factores que comprometem a sua aprendizagem. O recente estatuto do aluno não foi feliz nas soluções propostas. É fundamental a incidência da responsabilização nos alunos e nos pais e encarregados de educação.
  10. A formação inicial de natureza pedagógica e de natureza didáctica deveria obedecer a directrizes muito claras da responsabilidade do Ministério da Educação, nomeadamente a indicação das disciplinas de pedagogia, das de didáctica e seu conteúdo (por exemplo, em Português, como se ensina o aluno a desenvolver a competência de leitura ou a competência de escrita, entre outras), bem como dos aspectos a ter em conta no estágio, uniformemente em todo o país.
  11. A formação contínua tem sido muito heterogénea. Também aqui deveria haver uma intervenção directa do Ministério da Educação no que respeita aos objectivos e conteúdos, bem como à organização e à qualidade.
  12. A avaliação de professores deve ser feita tendo como referente um perfil de bom professor no quadro dos grandes objectivos do Sistema Educativo – definido pelo Ministério da Educação, e não deixado ao arbítrio de cada escola, com o pretexto da autonomia. A Educação é um desígnio nacional: a tutela não pode alhear-se desta responsabilidade.

Indecente perseguição

O facto do seu ministério ter aprovado uma alteração à Zona de Protecção do Estuário do Tejo depois de ter participado numa reunião com os promotores, não prova nada.
E o facto da dita alteração ter permitido a viabilização do empreendimento, depois de dois chumbos, também não prova coisa nenhuma.
Este homem não mente!
Não mentiu na cabala da licenciatura e não mente no caso do Freeport.
É só inveja!
Viva o Senhor Primeiro Ministro!

23 de janeiro de 2009

Coluna vertebral


Amanhã, ou melhor, já hoje, sexta-feira, é o dia em que se verá se algum deputado socialista precisa de tratamento ortopédico ou até, quem sabe, neurocirúrgico.

22 de janeiro de 2009

Grande Sócrates


Apesar de alguns problemazitos que o têm ocupado na governação, Sócrates não se esquece do que realmente é importante!

21 de janeiro de 2009

Obama


Barack Hussein Obama jurou sobre a Bíblia.

Temo que comece aqui a desilusão de muita esquerda.

A dar-me razão está Chávez que já disse: "creo que Obama es la misma 'miasma', por no decir otra palabra" !

(via 31)

Escolas encerradas

Em Mangualde. Amanhã, 21, desta vez por boa razão.
da minha janela

20 de janeiro de 2009

Escolas encerradas?

Lê-se aqui que várias escolas do 3.º Ciclo e Secundárias estiveram fechadas em consequência da greve dos professores.
Se fossem do 1.º Ciclo ou pré-escolar, em que os miúdos têm uma autonomia reduzida, ainda se compreendia. Assim, não.
Encerradas – portões fechados e alunos na rua – porquê?
A greve era dos professores mas havia funcionários a trabalhar nas cafetarias, nos refeitórios, nas bibliotecas, nas salas de convívio… estavam lá os campos de jogos…

Mal! São estes excessos - foram sempre os excessos - que descredibilizam a luta dos professores e permitem aproveitamentos igualmente excessivos.

9 de janeiro de 2009

5 de janeiro de 2009

4 de janeiro de 2009

Esta ficou bonita (também)


Só foi pena que os senhores da ELLE (edição portuguesa) não tivessem abdicado das "letrinhas".