26 de março de 2009

A montanha... nem sequer pariu!

Este homem foi-nos apresentado como delinquente contumaz. Um autêntico criminoso.
Os jornais acusaram-no, julgaram-no e condenaram-no, tudo a coberto do mediatismo voluntarista e justicialista do Ministério Público, e duma profusão diversificada de "provas".
E afinal... vai-se a julgamento e... nada é provado.
Ora bolas!
Alguém asneou e a malta devia saber quem foi.
É que já são muitos casos como este, caramba!

Em tempo:
Com este caso e depois do da F. Felgueiras - que teve que fugir para o Brasil para não ser presa e que acabou condenada por três ninharias - começo a pensar que o Pedroso até pode nem ser o tal "incumpridor nato".

24 de março de 2009

Para se ser aldrabão...

... só custa a primeira vez.
Mas isto tem uma coisa boa:

Eu, que tenho aqui uns aparelhos de ar-condcionado, estava convencido que não passava de uma espécie de bota-de-elástico rendido e dependente da velha energia eléctrica, daquela muito "suja" pelo petróleo e pelo carvão.
Mas afinal, não sou.
Como os aparelhos têm bomba de calor - para arrefecer (e aquecer) o ar - são tão fixes como estes patrocinados por Sua Excelência o Senhor Primeiro-Ministro. Portanto, passei à superior categoria de ecologista.
VIVA!

Alô... Lord Keynes...

Por favor volte. Rápido!
Anda por aqui um verdadeiro zoilo a questionar investimentos do Estado.

22 de março de 2009

Euforia da vitória

Michael Schumacher tinha cortado a meta em primeiro lugar no Grande Prémio de San Marino de 1994, em Ímola. No pódio, mesmo já depois de saber que Ayrton Senna estava às portas da morte - na sequência do acidente que havia sofrido quando liderava a corrida - Schumacher sorria de satisfação e também saltava euforicamente, tal e qual como se tivesse merecido a vitória.
Achei asqueroso.
A partir desse momento, embora lhe viesse a reconhecer talento, nunca consegui colocar Schumacher no mesmo plano que verdadeiros campeões, como Jochen Rindt, Jackie Stewart, Emerson Fittipaldi, Niki Lauda ou Nigel Mansell, nem sequer que aquele calculista do Alain Prost.
...
E ontem vieram-me à memória estas imagens...

21 de março de 2009

Preservativo

- Vaticano
- Sexo
- Só
- Procriar
- Fiel
- Hetero
- Monogamia

Destas palavras, uma excita a jornalista mais que as outras. Não sei qual é. O que sei é que com "fiel" e "monogamia" não se corre o risco da SIDA.

Agora, sem uma e/ou outra... pois claro... é melhor usar o latex.

16 de março de 2009

Direito da Educação

Afinal está mesmo construído o "corpo unificado de regras jurídicas e de normativos harmonizados e sistematizados de Direito da Educação".
Foi canja. Lá diz o povo: "foi como quem limpa o cu a meninos".

12 de março de 2009

J’ai compris

Há uma petição a correr na Internet a favor da reposição do GCompris (aquela aplicação com erros em barda) no Magalhães.
Às tantas, dizem os peticionantes:

Portanto, apesar de reconhecerem a gravidade dos erros de tradução, não lhes parece que estes sejam mais graves do que falhas de segurança ou outros bugs de software que podem ocorrer em qualquer sistema, mesmo naquele que é utilizado na maioria dos computadores pessoais.

Dito de outra forma:
Apanhar um vírus na Net ou um crash do Magalhães é coisa a evitar a todo o custo; que a criança leia (e apreenda, e reproduza) erros ortográficos, sintácticos e gramaticais é mau… mas não é assim tão mau!


É espantoso, não é?

Bom, já podes fechar a boca. Agora que acabas-te de ler esta prosa, podes procurar os erros e contar-los.
Diz-me quantos encontras-te. Prometo que respondo-te quando fôr a tua vês.

8 de março de 2009

Magalhanês técnico

Parece que o software do Magalhães tem erros de ortografia, sintaxe e gramática.
Não sei porquê, mas a verdade é que não achei estranha essa coisa dos erros. Ao fim e ao cabo, a DREN não é assim tão longe da JPSáCouto.
O que me deixou perplexo foi a explicação de que os erros ocorreram no processo de tradução do software.
Tradução?
Homessa! Então o Magalhães não era um produto genuinamente português?